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Santo André

Apóstolo (†I Século)   

APOSTLE

Public Domain

Santo André

André foi o primeiro Apóstolo a ser eleito.

Era irmão biológico de São Pedro, pescador de Betsaida, Galileia, e, inicialmente, um dos discípulos de São João Batista. Jesus chegou ao Jordão, ao lugar onde João batizava e este disse aos discípulos: “Eis aí o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo. É este que virá depois de mim”. André, compreendendo o sentido dessas palavras, seguiu Jesus com mais outro discípulo (provavelmente São João Evangelista). Jesus recebeu-os, perguntando-lhes: “Que desejais?” Eles responderam: “Mestre, onde moras?” — Ao que Jesus, respondeu: “Vinde e vede!” Foram e passaram o dia todo com ele. André encontrou o irmão, Simão, e disse-lhe: “Encontramos o Messias, que é Cristo”.

E levou-o a Jesus. Jesus olhou-o e disse: “Tu és Simão, filho de Jonas, serás chamado Cefas, que quer dizer Pedro, isto é, pedra”. Ainda não ficaram definitivamente com Jesus Cristo, mas voltaram para os seus negócios. Só pelo fim daquele mesmo ano foi que Jesus os procurou no lago Genesaré e tendo-os encontrado, quando lavavam as redes, disse-lhes: “Segui-me, far-vos-ei pescadores de homens”. Daí em diante eles abandonaram as redes e seguiram Jesus, não mais se separando dele.

Os Evangelhos relatam que Jesus Cristo, tendo passado a noite toda em oração, entre setenta e dois discípulos escolheu doze Apóstolos, dentre os quais André é escolhido em segundo lugar. Como dos outros Apóstolos, também de Santo André, os santos Evangelhos dão poucas notícias. A Tradição sabe que André, logo depois da descida do Espírito Santo, no dia de Pentecostes, partiu para a Cítia, país situado ao norte dos mares Negro e Cáspio. Mais tarde vemos o Apóstolo em Cólquida, na Trácia e na Grécia. Por último fundou uma Igreja em Patras, na Acaia, que foi uma das mais florescentes dos tempos apostólicos.

    Eusébio de Cesaréia, citando Orígenes, conta que André pregou na Ásia Menor e na Cítia, ao longo do mar Negro, chegando até o rio Volga e Kiev – é daí que se tenha tornado padroeiro da Romênia e da Rússia. De acordo com a tradição, teria fundado a sede de Bizâncio (Constantinopla), em 38. Esta diocese iria posteriormente se transformar no Patriarcado de Constantinopla, do qual André foi reconhecido como santo padroeiro.

    André teria sofrido o martírio através da crucifixão, em Patras (Patrae), na Acaia. Embora os textos mais antigos, como os Atos de André, mencionados por Gregório de Tours, descrevam que ele teria sido atado, e não pregado, a uma cruz latina, desenvolveu-se uma tradição de que André teria sido crucificado numa cruz do tipo conhecido como Crux decussata (“cruz em forma de ‘x'”), comumente conhecida como “cruz de Santo André” e que isto teria sido feito a pedido dele próprio, que se julgava indigno de ser crucificado no mesmo tipo de cruz que havia sido usada para crucificar Cristo. A iconografia familiar de seu martírio, que mostra o apóstolo atado à cruz em forma de “x”, não parece ter sido padronizada até o fim da Idade Média.

Trezentos anos mais tarde as relíquias de Santo André chegaram a Constantinopla.

Em 1210 foram transportadas para Amalfi, no reino de Nápoles.

Em 1462, o Papa Pio II depositou a cabeça do Apóstolo junto à confissão de São Pedro, seu irmão.

O Martírio de Santo André deu-se no dia 30 de Novembro, mas não se sabe o ano.

André foi o primeiro Apóstolo a ser eleito.

Era irmão biológico de São Pedro, pescador de Betsaida, Galileia, e, inicialmente, um dos discípulos de São João Batista. Jesus chegou ao Jordão, ao lugar onde João batizava e este disse aos discípulos: “Eis aí o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo. É este que virá depois de mim”. André, compreendendo o sentido dessas palavras, seguiu Jesus com mais outro discípulo (provavelmente São João Evangelista). Jesus recebeu-os, perguntando-lhes: “Que desejais?” Eles responderam: “Mestre, onde moras?” — Ao que Jesus, respondeu: “Vinde e vede!” Foram e passaram o dia todo com ele. André encontrou o irmão, Simão, e disse-lhe: “Encontramos o Messias, que é Cristo”.

E levou-o a Jesus. Jesus olhou-o e disse: “Tu és Simão, filho de Jonas, serás chamado Cefas, que quer dizer Pedro, isto é, pedra”. Ainda não ficaram definitivamente com Jesus Cristo, mas voltaram para os seus negócios. Só pelo fim daquele mesmo ano foi que Jesus os procurou no lago Genesaré e tendo-os encontrado, quando lavavam as redes, disse-lhes: “Segui-me, far-vos-ei pescadores de homens”. Daí em diante eles abandonaram as redes e seguiram Jesus, não mais se separando dele.

Os Evangelhos relatam que Jesus Cristo, tendo passado a noite toda em oração, entre setenta e dois discípulos escolheu doze Apóstolos, dentre os quais André é escolhido em segundo lugar. Como dos outros Apóstolos, também de Santo André, os santos Evangelhos dão poucas notícias. A Tradição sabe que André, logo depois da descida do Espírito Santo, no dia de Pentecostes, partiu para a Cítia, país situado ao norte dos mares Negro e Cáspio. Mais tarde vemos o Apóstolo em Cólquida, na Trácia e na Grécia. Por último fundou uma Igreja em Patras, na Acaia, que foi uma das mais florescentes dos tempos apostólicos.

Eusébio de Cesaréia, citando Orígenes, conta que André pregou na Ásia Menor e na Cítia, ao longo do mar Negro, chegando até o rio Volga e Kiev – é daí que se tenha tornado padroeiro da Romênia e da Rússia. De acordo com a tradição, teria fundado a sede de Bizâncio (Constantinopla), em 38. Esta diocese iria posteriormente se transformar no Patriarcado de Constantinopla, do qual André foi reconhecido como santo padroeiro.

André teria sofrido o martírio através da crucifixão, em Patras (Patrae), na Acaia. Embora os textos mais antigos, como os Atos de André, mencionados por Gregório de Tours, descrevam que ele teria sido atado, e não pregado, a uma cruz latina, desenvolveu-se uma tradição de que André teria sido crucificado numa cruz do tipo conhecido como Crux decussata (“cruz em forma de ‘x‘”), comumente conhecida como “cruz de Santo André” e que isto teria sido feito a pedido dele próprio, que se julgava indigno de ser crucificado no mesmo tipo de cruz que havia sido usada para crucificar Cristo. A iconografia familiar de seu martírio, que mostra o apóstolo atado à cruz em forma de “x”, não parece ter sido padronizada até o fim da Idade Média.

Trezentos anos mais tarde as relíquias de Santo André chegaram a Constantinopla.

Em 1210 foram transportadas para Amalfi, no reino de Nápoles.

Em 1462, o Papa Pio II depositou a cabeça do Apóstolo junto à confissão de São Pedro, seu irmão.

O Martírio de Santo André deu-se no dia 30 de Novembro, mas não se sabe o ano.

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