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Festividade do dia

quinta-feira 18 abril
Bem-aventurado Luís Leroy

Sacerdote e mártir (†1961)

PILGRIMAGE
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Nascido em 1923 em Ducey – diocese de Coutances, França – Luís Leroy era o filho primogênito de um total de quatro filhos. Muito cedo, ficou órfão de pai e, por esse motivo, teve que se dedicar ao trabalho numa fazenda para ajudar na renda da família. Ao atingir a idade de 22 anos, decidiu entrar na congregação dos Missionários Oblatos de Maria Imaculada. Começou a fazer seus estudos eclesiásticos, mas enfrentava grandes dificuldades na aprendizagem do latim. Mesmo assim, todos louvavam seu esforço em aprender tudo o que podia. No ano de 1947, junto com outro confrade, foi a pé até a cidadezinha de Lisieux, com a finalidade de visitar o túmulo de Santa Teresinha do Menino Jesus. Foi uma caminhada de cerca 150Km, mas a experiência marcou-lhe profundamente o ânimo. De fato, nesse mesmo ano, teria dito a outro confrade que sua entrada nos Oblatos estava destinada a conduzi-lo a uma missão difícil, onde poderia morrer mártir. Terminou seu noviciado e no ano de 1952 fez seus votos perpétuos. Dois anos depois foi ordenado presbítero na abadia de Solignac. Em seguida pediu ao superior geral dos Oblatos de Maria Imaculada para ser enviado como missionário no Laos: efetivamente, partirá para esse destino no dia 11 de junho de 1955. Ao chegar na missão, dedicou-se ao estudo da língua, mas foi acometido por uma surdez que lhe dificultou o aprendizado. Apesar disso, se dedicava ao cuidado dos doentes e aos pobres. Em suas cartas, padre Luís falava de suas alegrias na missão, também de suas tristezas, principalmente perante a defecção de muitos dos fiéis que, não raramente, voltavam aos costumes pagãos. Em 1959 começavam as primeiras preocupações pela situação política do Laos. Em 1961 padre Luís foi capturado por um bando de guerrilheiros: pediu apenas para que pudesse vestir seu hábito religioso, coisa que lhe foi concedida. Em seguida foi levado até uma floresta próxima, aí os guerrilheiros o mataram. Sua sepultura foi identificada pelos fiéis: ficava no meio de um campo de arroz, que uma fiel decidiu comprar para preservar o lugar onde o padre estava enterrado. Apenas dois anos depois do martírio do Padre Leroy é que seus confrades puderam visita a cova e abençoá-la. A beatificação de Padre Luís Leroy como mártir, assim como a de outros dezesseis mártires do Laos e do Vietnam, ocorreu no dia 11 de dezembro de 2016, numa celebração presidida pelo Cardeal Orlando Quevedo que representava o Santo Padre, o Papa Francisco.

Descubra outros santos clicando aqui

Cristo por nós foi tentado, sofreu e na cruz morreu: Vinde todos, adoremos!
Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo
como era no princípio, agora e sempre.
Amém
Hino
O fel lhe dão por bebida
sobre o madeiro sagrado.
Espinhos, cravos e lança
ferem seu corpo e seu lado.
No sangue e água que jorram,
mar, terra e céu são lavados.

Ó cruz fiel sois a árvore
mais nobre em meio às demais,
que selva alguma produz
com flor e frutos iguais.
Ó lenho e cravos tão doces,
um doce peso levais.

Árvore, inclina os teus ramos,
abranda as fibras mais duras.
A quem te fez germinar
minora tantas torturas.
Leito mais brando oferece
ao Santo Rei das alturas.

Só tu, ó Cruz, mereceste
suster o preço do mundo
e preparar para o náufrago
um porto, em mar tão profundo.
Quis o cordeiro imolado
banhar-te em sangue fecundo.

Glória e poder à Trindade.
Ao Pai e ao Filho Louvor.
Honra ao Espírito Santo.
Eterna glória ao Senhor,
que nos salvou pela graça
e nos remiu pelo amor.

Cântico Is 12,1-6

Se alguém tem sede, venha a mim, e beba (Jo 7,37).

Dou-vos graças, ó Senhor, porque, estando irritado,
acalmou-se a vossa ira e enfim me consolastes.
Eis o Deus, meu Salvador, eu confio e nada temo;
o Senhor é minha força, meu louvor e salvação.

Com alegria bebereis no manancial da salvação,
e direis naquele dia: "Dai louvores ao Senhor,
invocai seu santo nome, anunciai suas maravilhas,
entre os povos proclamai que seu nome é o mais sublime.

Louvai cantando ao nosso Deus, que fez prodígios e portentos,
publicai em toda a terra suas grandes maravilhas!
Exultai cantando alegres, habitantes de Sião,
porque é grande em vosso meio o Deus Santo de Israel!

Glória ao Pai...

Leitura breve Hb 2,9b-10
Vemos Jesus coroado de glória e honra, por ter sofrido a morte. Sim, pela graça de Deus em favor de todos, ele provou a morte. Convinha de fato que aquele, por quem e para quem todas as coisas existem, e que desejou conduzir muitos filhos à glória, levasse o iniciador da salvação deles à consumação, por meio de sofrimentos.

Lembra-te de Cristo, ressuscitado dentre os mortos!
Ele é nossa salvação e nossa glória para sempre.
Se com ele nós morremos, também, com ele viveremos.

BENEDICTUS
Ardentemente eu desejei comer convosco esta Páscoa antes de ir sofrer a morte.

Bendito seja o Senhor Deus de Israel,
porque a seu povo visitou e libertou;

e fez surgir um poderoso Salvador
na casa de Davi, seu servidor,

como falara pela boca de seus santos,
os profetas desde os tempos mais antigos,

para salvar-nos do poder dos inimigos
e da mão de todos quantos nos odeiam.

Assim mostrou misericórdia a nossos pais,
recordando a sua santa Aliança

e o juramento a Abraão, o nosso pai,
de conceder-nos que, libertos do inimigo,

a ele nós sirvamos sem temor
em santidade e em justiça diante dele,
enquanto perdurarem nossos dias.

Serás profeta do Altíssimo, ó menino,
pois irás andando à frente do Senhor
para aplainar e preparar os seus caminhos,

anunciando ao seu povo a salvação,
que está na remissão de seus pecados;

pela bondade e compaixão de nosso Deus,
que sobre nós fará brilhar o Sol nascente,

para iluminar a quantos jazem entre as trevas
e na sombra da morte estão sentados

e para dirigir os nossos passos,
guiando-os no caminho da paz.

Glória ao Pai...

Preces
A Cristo, eterno sacerdote, a quem o Pai ungiu com o Espírito Santo para anunciar aos cativos a libertação, supliquemos humildemente; e digamos:

R. Senhor, tende piedade de nós!

Vós, que subistes a Jerusalém para sofrer a Paixão, e assim entrar na glória,
– conduzi vossa Igreja à Páscoa da eternidade. R.

Vós, que, elevado na cruz, deixastes a lança do soldado vos traspassar,
– curai as nossas feridas. R.

Vós, que transformastes o madeiro da cruz em árvore da vida,
– concedei de seus frutos aos que renasceram pelo batismo. R.

Vós que, pregado na cruz, perdoastes o ladrão arrependido,
– perdoai-nos também a nós pecadores. R.

(Intenções livres)

Pai nosso ...

Oração
Senhor nosso Deus, amar-vos acima de tudo é ser perfeito; multiplicai em nós a vossa graça e concedei, aos que firmamos nossa esperança na morte do vosso Filho, alcançarmos por sua ressurreição aqueles bens que na fé buscamos. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Amou os seus até o fim...

Nesta quinta-feira, Jesus estava à mesa com os discípulos, celebrando a festa da Páscoa. A passagem do Evangelho que escutamos contém uma frase que é justamente o centro daquilo que Jesus fez por todos nós: “Tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até o fim”. Jesus nos amou. Jesus nos ama. Sem limites, sempre, até o final. O amor de Jesus por nós não tem limites: sempre mais, sempre mais. Nunca se cansa de amar ninguém. Ama todos nós, ao ponto de dar a sua vida por nós. Sim, dar a vida por nós; sim dar a vida por todos nós, dar a vida por cada um de nós. E cada um de nós pode dizer: “Ele deu a vida por mim”. Cada um. Deu a vida por ti, por ti, por ti, por mim, por ele... por cada um, com nome e sobrenome. O seu amor é assim: pessoal. O amor de Jesus nunca decepciona, porque Ele nunca se cansa de amar, como não se cansa de perdoar, não se cansa de nos abraçar. Esta é a primeira coisa que queria vos dizer: Jesus nos amou, cada um de nós, até o final. Em seguida, faz isto que os discípulos não entendiam: lavar os pés. Naquele tempo, isso era um costume, era um hábito, pois quando uma pessoa chegava numa casa, estava com os pés imundos com o pó da estrada; não existiam os paralelepípedos naquele tempo... Havia o pó da estrada. E na entrada da casa, os seus pés eram lavados. Mas isso não era o dono da casa que fazia, eram os escravos que o faziam. Era um trabalho de escravos. E Jesus, como escravo, lava os nossos pés, os pés dos discípulos, e por isso diz: “Agora, não entendes – se dirigia a Pedro - o que estou fazendo; mais tarde compreenderás”. Jesus: tão grande é o seu amor que se fez escravo para nos servir, para nos curar, para nos limpar.

Papa Francisco
Homilia pronunciada na missa da Ceia do Senhor
celebrada no Cárcere de Rebbibia, Roma, 2015.

Ceia do Senhor
Início do Tríduo Pascal

Desejei ardentemente comer convosco esta Páscoa antes de ir sofrer.
Glória ao Pai ao Filho e ao Espírito Santo,
como era no princípio, agora e sempre.
Amém.

Hino
Memória da morte
de Cristo Senhor,
Pão vivo, que ao homem
dá vida e valor,
fazei-me viver
de vossa ternura,
sentindo nos lábios
a vossa doçura.

Fiel pelicano,
Jesus, meu Senhor,
lavai-me no sangue,
a mim pecador;
pois dele uma gota
já salva e redime
a todo o Universo
dos laços do crime.

Enfim, contemplando
na glória dos céus
o vosso semblante,
sem sombras nem véus,
irei bendizer-vos,
Jesus, Sumo Bem,
ao Pai e ao Espírito
nos séculos. Amém.

Salmo 71(72)

Abriram seus cofres e ofereceram-lhe presentes: ouro, incenso e mirra (Mt 2,11).

II

Libertará o indigente que suplica,
e o pobre ao qual ninguém quer ajudar.
Terá pena do indigente e do infeliz,
e a vida dos humildes salvará.

Há de livrá-los da violência e opressão,
pois vale muito o sangue deles a seus olhos!
Que ele viva e tenha o ouro de Sabá!
Hão de rezar também por ele sem cessar,
bendizê-lo e honrá-lo cada dia.

Haverá grande fartura sobre a terra,
até mesmo no mais alto das montanhas;
as colheitas florirão como no Líbano,
tão abundantes como a erva pelos campos!

Seja bendito o seu nome para sempre!
E que dure como o sol sua memória!
Todos os povos serão nele abençoados,
todas as gentes cantarão o seu louvor!

Bendito seja o Senhor Deus de Israel,
porque só ele realiza maravilhas!
Bendito seja o seu nome glorioso!
Bendito seja eternamente! Amém, amém!

Glória ao Pai...

Leitura Hb 13,12-15
Jesus sofreu do lado de fora da porta, para santificar o povo pelo seu próprio sangue. Vamos, portanto, sair ao seu encontro, fora do acampamento, carregando a sua humilhação. Porque não temos aqui cidade permanente, mas estamos à procura daquela que está para vir. Por meio de Jesus, ofereçamos a Deus um perene sacrifício de louvor, isto é, o fruto dos lábios que celebram o seu nome.

Jesus Cristo se humilhou e se fez obediente, obediente até à morte.

MAGNIFICAT
Na ceia derradeira, Jesus tomou o pão,
deu graças e o partiu e o deu a seus discípulos.

A minha alma engrandece ao Senhor
e se alegrou o meu espírito em Deus, meu Salvador;
pois ele viu a pequenez de sua serva,
desde agora as gerações hão de chamar-me de bendita.

O Poderoso fez por mim maravilhas
e Santo é o seu nome!
Seu amor, de geração em geração,
chega a todos que o respeitam;

demonstrou o poder de seu braço,
dispersou os orgulhosos;
derrubou os poderosos de seus tronos
e os humildes exaltou;

De bens saciou os famintos,
e despediu, sem nada, os ricos.
Acolheu Israel, seu servidor,
fiel ao seu amor,
como havia prometido aos nossos pais,
em favor de Abraão e de seus filhos, para sempre.

Glória ao Pai...

Preces
Adoremos o nosso Salvador, que durante a última Ceia com os seus discípulos, na noite em que foi entregue, deixou à Igreja o memorial perene de sua Paixão e Ressurreição. Oremos, dizendo:

R. Santificai, Senhor, o povo que remistes com vosso sangue!

Jesus, nosso Redentor, concedei que, pela penitência, nos associemos cada vez mais plenamente à vossa Paixão,
– a fim de alcançarmos a glória da ressurreição. R.

Acolhei-nos sob a proteção de Maria,vossa Mãe, consoladora dos aflitos,
– para podermos confortar os tristes como mesmo auxílio que de vós recebemos. R.

Concedei aos vossos fiéis a graça de tomar parte na vossa Paixão por meio dos sofrimentos da vida,
– para que também neles se manifeste a vossa salvação. R.

Senhor Jesus, que vos humilhastes na obediência até à morte e morte de cruz,
– ensinai-nos a ser obedientes e a sofrer com paciência. R.

(Intenções livres)

Tornai os corpos de nossos irmãos e irmãs falecidos semelhantes à imagem do vosso corpo glorioso,
– e fazei-nos dignos de participar, um dia, com eles, da vossa glória. R.
Pai nosso...
em latim

Pai nosso...

ANTÍFONA MARIANA

Stabat Mater dolorosa juxta crucem lacrymosa
Dum pendebat Filius.
Cujus animam gementem, contristatam et dolentem
Pertransivit gladius

O quam tristis et afflicta fuit illa benedicta,
Mater Unigeniti!
Quae moerebat et dolebat et tremebat cum videbat
Nati poenas inclyti.

Tradução:
Estava a Mãe dolorosa, junto à cruz, lacrimosa,
Da qual pendia o Filho.
Sua alma agoniada, aflita e dolorida.
A espada atravessou

Quão triste e aflita esteve ela, a bendita,
Mãe do Unigênito!
Quão abatida, sofrida e trêmula via
O sofrimento do Filho divino.

SEJAM SANTOS!
Na escola da santidade.

Evangelho segundo São João 13,1-15.

Antes da festa da Páscoa, sabendo Jesus que chegara a sua hora de passar deste mundo para o Pai, Ele, que amara os seus que estavam no mundo, amou-os até ao fim.
No decorrer da ceia, tendo já o Demónio metido no coração de Judas Iscariotes, filho de Simão, a ideia de O entregar,
Jesus, sabendo que o Pai Lhe tinha dado toda a autoridade, sabendo que saíra de Deus e para Deus voltava,
levantou-Se da mesa, tirou o manto e tomou uma toalha, que pôs à cintura.
Depois, deitou água numa bacia e começou a lavar os pés aos discípulos e a enxugá-los com a toalha que pusera à cintura.
Quando chegou a Simão Pedro, este disse-Lhe: «Senhor, Tu vais lavar-me os pés?».
Jesus respondeu: «O que estou a fazer, não o podes entender agora, mas compreendê-lo-ás mais tarde».
Pedro insistiu: «Nunca consentirei que me laves os pés». Jesus respondeu-lhe: «Se não tos lavar, não terás parte comigo».
Simão Pedro replicou: «Senhor, então não somente os pés, mas também as mãos e a cabeça».
Jesus respondeu-lhe: «Aquele que já tomou banho está limpo e não precisa de lavar senão os pés. Vós estais limpos, mas não todos».
Jesus bem sabia quem O havia de entregar. Foi por isso que acrescentou: «Nem todos estais limpos».
Depois de lhes lavar os pés, Jesus tomou o manto e pôs-Se de novo à mesa. Então disse-lhes: «Compreendeis o que vos fiz?
Vós chamais-Me Mestre e Senhor, e dizeis bem, porque o sou.
Se Eu, que sou Mestre e Senhor, vos lavei os pés, também vós deveis lavar os pés uns aos outros.
Dei-vos o exemplo, para que, assim como Eu fiz, vós façais também».

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