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Santa Joana Beretta Molla

Leiga, Pediatra, Italiana (†1962)

© José-Luiz-Bernardes-Ribeiro CC

Santa Joana Beretta Molla

Giana Beretta Molla nasceu no dia 04 de outubro de 1922, em Magenta, na Itália. Era a décima de 13 filhos.

Um de seus irmãos após se formar em Medicina tornou-se capuchinho missionário no Maranhão. Ela teve também outro irmão sacerdote, que foi estabelecido na Diocese de Bergamo, e uma irmã, religiosa missionária, também médica, na Índia.

Jovem estudante, Giana sentiu-se dinamicamente comprometida com as atividades pastorais da paróquia. Foi catequista, assistente e depois dirigente das jovens e das senhoras da Ação Católica. Foi também membro ativo da Conferência Vicentina para assistência aos pobres. Formou-se com louvor em Medicina e especializou-se em Pediatria devido ao seu grande amor pelas crianças e pelas mães. Pretendia unir-se ao seu irmão, Padre Alberto, médico e missionário, que havia fundado um hospital na cidade de Grajaú, no estado do Maranhão, mas foi desaconselhada por seu bispo.

Logo depois, em 1954, conheceu o engenheiro Pietro Molla, com quem se casou no dia 24 de setembro de 1955, tendo a cerimônia sido presidida por seu outro irmão, Padre Giuseppe. Durante o noivado escreveu ao seu noivo: “Quero formar uma família verdadeiramente cristã; um pequeno cenáculo onde o Senhor reine nos nossos corações, ilumine as nossas decisões, guie os nossos programas”.

O casal teve quatro filhos: Pierluigi, Maria Zita, Laura e Gianna Emanuela. Porém, na última gestação, quando Gianna já tinha 39 anos, descobriu-se que ela tinha um fibroma no útero e ela tinha três opções: retirar o útero doente (o que ocasionaria a morte da criança), abortar a criança ou, a mais arriscada, submeter-se a uma cirurgia arriscada para preservar a gravidez. Gianna não hesitou e disse: “Salvem a criança, pois tem o direito de viver e ser feliz!”. A cirurgia ocorreu no dia 6 de setembro de 1961. Ela deu entrada para o parto no hospital de Monza na Sexta-Feira Santa de 1962. No dia seguinte, 21 de abril, nasceu Gianna Emanuela. Sempre fiel, afirmava: “Entre a minha vida e a do meu filho, salvem a criança!”.

Gianna faleceu no dia 28 de abril de 1962 em casa.

Em 1977, o milagre que contribuiu para sua beatificação aconteceu no Brasil, na cidade de Grajaú, no Maranhão, no mesmo hospital onde ela queria ser missionária. Gianna foi beatificada pelo Papa João Paulo II, em 24 de abril de 1994.

Quanto à sua canonização, o milagre foi experimentado por Elisabete Arcolino Comparini, casada com Carlos César, ambos da Diocese de Franca, quando, no início do ano 2000, o quarto bebê que haviam concebido começou a passar por sérios problemas, tendo, no terceiro mês, a jovem mãe perdido totalmente o líquido amniótico. A intercessão da então beata Gianna foi pedida, ainda no hospital, na presença do bispo de Franca, Dom Diógenes Mathes. Elisabete, a mãe, se recusava a realizar um aborto e, devido à intercessão da Santa Gianna Beretta Molla, depois de uma gravidez sem a presença de líquido amniótico – um fato ainda sem explicação científica – no dia 30 de maio de 2000 nasceu Gianna Maria, nome dado em homenagem à beata. Nas palavras de Dom Serafino Spreafico, bispo emérito de Grajaú, “Santa Gianna formou-se como missionária e como tal viveu, ligada ao Brasil por vocação específica… Ela agradeceu ao Brasil por tal vocação obtendo de Deus os dois milagres oficiais para a Igreja”.

Gianna foi canonizada no dia 16 de maio de 2004, e recebeu do papa São João Paulo II o título de “Mãe de Família”.

Na cerimônia estavam presentes o seu marido, Pietro Molla, suas filhas Gianna Emanuela e Laura, e o filho Pierluigi. Atualmente há vários grupos pró-vida que homenageiam a médica canonizada, inclusive no Brasil, entre os quais o movimento pró vida – GBM, capitaneado pelo líder católico de Rancho Queimado (SC), Sabino Werlich.

Giana Beretta Molla nasceu no dia 04 de outubro de 1922, em Magenta, na Itália. Era a décima de 13 filhos.

Um de seus irmãos após se formar em Medicina tornou-se capuchinho missionário no Maranhão. Ela teve também outro irmão sacerdote, que foi estabelecido na Diocese de Bergamo, e uma irmã, religiosa missionária, também médica, na Índia.

Jovem estudante, Giana sentiu-se dinamicamente comprometida com as atividades pastorais da paróquia. Foi catequista, assistente e depois dirigente das jovens e das senhoras da Ação Católica. Foi também membro ativo da Conferência Vicentina para assistência aos pobres. Formou-se com louvor em Medicina e especializou-se em Pediatria devido ao seu grande amor pelas crianças e pelas mães. Pretendia unir-se ao seu irmão, Padre Alberto, médico e missionário, que havia fundado um hospital na cidade de Grajaú, no estado do Maranhão, mas foi desaconselhada por seu bispo.

Logo depois, em 1954, conheceu o engenheiro Pietro Molla, com quem se casou no dia 24 de setembro de 1955, tendo a cerimônia sido presidida por seu outro irmão, Padre Giuseppe. Durante o noivado escreveu ao seu noivo: “Quero formar uma família verdadeiramente cristã; um pequeno cenáculo onde o Senhor reine nos nossos corações, ilumine as nossas decisões, guie os nossos programas”.

O casal teve quatro filhos: Pierluigi, Maria Zita, Laura e Gianna Emanuela. Porém, na última gestação, quando Gianna já tinha 39 anos, descobriu-se que ela tinha um fibroma no útero e ela tinha três opções: retirar o útero doente (o que ocasionaria a morte da criança), abortar a criança ou, a mais arriscada, submeter-se a uma cirurgia arriscada para preservar a gravidez. Gianna não hesitou e disse: “Salvem a criança, pois tem o direito de viver e ser feliz!”. A cirurgia ocorreu no dia 6 de setembro de 1961. Ela deu entrada para o parto no hospital de Monza na Sexta-Feira Santa de 1962. No dia seguinte, 21 de abril, nasceu Gianna Emanuela. Sempre fiel, afirmava: “Entre a minha vida e a do meu filho, salvem a criança!”.

Gianna faleceu no dia 28 de abril de 1962 em casa.

Em 1977, o milagre que contribuiu para sua beatificação aconteceu no Brasil, na cidade de Grajaú, no Maranhão, no mesmo hospital onde ela queria ser missionária. Gianna foi beatificada pelo Papa João Paulo II, em 24 de abril de 1994.

Quanto à sua canonização, o milagre foi experimentado por Elisabete Arcolino Comparini, casada com Carlos César, ambos da Diocese de Franca, quando, no início do ano 2000, o quarto bebê que haviam concebido começou a passar por sérios problemas, tendo, no terceiro mês, a jovem mãe perdido totalmente o líquido amniótico. A intercessão da então beata Gianna foi pedida, ainda no hospital, na presença do bispo de Franca, Dom Diógenes Mathes. Elisabete, a mãe, se recusava a realizar um aborto e, devido à intercessão da Santa Gianna Beretta Molla, depois de uma gravidez sem a presença de líquido amniótico – um fato ainda sem explicação científica – no dia 30 de maio de 2000 nasceu Gianna Maria, nome dado em homenagem à beata. Nas palavras de Dom Serafino Spreafico, bispo emérito de Grajaú, “Santa Gianna formou-se como missionária e como tal viveu, ligada ao Brasil por vocação específica… Ela agradeceu ao Brasil por tal vocação obtendo de Deus os dois milagres oficiais para a Igreja”.

Gianna foi canonizada no dia 16 de maio de 2004, e recebeu do papa São João Paulo II o título de “Mãe de Família”.

Na cerimônia estavam presentes o seu marido, Pietro Molla, suas filhas Gianna Emanuela e Laura, e o filho Pierluigi. Atualmente há vários grupos pró-vida que homenageiam a médica canonizada, inclusive no Brasil, entre os quais o movimento pró vida – GBM, capitaneado pelo líder católico de Rancho Queimado (SC), Sabino Werlich.

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