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Santos Apóstolos Simão e Judas Tadeu

Apóstolos (†aprox. 70 d.C.)   

Le Baiser de Judas, par Giotto di Bondone, entre 1304 et 1306 © Wikimedia

Santos Apóstolos Simão e Judas Tadeu

Simão, natural de Caná, pertencente à tribo de Neftali ou Zabulon, também chamado zelota e Cananeu é, talvez, o mais desconhecido dos apóstolos. Para ser diferenciado de São Pedro é chamado de Simão, “o cananeu” pelos evangelistas Mateus e Marcos. Alguns estudiosos cristãos entendem que este “cananeu” pode ser uma referência a Canaã. O Evangelho de São Lucas e o livro dos Atos dos Apóstolos se referem a ele como “o zelote”: essa alcunha parece indicar que Simão pertencera ao partido judeu radical que tinha o mesmo nome. Os radicais zelotes, ou zelotas, pregavam a luta armada contra os dominadores romanos.

Sabe-se que Simão, como todos os outros apóstolos dos primeiros tempos do cristianismo, depois do Pentecostes saiu de Jerusalém pregando o Evangelho sem nada levar. Operou muitos milagres, curou enfermos, leprosos e expulsou espíritos maus. 

Outros relatos falam da pregação de Simão também no Egito, Líbia e Mauritânia. Segundo Eusébio, célebre historiador, Simão teria sido o sucessor de Tiago na cátedra de Jerusalém, nos anos da trágica destruição da cidade santa. 

Uma antiga tradição diz que Simão encontrou-se com o apostolo Judas Tadeu na Pérsia e, desde então, viajaram juntos. Percorreram as doze províncias do Império Persa, deixando o conhecimento histórico e religioso como foi encontrado num antigo livro da época chamado “Atos de Simão e Judas”, de autor desconhecido. Nele consta que, no dia 28 de outubro do ano 70, houve o assassinato do apóstolo, preocupados com a eloquência das pregações que convertiam multidões inteiras. 

Judas Tadeu era natural de Caná da Galileia, na Palestina, filho de Alfeu, também chamado Cléofas, e de Maria Cléofas, ambos parentes de Jesus. O pai era irmão de São José; a mãe, prima-irmã de Maria Santíssima. Portanto Judas era primo-irmão de Jesus e irmão de Tiago, chamado o Menor, também discípulo de Jesus.

Judas Tadeu foi o Apóstolo que na última ceia perguntou a Jesus: “Mestre, por que razão te manifestas a nós e não ao mundo?”. Jesus respondeu-lhe que a verdadeira manifestação de Deus está reservada para aqueles que o amam e guardam a sua palavra.

Depois da descida do Espírito Santo, os Apóstolos procuraram seu campo de evangelização e Judas Tadeu se dirigiu para Síria, Mesopotâmia e Armênia. Em 63 tomou parte no Concílio apostólico de Jerusalém, que elegeu Simão, irmão de Judas, bispo e sucessor de São Tiago Maior. De São Judas Tadeu existe uma epístola, a última das epístolas católicas escritas no cânon dos livros sacros e reconhecidos pela Igreja. Esta Epístola, segundo opinião de muitos, Judas dirigiu-a aos judeus-cristãos (judeus convertidos ao cristianismo) da Palestina.

A tradição conta que São Judas Tadeu percorreu as doze províncias do Império Persa, nas quais pregou a Boa Nova do Evangelho e converteu muitos pagãos.

Ao certo, o que sabemos é que o apóstolo Judas Tadeu se tornou um mártir da fé. A sua pregação e o seu testemunho eram tão intensos que os pagãos se convertiam. Foi assassinado a golpes de bastões, lanças e machados. Tudo teria acontecido no dia 28 de outubro de 70. Nicéforo e outros referem que Judas morreu em Edessa. Outros, porém, dizem que sofreu o martírio na Pérsia.

Considerado pelos cristãos o santo intercessor das causas impossíveis, foi a partir da devoção de santa Gertrudes que sua fama ganhou força no mundo católico. Ela, em sua biografia, relatou que Jesus lhe aconselhou invocar São Judas Tadeu até nos “casos mais desesperados”. Depois disso, aumentou o número de devotos acerca de seu poder de resolver as causas que parecem sem solução. Conta a tradição que não se encontra um devoto que tenha pedido sua ajuda e não tenha sido atendido. 

A festa de São Judas Tadeu é celebrada no dia 28 de outubro, tanto na Igreja ocidental como na oriental.

Os restos mortais de São Judas Tadeu, guardados primeiro no Oriente Médio e depois na França, agora acredita-se que os corpos de São Simão e São Judas Tadeu acham-se na catedral de São Pedro em Roma.

Simão, natural de Caná, pertencente à tribo de Neftali ou Zabulon, também chamado zelota e Cananeu é, talvez, o mais desconhecido dos apóstolos. Para ser diferenciado de São Pedro é chamado de Simão, “o cananeu” pelos evangelistas Mateus e Marcos. Alguns estudiosos cristãos entendem que este “cananeu” pode ser uma referência a Canaã. O Evangelho de São Lucas e o livro dos Atos dos Apóstolos se referem a ele como “o zelote”: essa alcunha parece indicar que Simão pertencera ao partido judeu radical que tinha o mesmo nome. Os radicais zelotes, ou zelotas, pregavam a luta armada contra os dominadores romanos.

Sabe-se que Simão, como todos os outros apóstolos dos primeiros tempos do cristianismo, depois do Pentecostes saiu de Jerusalém pregando o Evangelho sem nada levar. Operou muitos milagres, curou enfermos, leprosos e expulsou espíritos maus.

Outros relatos falam da pregação de Simão também no Egito, Líbia e Mauritânia. Segundo Eusébio, célebre historiador, Simão teria sido o sucessor de Tiago na cátedra de Jerusalém, nos anos da trágica destruição da cidade santa.

Uma antiga tradição diz que Simão encontrou-se com o apostolo Judas Tadeu na Pérsia e, desde então, viajaram juntos. Percorreram as doze províncias do Império Persa, deixando o conhecimento histórico e religioso como foi encontrado num antigo livro da época chamado “Atos de Simão e Judas”, de autor desconhecido. Nele consta que, no dia 28 de outubro do ano 70, houve o assassinato do apóstolo, preocupados com a eloquência das pregações que convertiam multidões inteiras.

Simão, natural de Caná, pertencente à tribo de Neftali ou Zabulon, também chamado zelota e Cananeu é, talvez, o mais desconhecido dos apóstolos. Para ser diferenciado de São Pedro é chamado de Simão, “o cananeu” pelos evangelistas Mateus e Marcos. Alguns estudiosos cristãos entendem que este “cananeu” pode ser uma referência a Canaã. O Evangelho de São Lucas e o livro dos Atos dos Apóstolos se referem a ele como “o zelote”: essa alcunha parece indicar que Simão pertencera ao partido judeu radical que tinha o mesmo nome. Os radicais zelotes, ou zelotas, pregavam a luta armada contra os dominadores romanos.

Sabe-se que Simão, como todos os outros apóstolos dos primeiros tempos do cristianismo, depois do Pentecostes saiu de Jerusalém pregando o Evangelho sem nada levar. Operou muitos milagres, curou enfermos, leprosos e expulsou espíritos maus. 

Outros relatos falam da pregação de Simão também no Egito, Líbia e Mauritânia. Segundo Eusébio, célebre historiador, Simão teria sido o sucessor de Tiago na cátedra de Jerusalém, nos anos da trágica destruição da cidade santa. 

Uma antiga tradição diz que Simão encontrou-se com o apostolo Judas Tadeu na Pérsia e, desde então, viajaram juntos. Percorreram as doze províncias do Império Persa, deixando o conhecimento histórico e religioso como foi encontrado num antigo livro da época chamado “Atos de Simão e Judas”, de autor desconhecido. Nele consta que, no dia 28 de outubro do ano 70, houve o assassinato do apóstolo, preocupados com a eloquência das pregações que convertiam multidões inteiras. 

Judas Tadeu era natural de Caná da Galileia, na Palestina, filho de Alfeu, também chamado Cléofas, e de Maria Cléofas, ambos parentes de Jesus. O pai era irmão de São José; a mãe, prima-irmã de Maria Santíssima. Portanto Judas era primo-irmão de Jesus e irmão de Tiago, chamado o Menor, também discípulo de Jesus.

Judas Tadeu foi o Apóstolo que na última ceia perguntou a Jesus: “Mestre, por que razão te manifestas a nós e não ao mundo?”. Jesus respondeu-lhe que a verdadeira manifestação de Deus está reservada para aqueles que o amam e guardam a sua palavra.

Depois da descida do Espírito Santo, os Apóstolos procuraram seu campo de evangelização e Judas Tadeu se dirigiu para Síria, Mesopotâmia e Armênia. Em 63 tomou parte no Concílio apostólico de Jerusalém, que elegeu Simão, irmão de Judas, bispo e sucessor de São Tiago Maior. De São Judas Tadeu existe uma epístola, a última das epístolas católicas escritas no cânon dos livros sacros e reconhecidos pela Igreja. Esta Epístola, segundo opinião de muitos, Judas dirigiu-a aos judeus-cristãos (judeus convertidos ao cristianismo) da Palestina.

A tradição conta que São Judas Tadeu percorreu as doze províncias do Império Persa, nas quais pregou a Boa Nova do Evangelho e converteu muitos pagãos.

Ao certo, o que sabemos é que o apóstolo Judas Tadeu se tornou um mártir da fé. A sua pregação e o seu testemunho eram tão intensos que os pagãos se convertiam. Foi assassinado a golpes de bastões, lanças e machados. Tudo teria acontecido no dia 28 de outubro de 70. Nicéforo e outros referem que Judas morreu em Edessa. Outros, porém, dizem que sofreu o martírio na Pérsia.

Considerado pelos cristãos o santo intercessor das causas impossíveis, foi a partir da devoção de santa Gertrudes que sua fama ganhou força no mundo católico. Ela, em sua biografia, relatou que Jesus lhe aconselhou invocar São Judas Tadeu até nos “casos mais desesperados”. Depois disso, aumentou o número de devotos acerca de seu poder de resolver as causas que parecem sem solução. Conta a tradição que não se encontra um devoto que tenha pedido sua ajuda e não tenha sido atendido. 

A festa de São Judas Tadeu é celebrada no dia 28 de outubro, tanto na Igreja ocidental como na oriental.

Os restos mortais de São Judas Tadeu, guardados primeiro no Oriente Médio e depois na França, agora acredita-se que os corpos de São Simão e São Judas Tadeu acham-se na catedral de São Pedro em Roma.

Judas Tadeu era natural de Caná da Galileia, na Palestina, filho de Alfeu, também chamado Cléofas, e de Maria Cléofas, ambos parentes de Jesus. O pai era irmão de São José; a mãe, prima-irmã de Maria Santíssima. Portanto Judas era primo-irmão de Jesus e irmão de Tiago, chamado o Menor, também discípulo de Jesus.

Judas Tadeu foi o Apóstolo que na última ceia perguntou a Jesus: “Mestre, por que razão te manifestas a nós e não ao mundo?”. Jesus respondeu-lhe que a verdadeira manifestação de Deus está reservada para aqueles que o amam e guardam a sua palavra.

Depois da descida do Espírito Santo, os Apóstolos procuraram seu campo de evangelização e Judas Tadeu se dirigiu para Síria, Mesopotâmia e Armênia. Em 63 tomou parte no Concílio apostólico de Jerusalém, que elegeu Simão, irmão de Judas, bispo e sucessor de São Tiago Maior. De São Judas Tadeu existe uma epístola, a última das epístolas católicas escritas no cânon dos livros sacros e reconhecidos pela Igreja. Esta Epístola, segundo opinião de muitos, Judas dirigiu-a aos judeus-cristãos (judeus convertidos ao cristianismo) da Palestina.

A tradição conta que São Judas Tadeu percorreu as doze províncias do Império Persa, nas quais pregou a Boa Nova do Evangelho e converteu muitos pagãos.

Ao certo, o que sabemos é que o apóstolo Judas Tadeu se tornou um mártir da fé. A sua pregação e o seu testemunho eram tão intensos que os pagãos se convertiam. Foi assassinado a golpes de bastões, lanças e machados. Tudo teria acontecido no dia 28 de outubro de 70. Nicéforo e outros referem que Judas morreu em Edessa. Outros, porém, dizem que sofreu o martírio na Pérsia.

Considerado pelos cristãos o santo intercessor das causas impossíveis, foi a partir da devoção de santa Gertrudes que sua fama ganhou força no mundo católico. Ela, em sua biografia, relatou que Jesus lhe aconselhou invocar São Judas Tadeu até nos “casos mais desesperados”. Depois disso, aumentou o número de devotos acerca de seu poder de resolver as causas que parecem sem solução. Conta a tradição que não se encontra um devoto que tenha pedido sua ajuda e não tenha sido atendido.

A festa de São Judas Tadeu é celebrada no dia 28 de outubro, tanto na Igreja ocidental como na oriental.

Os restos mortais de São Judas Tadeu, guardados primeiro no Oriente Médio e depois na França, agora acredita-se que os corpos de São Simão e São Judas Tadeu acham-se na catedral de São Pedro em Roma.

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