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São Romão

Monge (†463)

OSWALD-OF-WORCESTER

Public Domain

São Romão

São Romão nasceu cerca do ano 390, em Izernore, não muito longe de Nantua, atual departamento de Ain, França. Recebeu esmerada educação no mosteiro de Ainay, tendo por tutor São Sabino. Muitos santos monges foram também seus modelos.

Em 425, deixando sua família, decidiu se tornar eremita nas montanhas do Jura. Percorrendo seu caminho na direção leste, ele atravessou grandes florestas e acabou chegando à região da atual Bienna. Lá encontrou o que procurava: uma terra fértil, árvores e silêncio. Em Saint-Claude, França, encontrou refúgio sob um grande abeto solitário no qual os galhos robustos formavam uma espécie de abóboda, impenetrável à chuva. Além do abrigo havia no local uma fonte onde ele podia satisfazer sua necessidade de água. Sua alimentação era constituída predominantemente de frutos silvestres. Ele levou consigo uma pá e sementes.

Romão cultivou este deserto e bem rapidamente pôde sobreviver de sua colheita.  Viveu alguns anos neste local como se estivesse no deserto egípcio de Tebaida. Seu irmão, Lupicínio, veio juntar-se a ele alguns anos mais tarde. Eles rezavam todos os dias prosternando-se na terra e viviam do fruto de seu trabalho. Cerca do ano 445 eles fundaram para seus discípulos, sempre mais numerosos, o mosteiro de Saint-Claude e Lauconne (hoje São Lupicínio), que eles administravam juntos.

Romão e Lupicínio foram dois irmãos cujos caminhos espirituais e o caráter era muito diferente, mas eram bem complementares. Em vez de oporem, uniram suas diferenças para se juntarem num mesmo serviço a Deus. Romão ficou com a direção de Saint-Claude e confiou Lauconne a Lupicínio. Romão era indulgente, doce e paciente enquanto Lupicínio era severo e intransigente. Quando o relaxamento se introduzia em Saint-Claude Lupicínio tomava a frente e restabelecia a disciplina. Quando os monges de Lauconne começavam a desanimar por causa de tanto rigor, Romão se fazia seu superior, fazendo-os dormir e comer, cultivando o bom humor e santidade da comunidade. A glória de Deus, nos dois casos, encontrava aí sua medida.

Romão e Lupicínio instalaram sua irmã Iole como abadessa de sua fundação de monjas no Mosteiro de Baume, logo chamado Saint-Romain-de-Roche, (hoje no território da comuna de Pratz, no cantão suíço de Moirans-en-Montagne). Até 125 religiosas ocuparam este mosteiro. Aos 73 anos Romão pressentindo a vinda da morte foi visitar sua irmã para morrer em seu mosteiro. Morreu em 28 de fevereiro de 463, aos 73 anos de idade.

O culto a São Romão espalhou-se pela França, Bélgica, Suíça, Itália e por toda a Europa. As graças e prodígios que aconteceram e continuam a acontecer sob sua intercessão são numerosos, de acordo com os fiéis e os devotos que mantêm viva sua devoção ainda nos dias de hoje.

São Romão nasceu cerca do ano 390, em Izernore, não muito longe de Nantua, atual departamento de Ain, França. Recebeu esmerada educação no mosteiro de Ainay, tendo por tutor São Sabino. Muitos santos monges foram também seus modelos.

Em 425, deixando sua família, decidiu se tornar eremita nas montanhas do Jura. Percorrendo seu caminho na direção leste, ele atravessou grandes florestas e acabou chegando à região da atual Bienna. Lá encontrou o que procurava: uma terra fértil, árvores e silêncio. Em Saint-Claude, França, encontrou refúgio sob um grande abeto solitário no qual os galhos robustos formavam uma espécie de abóboda, impenetrável à chuva. Além do abrigo havia no local uma fonte onde ele podia satisfazer sua necessidade de água. Sua alimentação era constituída predominantemente de frutos silvestres. Ele levou consigo uma pá e sementes.

Romão cultivou este deserto e bem rapidamente pôde sobreviver de sua colheita. Viveu alguns anos neste local como se estivesse no deserto egípcio de Tebaida. Seu irmão, Lupicínio, veio juntar-se a ele alguns anos mais tarde. Eles rezavam todos os dias prosternando-se na terra e viviam do fruto de seu trabalho. Cerca do ano 445 eles fundaram para seus discípulos, sempre mais numerosos, o mosteiro de Saint-Claude e Lauconne (hoje São Lupicínio), que eles administravam juntos.

Romão e Lupicínio foram dois irmãos cujos caminhos espirituais e o caráter era muito diferente, mas eram bem complementares. Em vez de oporem, uniram suas diferenças para se juntarem num mesmo serviço a Deus. Romão ficou com a direção de Saint-Claude e confiou Lauconne a Lupicínio. Romão era indulgente, doce e paciente enquanto Lupicínio era severo e intransigente. Quando o relaxamento se introduzia em Saint-Claude Lupicínio tomava a frente e restabelecia a disciplina. Quando os monges de Lauconne começavam a desanimar por causa de tanto rigor, Romão se fazia seu superior, fazendo-os dormir e comer, cultivando o bom humor e santidade da comunidade. A glória de Deus, nos dois casos, encontrava aí sua medida.

Romão e Lupicínio instalaram sua irmã Iole como abadessa de sua fundação de monjas no Mosteiro de Baume, logo chamado Saint-Romain-de-Roche, (hoje no território da comuna de Pratz, no cantão suíço de Moirans-en-Montagne). Até 125 religiosas ocuparam este mosteiro. Aos 73 anos Romão pressentindo a vinda da morte foi visitar sua irmã para morrer em seu mosteiro. Morreu em 28 de fevereiro de 463, aos 73 anos de idade.

O culto a São Romão espalhou-se pela França, Bélgica, Suíça, Itália e por toda a Europa. As graças e prodígios que aconteceram e continuam a acontecer sob sua intercessão são numerosos, de acordo com os fiéis e os devotos que mantêm viva sua devoção ainda nos dias de hoje.

São Romão nasceu cerca do ano 390, em Izernore, não muito longe de Nantua, atual departamento de Ain, França. Recebeu esmerada educação no mosteiro de Ainay, tendo por tutor São Sabino. Muitos santos monges foram também seus modelos.

Em 425, deixando sua família, decidiu se tornar eremita nas montanhas do Jura. Percorrendo seu caminho na direção leste, ele atravessou grandes florestas e acabou chegando à região da atual Bienna. Lá encontrou o que procurava: uma terra fértil, árvores e silêncio. Em Saint-Claude, França, encontrou refúgio sob um grande abeto solitário no qual os galhos robustos formavam uma espécie de abóboda, impenetrável à chuva. Além do abrigo havia no local uma fonte onde ele podia satisfazer sua necessidade de água. Sua alimentação era constituída predominantemente de frutos silvestres. Ele levou consigo uma pá e sementes.

Romão cultivou este deserto e bem rapidamente pôde sobreviver de sua colheita. Viveu alguns anos neste local como se estivesse no deserto egípcio de Tebaida. Seu irmão, Lupicínio, veio juntar-se a ele alguns anos mais tarde. Eles rezavam todos os dias prosternando-se na terra e viviam do fruto de seu trabalho. Cerca do ano 445 eles fundaram para seus discípulos, sempre mais numerosos, o mosteiro de Saint-Claude e Lauconne (hoje São Lupicínio), que eles administravam juntos.

Romão e Lupicínio foram dois irmãos cujos caminhos espirituais e o caráter era muito diferente, mas eram bem complementares. Em vez de oporem, uniram suas diferenças para se juntarem num mesmo serviço a Deus. Romão ficou com a direção de Saint-Claude e confiou Lauconne a Lupicínio. Romão era indulgente, doce e paciente enquanto Lupicínio era severo e intransigente. Quando o relaxamento se introduzia em Saint-Claude Lupicínio tomava a frente e restabelecia a disciplina. Quando os monges de Lauconne começavam a desanimar por causa de tanto rigor, Romão se fazia seu superior, fazendo-os dormir e comer, cultivando o bom humor e santidade da comunidade. A glória de Deus, nos dois casos, encontrava aí sua medida.

Romão e Lupicínio instalaram sua irmã Iole como abadessa de sua fundação de monjas no Mosteiro de Baume, logo chamado Saint-Romain-de-Roche, (hoje no território da comuna de Pratz, no cantão suíço de Moirans-en-Montagne). Até 125 religiosas ocuparam este mosteiro. Aos 73 anos Romão pressentindo a vinda da morte foi visitar sua irmã para morrer em seu mosteiro. Morreu em 28 de fevereiro de 463, aos 73 anos de idade.

O culto a São Romão espalhou-se pela França, Bélgica, Suíça, Itália e por toda a Europa. As graças e prodígios que aconteceram e continuam a acontecer sob sua intercessão são numerosos, de acordo com os fiéis e os devotos que mantêm viva sua devoção ainda nos dias de hoje.

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