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Santa Filipina Rosa Duchesne

Monja (†1852)

Pascal Deloche / Godong

Seu pai era alguém que comungava plenamente com as ideias iluministas de Voltaire; sua mãe, pelo contrário, tinha uma fé inquebrantável e frequentava a Igreja. Filipina Rosa Duchesne – nascida no dia 29 de agosto de 1769, em Grenoble – herda de seu pai o caráter forte e a teimosia; em compensação, da mãe herdou a espiritualidade e o gosto pelas obras de caridade. Desde criança ouve relatos dos missionários que perdiam suas vidas nas américas; com 8 anos de idade sonha em ser missionária e deseja partir para evangelizar os índios da América. Apesar a atitude anticlerical de seu pai, a mãe consegue fazer de modo que Filipina possa estudar aos 12 anos com as Freiras da Visitação. No entanto, quando o pai percebe que a filha começa a considerar a vida religiosa, ele imediatamente a tira do convento. De fato, quando completa a idade de 17 anos, o pai procura um bom partido para que ela possa se casar. Diante dessa perspectiva, ela toma a decisão de se tornar freira e, de tanto insistir, aos 18 anos entra no convento das Freiras da Visitação, sem que seus pais soubessem. Em seguida, a revolução francesa se abate sobre a França: os conventos são fechados, e Filipina deve voltar para casa. Passada a crise, o convento não mais existe: ela e outras companheiras começam a restaurar as antigas paredes do convento. Enquanto está em meio à tentativa de reconstrução, ela teve a notícia da existência de outra comunidade, era a Sociedade do Sagrado Coração, fundada por Madalena Sofia Barat. Filipina e suas companheiras vão ao encontro dessa nova comunidade e agora, com 35 anos de idade, ela pode finalmente fazer seus votos religiosos. Junto da vida religiosa, Filipina cultiva o desejo de partir missionária. Ao atingir a idade de cinquenta anos, ela parte para os Estados Unidos. Chega na cidade de Luisiana e, depois de vinte e dois anos de trabalho missionário na evangelização e na educação, faz crescer a Sociedade do Sagrado Coração. Mas isso não bastava para Filipina: ainda nutria o sonho de criança, de tornar-se missionária para os indígenas. Com cerca de 70 anos, ela entra numa expedição missionária com destino aos índios Potawatomi, uma etnia que vivia numa reserva norte-americana. Infelizmente sua saúde se debilita e ela se vê na necessidade de retornar para a Luisiana. Ainda trabalhará nos serviços mais humildes por outros dez anos, quando no dia 18 de novembro de 1852 dormirá o sono da doce morte. Em 1988, São João Paulo II a canonizou.

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