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Santa Úrsula 

Virgem († 1939)          

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Antoine Mekary | ALETEIA

Julia Ledóchowska nasceu em 17 de abril de 1865 de uma família nobre polonesa que vivia na Baixa Áustria.

Depois de frequentar as escolas de treinamento em Sankt Polten, mudou-se com a família para uma propriedade, perto de Cracóvia, que seu pai havia comprado. 

Aos 21 anos, entrou no convento das Ursulinas, em Cracóvia, pronunciando seus votos em abril de 1899, mudando seu nome para Irmã Úrsula.

Educadora e professora muito ativa, criou uma pensão para moças, promovendo a Associação das Filhas de Maria entre as alunas. Foi também superiora de seu convento por cerca de quatro anos, de 1904 a 1907. Foi chamada pelo pároco da igreja de Santa Catarina de Petersburgo que lhe confiou a direção de um estágio de estudantes poloneses no exílio. Para desempenhar esta função ela teve que usar roupas civis para sua segurança.

Em 1909, estabeleceu uma fundação Ursulina em Sortavale, na Finlândia, onde assentou uma pensão e uma escola ao ar livre para meninas doentes, no modelo inglês e, ao mesmo tempo, fundou outra casa Ursulina em Petersburgo.

Sua cidadania e origem austríaca fizeram com que ela se tornasse objeto de perseguição pela polícia russa durante a Primeira Guerra Mundial. 

Em 1914, Santa Úrsula se refugiou na Suécia, em Estocolmo, onde também fundou uma pensão e uma escola. Animada por um grande sentimento de apostolado, fundou o jornal Solglimstar para católicos suecos, que ainda hoje é publicado, mas com outro nome. 

Continuou seu trabalho mudando-se para Aalborg, na Dinamarca, em 1917, para ajudar os refugiados poloneses, onde permaneceu até 1919, quando pôde retornar à Polônia para seu convento original.

Em 1920, obedecendo a um anseio interior, separou-se de sua congregação, para fundar as Ursulinas do Coração Agonizante com a tarefa de assistir os jovens pobres e cuidar dos pobres, dos idosos e das crianças. Na Polônia são chamadas de “Ursulinas Cinzentas” e na Itália de “Irmãs Polonesas”. A Congregação recebeu aprovação definitiva em 1930 e cresceu rapidamente, de modo que, com a morte de Úrsula, já havia 35 casas com mais de 1000 freiras. Ela deixou muitos escritos para meditações, todos em polonês, alguns também traduzidos para o italiano e o francês.

Santa Úrsula faleceu em Roma no dia 29 de maio de 1939. 

Foi beatificada pelo Papa São João Paulo II em 20 de junho de 1983, em Poznan, na Polônia, e canonizada vinte anos depois pelo mesmo Papa foi canonizada, em Roma, Itália, no dia 18 de maio de 2003.

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