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Redação da Aleteia

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Festividade do dia

quinta-feira 20 junho
Bem-aventurado Paulo Shinsuke

Mártir (†1626)

CHURCH
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Em todas as missões a catequese e, principalmente, a figura do catequista, sempre teve grande importância e valor indispensável. Muitos catequistas, por serem na maioria das vezes autóctones, foram de ajuda inestimável aos missionários, ajudando na tradução dos conceitos fundamentais da fé não apenas nas palavras, mas também nos exemplos. São inúmeros, os catequistas que testemunharam com a perda da própria vida sua fé no Cristo e na ressurreição. Uma dessas testemunhas foi o bem-aventurado Paulo Shinsuke. Nascido em Usanda, Japão, em 1581, conheceu ainda jovem os primeiros missionários jesuítas. Ao receber o anúncio, abraçou a fé cristã, recebendo o batismo. A partir daí, começou a ajudar os padres no que lhe era possível; aos poucos, com a convivência, sua fé foi se fortalecendo a ponto de se tornar catequista. Seu sonho, no entanto, era ser admitido na Companhia de Jesus. No entanto, adversidades se desenhavam no horizonte: já no ano de 1614 começam as primeiras perseguições contra os missionários e, por consequência, contra todos aqueles que os ajudavam. Em 1615 a perseguição chegou a Nagasaki. Em 1625, numa das tantas buscas por missionários que as autoridades organizavam, padre Pacheco e alguns colaboradores foram presos. Dentre estes, estava Paulo Shinsuke. Na prisão os tormentos eram muitos. Mas nada podia tirar a alegria de Paulo, que havia finalmente realizado seu sonho: fora admitido na Companhia de Jesus. Após seis meses de dura prisão, em 1626 chegou a ordem do governador: os missionários e os catequistas presos deviam ser mortos. No dia 20 de junho, com uma corda amarrada ao pescoço, Paulo e os demais foram arrastados até uma colina de Nagasaki: aí foram todos queimados vivos. As suas cinzas, para evitar que os demais fiéis pudessem recolhê-las para a veneração, foram jogadas ao mar. No dia 7 de julho de 1867 o Papa Pio XI o beatificou, juntamente com outros 204 mártires do Japão.

Descubra outros santos clicando aqui


A Cristo Senhor, o Pão da vida, vinde todos, adoremos!
Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo,
como era no princípio, agora e sempre. Amém
Hino
Eis que o Verbo, habitando entre nós
sem do Pai ter deixado a direita,
chega ao fim de seus dias na terra,
completando uma obra perfeita.

Conhecendo o Senhor quem iria
entregá-lo na mão do homicida,
quis aos doze entregar-se primeiro,
qual perfeito alimento da vida.

E debaixo de duas espécies
o seu corpo e seu sangue nos deu:
alimento vital para o homem,
que se nutre do Corpo de Deus.

No presépio quis ser companheiro,
como pão numa ceia se deu.
Foi na cruz nosso preço e resgate,
e será nosso prêmio no céu.

Hóstia pura, trazeis salvação,
e do céu nos abristes a porta.
Inimigos apertam o cerco,
dai-nos força que anima e conforta.

Ao Deus Uno e Trino, o louvor,
toda a glória e poder sempiterno,
e a vida sem fim nos conceda
lá na Pátria, no reino eterno.

Cântico Is 2,2-5

Todas as nações virão prostrar-se diante de Ti (Ap 15,4).

Salmo 149

Os filhos da Igreja, novo povo de Deus, se alegrem no seu Rei Cristo Jesus (Hesíquio)

Cantai ao Senhor Deus um canto novo
e o seu louvor na assembléia dos fiéis!
Alegre-se Israel em quem o fez,
e Sião se rejubile no seu Rei!
Com danças glorifiquem o seu nome,
toquem harpa e tambor em sua honra!

Porque, de fato, o Senhor ama seu povo
e coroa com vitória os seus humildes.
Exultem os fiéis por sua glória,
e cantando se levantem de seus leitos,
com louvores do Senhor em sua boca
e espadas de dois gumes em sua mão,

para exercer sua vingança entre as nações,
e infligir o seu castigo entre os povos,
colocando nas algemas os seus reis,
e seus nobres entre ferros e correntes,
para aplicar-lhes a sentença já escrita:
Eis a glória para todos os seus santos.

Glória ao Pai...

Leitura breve Ml 1,11
Desde o nascer do sol até ao poente, grande é meu nome entre as nações, em todo o lugar se oferece um sacrifício e uma oblação pura ao meu nome, porque grande é o meu nome entre as nações, diz o Senhor dos exércitos.

Da terra tira o homem seu sustento, aleluia, aleluia.
E o vinho que alegra o coração.

BENEDICTUS
Eu sou o Pão vivo descido do céu;
quem comer deste pão viverá para sempre. Aleluia.

Bendito seja o Senhor Deus de Israel,
porque a seu povo visitou e libertou;

e fez surgir um poderoso Salvador
na casa de Davi, seu servidor,

como falara pela boca de seus santos,
os profetas desde os tempos mais antigos,

para salvar-nos do poder dos inimigos
e da mão de todos quantos nos odeiam.

Assim mostrou misericórdia a nossos pais,
recordando a sua santa Aliança

e o juramento a Abraão, o nosso pai,
de conceder-nos que, libertos do inimigo,

a ele nós sirvamos sem temor
em santidade e em justiça diante dele,
enquanto perdurarem nossos dias.

Serás profeta do Altíssimo, ó menino,
pois irás andando à frente do Senhor
para aplainar e preparar os seus caminhos,

anunciando ao seu povo a salvação,
que está na remissão de seus pecados;

pela bondade e compaixão de nosso Deus,
que sobre nós fará brilhar o Sol nascente,

para iluminar a quantos jazem entre as trevas
e na sombra da morte estão sentados

e para dirigir os nossos passos,
guiando-os no caminho da paz.

Glória ao Pai...

Preces
Oremos, irmãos e irmãs, a Jesus Cristo, pão da vida; e digamos com alegria:

R. Felizes os convidados para a ceia do Senhor!

Cristo, Sacerdote da nova e eterna Aliança, que no altar da cruz oferecestes ao Pai um sacrifício perfeito,
– ensinai-nos a oferecer convosco este sacrifício santo. R.

Cristo, rei de paz e de justiça, que consagrastes o pão e o vinho como sinais da vossa oferenda,
– associai-nos ao vosso sacrifício, como oferenda agradável a Deus Pai. R.

Cristo, verdadeiro adorador do Pai, que do nascer ao pôr do sol sois oferecido pela Igreja como uma oblação pura,
– congregai na unidade do vosso corpo os que saciais com o mesmo pão. R.

Cristo, maná descido do céu, que alimentais a Igreja com o vosso corpo e o vosso sangue,
– fortificai-a na caminhada para o Pai. R.

Cristo, que estais à porta e bateis,
– entrai e vinde sentar à nossa mesa. R.

(Intenções livres)

Pai nosso ...

Oração
Senhor Jesus Cristo, neste admirável sacramento, nos deixastes o memorial da vossa paixão. Dai-nos venerar com tão grande amor o mistério do vosso Corpo e do vosso Sangue, que possamos colher continuamente os frutos da vossa redenção. Vós, que viveis e reinais com o Pai, na unidade do Espírito Santo

Todos comeram e ficaram satisfeitos.

O primeiro conteúdo da fé eucarística é o próprio mistério de Deus, amor trinitário. No diálogo de Jesus com Nicodemos, encontramos uma afirmação esclarecedora a esse respeito: “Deus amou tanto o mundo que entregou o seu Filho Unigênito, para que todo o homem que acredita nele não pereça, mas tenha a vida eterna. Porque Deus não enviou o Filho ao mundo para condenar o mundo, mas para que o mundo seja salvo por ele” (Jo 3,16-17). Estas palavras revelam a raiz última do dom de Deus. Na Eucaristia, Jesus não dá “alguma coisa”, mas dá-se a si mesmo; entrega o seu corpo e derrama o seu sangue. Deste modo dá a totalidade da sua própria vida, manifestando a fonte originária deste amor: Ele é o Filho eterno que o Pai entregou por nós. Noutro passo do evangelho, depois de Jesus ter saciado a multidão pela multiplicação dos pães e dos peixes, ouvimo-lo dizer aos interlocutores que vieram atrás dele até à sinagoga de Cafarnaum: “Meu Pai é que vos dá o verdadeiro pão que vem do céu. O pão de Deus é o que desce do céu para dar a vida ao mundo” (Jo 6,32-33), acabando por identificar-se ele mesmo — a sua própria carne e o seu próprio sangue — com aquele pão: “Eu sou o pão vivo descido do céu. Quem comer deste pão viverá eternamente. E o pão que eu hei de dar é a minha carne que eu darei pela vida do mundo” (Jo 6,51). Assim Jesus manifesta-se como o pão da vida que o Pai eterno dá aos homens.

Papa emérito Bento XVI
Exortação Pós-Sinodal, Sacramento Caritatis, n. 7

A Cristo Senhor, o Pão da vida, vinde todos, adoremos!
Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo,
como era no princípio, agora e sempre.
Amém.

Hino
Vamos todos louvar juntos
o mistério do amor,
pois o preço deste mundo
foi o sangue redentor,
recebido de Maria,
que nos deu o Salvador.

Veio ao mundo por Maria,
foi por nós que ele nasceu.
Ensinou sua doutrina,
com os homens conviveu.
No final de sua vida,
um presente ele nos deu.

Observando a Lei mosaica,
se reuniu com os irmãos.
Era noite. Despedida.
Numa ceia:refeição.
Deu-se aos doze em alimento,
pelas suas próprias mãos.

A Palavra do Deus vivo
transformou o vinho e o pão
no seu sangue e no seu corpo
para a nossa salvação.
O milagre nós não vemos,
basta a fé no coração.

Tão sublime sacramento
adoremos neste altar,
pois o Antigo Testamento
deu ao Novo seu lugar.
Venha a fé por suplemento
os sentidos completar.

Ao Eterno Pai cantemos
e a Jesus, o Salvador.
Ao Espírito exaltemos,
na Trindade, eterno amor.
Ao Deus Uno e Trino demos
a alegria do louvor.

Cântico Cf. Ap 19,1-2.5-7

As núpcias do Cordeiro

Aleluia, Aleluia!
Ao nosso Deus a salvação,
honra, glória e poder!
Pois são verdade e justiça
os juízos do Senhor.

Aleluia, Aleluia!
Celebrai o nosso Deus,
servidores do Senhor!
E vós todos que o temeis,
vós os grandes e os pequenos!

Aleluia, Aleluia!
De seu reino tomou posse
nosso Deus onipotente!
Exultemos de alegria,
demos glória ao nosso Deus!

Aleluia, Aleluia!
Eis que as núpcias do Cordeiro
redivivo se aproximam!
Sua Esposa se enfeitou,
se vestiu de linho puro.

Glória ao Pai...

Leitura 1Cor 11,23-25
O que eu recebi do Senhor foi isso que eu vos transmiti: Na noite em que foi entregue, o Senhor Jesus tomou o pão e, depois de dar graças, partiu-o e disse: Isto é o meu corpo que é dado por vós. Fazei-o em memória de mim. Do mesmo modo, depois da ceia, tomou também o cálice e disse: Este cálice é a nova aliança, em meu sangue. Todas as vezes que dele beberdes, fazei isto em minha memória.

Deus lhes deu para comer o pão do céu, aleluia, aleluia.
O homem se nutriu do pão dos anjos.

MAGNIFICAT
Ó banquete tão sagrado, em que Cristo é alimento, a memória é celebrada de seu santo sofrimento; nossa mente se enriquece com a graça em seu fulgor;
da futura glória eterna nos é dado o penhor. Aleluia.

A minha alma engrandece ao Senhor
e se alegrou o meu espírito em Deus, meu Salvador;
pois ele viu a pequenez de sua serva,
desde agora as gerações hão de chamar-me de bendita.

O Poderoso fez por mim maravilhas
e Santo é o seu nome!
Seu amor, de geração em geração,
chega a todos que o respeitam;

demonstrou o poder de seu braço,
dispersou os orgulhosos;
derrubou os poderosos de seus tronos
e os humildes exaltou;

De bens saciou os famintos,
e despediu, sem nada, os ricos.
Acolheu Israel, seu servidor,
fiel ao seu amor,

como havia prometido aos nossos pais,
em favor de Abraão e de seus filhos, para sempre.

Glória ao Pai...

Preces
Cristo nos convida a todos para a Ceia em que entrega seu corpo e sangue pela vida do mundo. Peçamos-lhe com amor e confiança:

R. Cristo, pão do céu, dai-nos a vida eterna!

Cristo, Filho do Deus vivo, que nos mandastes celebrar a ceia eucarística em memória de vós,
– fortalecei a Igreja com a fiel celebração de vossos mistérios. R.

Cristo, sacerdote único do Deus Altíssimo, que confiastes aos sacerdotes a oferenda da Eucaristia,
– fazei que eles realizem em suas vidas o que celebram no sacramento. R.

Cristo, maná descido do céu, que reunis num só corpo todos os que participam do mesmo pão,
– conservai na paz e na concórdia aqueles que crêem em vós. R.

Cristo, médico celeste, que no pão da vida nos ofereceis o remédio da imortalidade e o penhor da ressurreição,
– dai saúde aos doentes e perdão aos pecadores. R.

(Intenções livres)

Cristo, rei da eterna glória, que nos mandastes celebrar a eucaristia para anunciar a vossa morte até à vossa vinda no fim dos tempos,
– tornai participantes da vossa ressurreição, todos os que morreram no vosso amor. R.

Pai nosso...

ANTÍFONA MARIANA
Ave, Regina Caelorum,
Ave, Domina Angelorum:
Salve, radix, salve, porta
Ex qua mundo lux est orta:
Gaude, Virgo gloriosa,
Super omnes speciosa,
Vale, o valde decora,
Et pro nobis Christum exorta.

(Tradução)
Ave, Rainha do céu;
ave, dos anjos Senhora;
ave, raiz, ave, porta;
da luz do mundo és aurora.
Exulta, ó Virgem gloriosa,
as outras seguem-te após;
nós te saudamos: adeus!
E pede a Cristo por nós!

SEJAM SANTOS!
Na escola da santidade.

Evangelho segundo São Lucas 9,11b-17.

Mas as multidões, que tal souberam, seguiram-no. Jesus acolheu-as e pôs-se a falar-lhes do Reino de Deus, curando os que necessitavam.
Ora, o dia começava a declinar. Os Doze aproximaram-se e disseram-lhe: «Despede a multidão, para que, indo pelas aldeias e campos em redor, encontre alimento e onde pernoitar, pois aqui estamos num lugar deserto.»
Disse-lhes Ele: «Dai-lhes vós mesmos de comer.» Retorquiram: «Só temos cinco pães e dois peixes; a não ser que vamos nós mesmos comprar comida para todo este povo!»
Eram cerca de cinco mil homens. Jesus disse aos discípulos: «Mandai-os sentar por grupos de cinquenta.»
Assim procederam e mandaram-nos sentar a todos.
Tomando, então, os cinco pães e os dois peixes, ergueu os olhos ao céu, abençoou-os, partiu-os e deu-os aos discípulos, para que os distribuíssem à multidão.
Todos comeram e ficaram saciados; e, do que lhes tinha sobrado, ainda recolheram doze cestos cheios.

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