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Santa Joana da Cruz

Religiosa fundadora (†1736)

kobieta modli się z Pismem Świętym przy stole

New Africa | Shutterstock

Jeanne Delanoue, ou em sua forma portuguesa: Joana, nasceu em Saumur, no dia 18 de junho de 1666, era a caçula de uma família de doze filhos. Quando tinha seis anos de idade seu pai faleceu e, apesar de ser ainda uma criança, se viu na necessidade de ajudar sua mãe na difícil tarefa de dar sustento à toda a família. Demonstrou boas habilidades para o comércio, ficando logo à frente da pequena mercearia, propriedade da família. Contudo, aos vinte e seis anos de idade, quando já pensava nas possíveis ampliações dos negócios, Joana recebe um convite inesperado: uma peregrina de passagem, no dia de Pentecostes, faz um fervoroso apelo à Joana: servir o senhor nos pobres. De fato, sua cidade passava por um momento dramático: colheitas parcas, invernos rigorosos… havia uma multidão de pessoas famintas e necessitadas. De comerciante cautelosa, Joana sentiu uma transformação em seu coração, sentia o fogo da caridade que lhe impelia à prodigalidade. Começou a visitar os pobres: alguns viviam em estábulos abandonados por todos, vivendo quase como os próprios animais: Joana levava mantimentos e roupas para essas pobres pessoas, chegando mesmo a lavar as roupas dos pobres e tirando de seu próprio armário, as roupas que faltavam aquelas pessoas desvalidas. No inverso se preocupava para que houvesse lenha suficiente para manter as pessoas aquecidas e evitar as mortes por congelamento. Aos poucos, seu coração era tomado pela santa caridade e chegou mesmo a hospedar em sua própria casa alguns necessitados. Tanta caridade e abnegação não podia passar despercebida: em 1704 algumas jovens se juntam à Joana e a ajudam. Esse pequeno grupo, aos poucos, vai se convencendo da necessidade de abraçar a vida religiosa. É assim que nascerá a congregação de Sant’Ana da Providência no ano de 1709. A vida de pobreza e humildade foi por vezes criticada até mesmo por sacerdotes, que viam nessas atividades uma “austeridade excessiva” e uma caridade “sem ordem”. Apesar disso, era comum ouvir irmã Joana dizer: “Quero viver e morrer com meus amados irmãos: os pobres”. Por ocasião de sua morte, no dia 17 de agosto de 1736, Irmã Joana deixara um legado de mais de dez comunidades religiosas, lugares de acolhimento para os pobres e escolas; quando morreu, em sua cidade natal dizia-se pelas ruas a notícia: “La Sainte est morte!”, ou seja: “A Santa morreu!”.

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