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Bem-aventurada Marta (Amada Adele) Le Bouteiller

Religiosa (†1883)

WOMAN, PRAYING,

shutter_o | Shutterstock

Amata nasceu no dia 2 de dezembro de 1816 em Percy, na França. Durante seus estudos da infância teve como professora a Irmã carmelita Maria Farcy: essa presença marcou profundamente a pequena Amata: certamente foi a grande inspiração para sua vocação religiosa futura. Em 1827, quando Amata tinha apenas onze anos, seu pai faleceu por causa de uma doença. Além de se dedicar aos estudos, ela agora devia ajudar a mãe nas tarefas domésticas e a cuidar de seus outros três irmãos. Mais tarde, ao completar 20 anos de idade, foi trabalhar como doméstica para ajudar no orçamento de casa. Por esse período, entrou em contato com as Freiras das Escolas Cristãs da Misericórdia, uma Congregação dedicada à formação da juventude. Com 25 anos de idade, Amata entrou na Congregação entregando toda sua vida a Deus. O primeiro desafio que teve na vida religiosa foi propiciado pela própria situação da comunidade, dedicada à reconstrução dos antigos edifícios arruinados pela ação do tempo. A falta de recursos a vida austera eram o pão de cada dia. Amata, contudo, nunca esmoreceu. Poucos anos depois, em 1842, Amata fez sua profissão e assumiu o nome religioso de Marta. Dedicando-se aos trabalhos mais humildes, Irmã Marta, certo dia, ao lavar as roupas na beira do rio Marquerand, fazia frio e a água estava gelada. A correnteza quase levava embora um lençol. Irmã Marta, na tentativa de pegá-lo, caiu no rio. A água gelada fez com que ela tivesse uma paralisia nas pernas. Doente, sem grande utilidade para a comunidade, ela temia ser mandada para casa. A Madre superiora, no entanto, assegurou que ela ficaria na comunidade e que rezaria para sua pronta recuperação. Inesperadamente, contrariando os prognósticos, Marta se recuperou rapidamente e atribuiu a cura à intercessão de sua Madre Superiora. Voltou aos trabalhos: trabalhava na cozinha, nos campos do convento etc. Sempre com grande humildade, com espírito de obediência e com uma intensa vida de oração. Durante a guerra, em meio à carestia, Irmã Marta colocava na dispensa uma foto de Madre Madalena, sua antiga madre superiora, já falecida. Inexplicavelmente, quando ela assim procedia, a comida e a bebida nunca faltavam para aqueles famintos que procuravam no convento um pouco de conforto. Assim como Jesus no Evangelho, parecia ocorrer ali o mesmo milagre da multiplicação do pão e do vinho, como em Caná da Galileia. Viveu sua vida na simplicidade até que a morte chegou e lhe encontrou acompanhada: de fato, antes de morrer, recebeu Jesus nos sacramentos, coisa que lhe trouxe grande serenidade. São João Paulo II a beatificou em 1990.

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