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Santa Catarina de Suécia

Virgem, († 1381)                                                           Comemoração: 24 de março

Catarina Ulfsdotter era a quarta dos oito filhos de Santa Brígida, padroeira da Europa e a santa mais conhecida e venerada da Suécia. Santa Brígida era uma grande mística sueca que teve muita influência na história, vida e literatura de seu país. Catarina nasceu, portanto, em berço nobre, rico e cristão, no ano de 1331. Em casa, recebeu, especialmente de sua mãe, educação e formação muito sólida com base cristã.

Aos 7 anos, foi entregue à abadessa do convento de Risberg para continuar recebendo a educação católica compartilhada por seus pais. 

Terminado o tempo de formação, Catarina teve que se casar, como era costume, aos 13 anos, com um nobre de ascendência alemã, Edgart von Kürnen. Sabendo que ele era um cristão fervoroso, Catarina o persuadiu, depois do casamento, a manter o seu voto de castidade. Edgart adotou também tal voto em sua vida e os dois passaram a viver como irmãos.

No entanto, Edgart logo adoeceu, seu estado rapidamente se agravou e ele ficou paralítico. Catarina continuou a cuidar dele, dedicando ainda mais carinho, amor e generosidade. 

Em 1349, sua mãe, Santa Brígida, fez com o marido uma peregrinação a Santiago de Compostela, na Espanha, durante a qual ele se sentiu mal e faleceu pouco depois, ainda em solo espanhol. Viúva, Santa Brígida mudou-se para Roma a fim de ficar mais perto dos lugares de devoção e socorrer os peregrinos suecos que para lá se dirigiam. Com permissão do marido, Catarina foi juntar-se a ela. Pouco depois, recebeu a notícia do falecimento de Edgart.

Em Roma, Brígida e Catarina vestiram o hábito de religiosas, fizeram os votos e não mais se separaram. Catarina acompanhou, trabalhou e incrementou todo o trabalho de evangelização e caridade que sua mãe desenvolvia. As duas fundaram o Mosteiro de Vadstena, na Suécia. Nele, criaram e instalaram a Ordem de São Salvador. Santa Brígida foi abadessa e as monjas passaram a ser chamadas de brigidinas.                                                                     

Em 1372, Catarina e seu irmão Birger acompanharam a mãe em peregrinação à Terra Santa. Mas, logo chegando a Jerusalém, Santa Brígida adoeceu. Retornando a Roma, entregou a Deus seu espírito.

Dois anos depois, para atender a um pedido da mãe, Catarina voltou à Suécia levando seus restos mortais, para serem sepultados no Mosteiro de Vadstena, por ela fundado. Nele entrou Catarina, sendo logo reconhecida como priora.

Catarina crescia cada vez mais nas virtudes, principalmente na humildade e desapego do mundo. Instruía as monjas do mosteiro sobre a regra deixada por Santa Brígida.

Após a morte de Santa Brígida, vários prodígios começaram a acontecer, inúmeros milagres eram obtidos por sua intercessão. Isto levou os Prelados e os Príncipes da Suécia a pedir ao Papa a sua canonização. E, como embaixadora, ninguém melhor que a própria filha da santa para acompanhar em Roma a causa.

Depois de uma permanência de cinco anos na Cidade Eterna, trabalhando sem êxito para a beatificação de sua mãe, Catarina voltou para seu país. Tal era seu prestígio que, por onde passava, os principais representantes das cidades iam acolhê-la com provas de admiração. 

Ainda nesta viagem de volta, a santa operou mais um milagre à vista de todos. Tendo caído do carro um dos que a acompanhavam, foi esmagado por uma das rodas: Catarina rezou por ele e, ao simples toque de sua mão, curou-o imediatamente.

Pouco tempo depois de sua chegada, a saúde de Catarina começou a declinar. Ela havia contraído o hábito, desde menina, de confessar-se todos os dias e de receber frequentemente a Sagrada Comunhão. Quando foi obrigada a ficar de cama em virtude de sua última doença, não ousava receber a comunhão por causa da fraqueza de seu estômago, que lhe provocava contínuos vômitos. Por isso pedia que levassem o Santíssimo Sacramento à sua cela, para adorá-lo e para ela se humilhar em sua presença.

Enfim, entregou ela sua puríssima alma ao Criador no dia 24 de março de 1381, mal passados os cinquenta anos de idade. Dez anos depois, em 1391, sua mãe, Santa Brígida seria beatificada. Tendo ocorrido muitos milagres por intercessão de Catarina, esta foi beatificada em 1474.

Finalmente, a canonização de Catarina da Suécia foi celebrada em 1484, pelo Papa Inocente VIII.

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