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Beato Dalmácio Moner 

Dominicano  († 1043)  

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Andrew Angelov | Shutterstock

De uma nobre família catalã, Dalmácio Moner nasceu em Santa Coloma de Farnés, na província de Girona, Catalunha, no ano de 1291.

Estudou em Girona e Montpellier. Durante o tempo que passou em Girona, afeiçoou-se tanto aos dominicanos que, depois de concluir seus estudos e retornar à sua terra natal, em 1306, pediu e se tornou membro professo da Ordem dos Pregadores, com quinze anos de idade. 

Foi ordenado sacerdote em 1314, aos vinte e três anos.

Dele podemos dizer que foi um herói de penitência e humildade. Moner nunca usava um hábito que não estivesse em frangalhos e pegava as peças de roupa de seus irmãos, que estavam desgastadas, e as usava num ato penitencial e de humilde de pobreza. Moner nunca consumia peixe ou ovos e, em vez disso, vivia de uma dieta de vegetais sem tempero e pão duro, embora acrescentasse algumas cinzas a essas refeições durante cada Quaresma.

Apesar da vivência profunda da doutrina, Dalmácio nunca quis aceitar qualquer grau, título ou dignidade, querendo empregar a ciência sagrada apenas para o bem das almas. 

Dedicado a Santa Maria Madalena, pediu ao Mestre Geral para mudar-se para Marselha, onde, nas proximidades de São Maximino, os dominicanos guardam a gruta em que o grande penitente chorou e entregou-se a uma vida ainda mais austera. 

Dalmácio tinha uma alma de rara inocência e diziam que gozava de grande familiaridade com anjos, tanto que era referido como o “Frade que falava com os anjos”. Obteve também para alguns, que pediam para interceder por eles, a proteção visível dos espíritos celestes. Tinha o dom dos milagres, da profecia e da leitura dos corações e, portanto, gerava grande benefício para as almas. Depois de três anos na Gruta de Santa Maria Madalena, foi chamado de volta ao seu Convento de Girona, onde mandou cavar uma gruta, na rocha viva,  que lhe fez lembrar a de seu querido santo São Maximino. Nesta gruta, com a permissão dos seus superiores, passou os últimos quatro anos da sua vida, sempre participando da vida comunitária conventual. Nesta caverna, em 24 de setembro de 1341, ele faleceu em tal odor de santidade que sua morte foi seguida por muitos milagres. Suas relíquias estão guardadas na igreja conventual de sua cidade. 

O Papa Inocêncio XIII o beatificou em 13 de agosto de 1721.

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