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Festividade do dia

quinta-feira 22 agosto
São João Wall

Sacerdote e mártir inglês (†1679)

CHILD
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Nasceu dia 21 de agosto de 1620 em uma família rica, perto de Preston, Lancashire, Reino Unido.
Em 1641 ingressou no Colégio inglês de Douai (norte da França), onde foi ordenado quatro anos depois, em 1645. Após um breve período de missão na Inglaterra, retornou a Douai onde escolheu vestir o hábito franciscano no convento de São Boaventura (1651), assumindo o nome religioso de Frei Joaquim de Santa Ana. Muito apreciado por suas excelentes qualidades, serviu como vigário e mestre de noviços do convento.
Em 1656, partiu novamente para outra missão inglesa, assumindo o nome fictício de Francis Webb, em Harvingion Hall, Worcester. Lá ele foi capaz de exercer o ministério pastoral sem ser perturbado por mais de vinte e dois anos, com grande proveito para os católicos locais.
Foi inesperadamente capturado em Rushock Court, perto de Bromsgravc, na época da suposta conspiração papista, montada pelo infame Tiius Oatcs. Wall recusou-se decididamente a prestar o juramento de supremacia ao rei, assim foi preso na prisão de Worcester, onde permaneceu por cinco meses num grande sofrimento, suportado com grande força de espírito.
No dia 25 de abril de 1679 foi julgado pelo juiz Atkins e condenado à morte sob a acusação de alta traição.
No entanto, foi enviado para Londres para ser examinado pelos juízes Oatcs, Bcdloe, Dugdale e Prance, pelos quais foi exonerado de qualquer participação na conspiração papista, embora tenha sido novamente condenado à morte por seu status como padre. Devido à sua condição sacerdotal foi enviado de volta a Worcester para a execução, que aconteceu algum tempo depois, em 22 de agosto de 1679.
Pouco antes de subir no patíbulo leu um longo discurso no qual descreveu seu julgamento e condenação e deu a um amigo para tê-lo impresso. (Londres, 1679).
Única vítima que sofreu martírio em Worcester por causa da fé, Wall foi assistido nos últimos dias de sua existência por seu irmão Guilherme Leveson (irmão do mártir também franciscano Francesco Levcsoi), que morreu na prisão na mesma cidade, aos trinta e quatro anos, em fevereiro de 1680).
Os restos mortais do heroico confessor da fé foram enterrados no cemitério anexo à igreja de São Osvaldo de Worcester, enquanto a cabeça foi levada ao mosteiro dos franciscanos de Douai, ao qual pertencia o mártir e onde ainda é preservada e venerada.
Foi beatificado por Pio XI em 15 de dezembro 1929 e canonizado pelo Papa Paulo VI na Basílica de São Pedro, em 1970.

Descubra outros santos clicando aqui

Vosso amor é mais alto que os céus,
mais que as nuvens a vossa verdade!
Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo,
como era no princípio, agora e sempre.
Amém
Hino
Filha de reis, estirpe de Davi,
como é gloriosa a luz em que fulguras!
Sobre as regiões celestes elevada,
Virgem Maria, habitas nas alturas.

No coração, ó Virgem, preparaste,
para o Senhor dos céus, habitação.
E no sagrado templo do teu seio
Deus toma um corpo e faz-se nosso irmão,

perante quem o mundo se ajoelha
a quem a terra adora, reverente,
a quem pedimos venha em nosso auxílio,
radiosa luz, que as trevas afugente.

Tal nos conceda o Pai de toda a luz
e o Filho que por nós de ti nasceu,
com o Espírito, Sopro que dá vida,
reinando pelos séculos, no céu.

Cântico Is 66,10-14a
A Jerusalém celeste é livre, e é a nossa mãe (Gl 4,26).

Alegrai-vos com Sião
e exultai por sua causa,
todos vós que a amais;
tomai parte no seu júbilo,
todos vós que a lamentais!

Podereis alimentar-vos,
saciar-vos com fartura
com seu leite que consola;
podereis deliciar-vos
nas riquezas de sua glória.

Pois assim fala o Senhor:
‘Vou fazer correr a paz
para ela como um rio,
e as riquezas das nações
qual torrente a transbordar.

Vós sereis amamentados
e ao colo carregados
e afagados com carícias;
como a mãe consola o filho.
em Sião vou consolar-vos.

Tudo isso vós vereis,
e os vossos corações
de alegria pulsarão;
vossos membros, como plantas,
tomarão novo vigor’.

Glória ao Pai...

Leitura breve Is 61,10
Exulto de alegria no Senhor e minh'alma regozija-se em meu Deus; ele me vestiu com as vestes da salvação, envolveu-me com o manto da justiça e adornou-me qual noiva com suas joias.

O Senhor a escolheu, entre todas ela foi preferida.
O Senhor a fez morar em sua santa habitação.

BENEDICTUS
Excelsa Rainha do mundo, Maria, ó Virgem perpétua, gerastes o Cristo, Senhor, de todos o Deus Salvador.

Bendito seja o Senhor Deus de Israel,
porque a seu povo visitou e libertou;

e fez surgir um poderoso Salvador
na casa de Davi, seu servidor,

como falara pela boca de seus santos,
os profetas desde os tempos mais antigos,

para salvar-nos do poder dos inimigos
e da mão de todos quantos nos odeiam.

Assim mostrou misericórdia a nossos pais,
recordando a sua santa Aliança

e o juramento a Abraão, o nosso pai,
de conceder-nos que, libertos do inimigo,

a ele nós sirvamos sem temor
em santidade e em justiça diante dele,
enquanto perdurarem nossos dias.

Serás profeta do Altíssimo, ó menino,
pois irás andando a frente do Senhor
para aplainar e preparar os seus caminhos,

anunciando ao seu povo a salvação,
que está na remissão de seus pecados;

pela bondade e compaixão de nosso Deus,
que sobre nós fará brilhar o Sol nascente,

para iluminar a quantos jazem entre as trevas
e na sombra da morte estão sentados

e para dirigir os nossos passos,
guiando-os no caminho da paz.

Glória ao Pai...

Preces

Celebremos nosso Salvador, que se dignou nascer da Virgem Maria; e peçamos:

R. Senhor, que a vossa Mãe interceda por nós!

Sol de justiça, a quem a Virgem Imaculada precedeu como aurora resplandecente,
concedei que caminhemos sempre à luz da vossa presença. R.

Palavra eterna do Pai, que escolhestes Maria como arca incorruptível para vossa morada,
⸻ livrai-nos da corrupção do pecado. R.

Salvador do mundo, que tivestes vossa Mãe junto à cruz,
⸻ concedei-nos, por sua intercessão, a graça de participar generosamente nos vossos sofrimentos. R.

Jesus de bondade, que, pregado na cruz, destes Maria por Mãe a João,
⸻ fazei que vivamos também como seus filhos. R.

(Intenções livres)

Pai nosso...

Oração
Ó Deus, que fizestes a Mãe do vosso Filho nossa Mãe e Rainha, dai-nos, por sua intercessão, alcançar o Reino do céu e a glória prometida aos vossos filhos e filhas. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Ad Caeli Reginam

Veneráveis irmãos, segundo a tradição e a sagrada liturgia, o principal argumento em que se funda a dignidade régia de Maria é sem dúvida a maternidade divina. Na verdade, do Filho que será dado à luz pela Virgem, afirma-se na Sagrada Escritura: “chamar-se-á Filho do Altíssimo e o Senhor Deus dar-lhe-á o trono de Davi, seu pai; reinará na casa de Jacó eternamente, e o seu reino não terá fim”; ao mesmo tempo em que Maria é proclamada “a Mãe do Senhor”. Daqui se segue, logicamente, que Maria é rainha, por ter dado a vida a um Filho, que no próprio instante da sua concepção, mesmo como homem, era rei e senhor de todas as coisas, pela união hipostática da natureza humana com o Verbo. Por isso, muito bem escreveu São João Damasceno: “Tornou-se verdadeiramente senhora de toda a criação, quando se tornou Mãe do Criador”. E, assim, o arcanjo Gabriel pode ser chamado o primeiro arauto da dignidade real de Maria.
Contudo, nossa Senhora deve ser proclamada Rainha, não só pela sua maternidade divina, mas ainda pelo papel singular que Deus queria que ela tivesse na obra da salvação. “Que pode haver - escrevia nosso predecessor de feliz memória, Pio XI - mais doce e suave do que pensar que Cristo é nosso Rei, não só por direito de natureza, mas ainda por direito adquirido, isto é, pela redenção?” Repensem todos os homens, esquecidos do quanto custamos ao nosso Redentor e recordem todos: “Não fostes remidos com ouro ou prata, bens corruptíveis..., mas pelo precioso sangue de Cristo, cordeiro imaculado e incontaminado”. “Não pertencemos, portanto, a nós mesmos, pois Cristo ‘a alto preço’, ‘nos comprou’ ”.
Procurem, pois todos, e agora com mais confiança, aproximar-se do trono da misericórdia e da graça, para pedir à nossa Rainha e Mãe socorro na adversidade, luz nas trevas, conforto na dor e no pranto; e, o que é mais, esforcem-se por se libertar da escravidão do pecado, e prestem ao cetro régio de tão poderosa Mãe a homenagem duradoura da devoção filial. Frequentem as multidões de fiéis os seus templos e lhe celebrem as festas. Ande nas mãos de todos a piedosa coroa do terço e reúnam-se para a recitação dele - nas igrejas, nas casas, nos hospitais e nas prisões - ora pequenos grupos, ora grandes assembleias, para cantarem as glórias de Maria. Honre-se o mais possível o seu nome, mais doce do que o néctar e mais valioso que toda a pedra preciosa. Que ninguém ouse, o que seria prova de alma vil, pronunciar ímpias blasfêmias contra este nome santíssimo, ornado de tanta majestade e venerável pelo carinho próprio de mãe, nem se atreva ninguém a dizer nada que seja irreverente.
Com vivo e diligente cuidado todos se esforcem por copiar nos sentimentos e nos atos, segundo a própria condição, as altas virtudes da Rainha do céu e nossa Mãe amantíssima.

Papa Pio XII
260° Papa da Igreja Católica
Carta Encíclica “Ad Caeli Reginam”, 33-34; 46-47 (1954)

Um canto novo, meu Deus, vou cantar-vos!
Feliz o povo que tem o Senhor por seu Deus!
Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo,
como era no princípio, agora e sempre.
Amém.

Hino
Sob o peso dos pecados,
oprimidos, te invocamos.
Junto a ti, do céu Rainha,
um refúgio procuramos.

Tu, da vida eterna porta,
ouve o povo em seu clamor.
Restitui a esperança
que a mãe Eva nos tirou.

Ó Princesa e mãe do Príncipe,
pela tua intercessão,
dá-nos ter a vida eterna,
e no tempo a conversão.

Quando oras, ó santíssima,
os eleitos também oram.
O Senhor, por tuas preces,
dá a graça aos que lhe imploram.

Ó Rainha e Mãe de todos,
dos teus filhos ouve a voz,
e, depois da vida frágil,
a paz reine sobre nós.

Honra e glória ao Pai, ao Filho
e ao Espírito também,
que de glória te vestiram
no esplendor dos céus. Amém.

Salmo 143 (II)
As suas mãos foram treinadas para a luta, quando venceu o mundo conforme disse: eu venci o mundo (Santo Hilário).

Um canto novo, meu Deus, vou cantar-vos,
nas dez cordas da harpa louvar-vos,
a vós que dais a vitória aos reis
e salvais vosso servo Davi.

Da espada maligna livrai-me
e salvai-me da mão dos estranhos;
sua boca só tem falsidade,
sua mão jura falso e engana.

Que nossos filhos, quais plantas viçosas,
cresçam sadios, e fortes floresçam!
As nossas filhas, colunas robustas,
que um artista esculpiu para o templo.

Nossos celeiros transbordem de cheios,
abastecidos de todos os frutos!
Nossas ovelhas em muitos milhares
se multipliquem nas nossas campinas!

O nosso gado também seja gordo!
Não haja brechas em nossas muralhas,
nem desterro ou gemido nas praças!

Feliz o povo a quem isto acontece,
e que tem o Senhor por seu Deus!
.

Glória ao Pai...

Leitura breve Gl 4,4-5
Quando se completou o tempo previsto, Deus enviou o seu Filho, nascido de uma mulher, nascido sujeito à Lei, a fim de resgatar os que eram sujeitos à Lei e para que todos recebêssemos a filiação adotiva.

Maria, alegra-te, ó cheia de graça; Senhor é contigo!
És bendita entre todas as mulheres da terra e bendito é o fruto que nasceu do teu ventre!

MAGNIFICAT
Santa Maria, sempre Virgem, Mãe de Deus, Senhora nossa; sois o templo do Senhor, santuário do Espírito! Mais que todas agradastes a Jesus, nosso Senhor.

A minha alma engrandece ao Senhor
e se alegrou o meu espírito em Deus, meu Salvador;
pois ele viu a pequenez de sua serva,
desde agora as gerações hão de chamar-me de bendita.

O Poderoso fez por mim maravilhas
e Santo é o seu nome!
Seu amor, de geração em geração,
chega a todos que o respeitam;

demonstrou o poder de seu braço,
dispersou os orgulhosos;
derrubou os poderosos de seus tronos
e os humildes exaltou;

De bens saciou os famintos,
e despediu, sem nada, os ricos.
Acolheu Israel, seu servidor,
fiel ao seu amor,

como havia prometido aos nossos pais,
em favor de Abraão e de seus filhos, para sempre.

Glória ao Pai...

Preces
Proclamemos a grandeza de Deus Pai todo-poderoso. Ele quis que Maria, Mãe de seu Filho, fosse celebrada por todas as gerações. Peçamos humildemente:

R. Cheia de graça, intercedei por nós!

Deus, autor de tantas maravilhas, que fizestes a Imaculada Virgem Maria participar em corpo e alma da glória celeste de Cristo,
⸻ conduzi para a mesma glória os corações de vossos filhos e filhas. R.

Vós, que nos destes Maria por Mãe, concedei, por sua intercessão, saúde aos doentes, consolo aos tristes, perdão aos pecadores,
⸻ e a todos a salvação e a paz. R.

Vós, que fizestes de Maria a cheia de graça,
⸻ concedei a todos a abundância da vossa graça. R.

Fazei, Senhor, que a vossa Igreja seja, na caridade, um só coração e uma só alma,
e que todos os fiéis perseverem unânimes na oração com Maria, Mãe de Jesus. R.

(Intenções livres)

Vós, que coroastes Maria como rainha do céu,
⸻ fazei que nossos irmãos e irmãs falecidos se alegrem eternamente em vosso reino, na companhia dos santos. R.

Pai nosso...

ANTÍFONA MARIANA
Salve, Regina, mater misericordiae
Vita, dulcedo, et spes nostra, salve.
Ad te clamamus, exsules, filii evae.
Ad te suspiramus, gementes et flentes
in hac lacrimarum valle.

Eia ergo, Advocata nostra,
illos tuos misericordes oculos
ad nos converte.
Et Iesum, benedictum fructum ventris tui,
nobis post hoc exsilium ostende.
O clemens, O pia, O dulcis Virgo Maria.

Ora pro nobis sancta Dei Genetrix.
Ut digni efficiamur promissionibus Christi. Amen.
(Tradução)

Salve Rainha, Mãe de Misericórdia, vida e doçura esperança nossa salve! A vós bradamos os degredados filhos de Eva.
A vós suspiramos gemendo e chorando neste vale de lágrimas.
Eia, pois advogada nossa, esses vossos olhos misericordiosos a nós volvei, e depois deste desterro, mostrai-nos Jesus, bendito fruto do vosso ventre, ó clemente, ó piedosa ó doce e sempre Virgem Maria.
Rogai por nós Santa Mãe de Deus, para que sejamos dignos das promessas de Cristo. Amém

SEJAM SANTOS!
Na escola da santidade.

Evangelho segundo São Mateus 22,1-14.

Naquele tempo, Jesus dirigiu-Se de novo aos príncipes dos sacerdotes e aos anciãos do povo e, falando em parábolas,
disse-lhes: «O reino dos Céus pode comparar-se a um rei que preparou um banquete nupcial para o seu filho.
Mandou os servos chamar os convidados para as bodas, mas eles não quiseram vir.
Mandou ainda outros servos, ordenando-lhes: "Dizei aos convidados: Preparei o meu banquete, os bois e cevados foram abatidos, tudo está pronto. Vinde às bodas".
Mas eles, sem fazerem caso, foram um para o seu campo e outro para o seu negócio;
os outros apoderaram-se dos servos, trataram-nos mal e mataram-nos.
O rei ficou muito indignado e enviou os seus exércitos, que acabaram com aqueles assassinos e incendiaram a cidade.
Disse então aos servos: "O banquete está pronto, mas os convidados não eram dignos.
Ide às encruzilhadas dos caminhos e convidai para as bodas todos os que encontrardes".
Então os servos, saindo pelos caminhos, reuniram todos os que encontraram, maus e bons. E a sala do banquete encheu-se de convidados.
O rei, quando entrou para ver os convidados, viu um homem que não estava vestido com o traje nupcial
e disse-lhe: "Amigo, como entraste aqui sem o traje nupcial?". Mas ele ficou calado.
O rei disse então aos servos: "Amarrai-lhe os pés e as mãos e lançai-o às trevas exteriores; aí haverá choro e ranger de dentes".
Na verdade, muitos são os chamados, mas poucos os escolhidos».

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