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São Carlos Borromeu

Arcebispo de Milão (†1584)    

BARTOLO LONGO

Wikipedia | Domena publiczna

São Carlos Borromeu

São Carlos nasceu em Arona, no norte da Itália, no ano de 1538. Era filho de Gilberto e Margherita, dois membros de famílias da nobreza italiana. Infelizmente, a mãe de São Carlos morreu quando ele tinha apenas nove anos de idade. Conforme o costume da época, São Carlos foi endereçado pelo pai à vida eclesiástica. Embora tenha cumprido a vontade paterna, o jovem Carlos Borromeu desenvolveu realmente uma verdadeira vocação ao ministério sacerdotal. De fato, em 1559, com apenas 21 anos se tornou doutor em direito civil e eclesiástico. Nesse mesmo ano, seu tio materno – Gian Angelo de Medici – é eleito papa, assumindo o nome de Pio IV. Logo em seguida, papa Pio IV chama Carlos e seu irmão Frederico para a cidade de Roma. Carlos será nomeado cardeal vigário – o equivalente ao atual Cardeal Secretário de Estado – e seu irmão, Frederico, receberá o título militar de Capitão geral da Igreja. Numa visão meramente humana, tudo parecia ir pelas mil maravilhas: os dois irmãos coroados com cargos importantíssimos pelo tio papa. O sucesso mundano parecia estar assegurado… No entanto, Frederico, a quem Carlos era muito ligado, inesperadamente contrai uma febre e acaba morrendo ainda na flor da idade. Esse fato calou fundo no coração de Carlos Borromeu, que a partir daí, começa a enxergar vida com outros olhos: dá adeus aos divertimentos, às pompas da corte papal e começa a se entregar a uma vida de oração e penitências. Até seu tio, o papa Pio IV fica preocupado: seu sobrinho vive em companhia de outras personagens daquela mesmíssima época, preocupadas com vida da Igreja. Efetivamente, Carlos conhece e, por vezes, se entretém com um espanhol chamado Inácio de Loyola; também alguns italianos são seus companheiros de conversas: Caetano de Thiene, Felipe Neri… Como se sabe, todos personagens que seriam proclamados santos pela Igreja dali a alguns anos. Essa quantidade de santos na cidade de Roma não era um acaso: a Igreja vivia um dos períodos mais difíceis de sua história: a reforma protestante. De fato, Carlos Borromeu terá um papel importantíssimo na retomada da Igreja que ficou conhecida também pelo nome de Contrarreforma e que tem, como seu maior emblema, o concílio de Trento. De fato, procurando cumprir os decretos desse concílio, São Carlos deixa todas as pompas da corte do papa – não sem grandes reclamações do papa – e vai assumir sua diocese, no norte da Itália, na cidade de Milão. Ali, na fronteira com os países do norte da Europa inicia uma obra sem igual na moralização e na modernização da Igreja. Sua ação é tão desafiadora que chegam até mesmo a atentar contra sua vida: em certa ocasião, um membro de uma congregação religiosa, desgostoso pela intervenção moralizadora do Borromeu, arquiteta uma emboscada: enquanto o santo arcebispo rezava o ofício, o criminoso entra com um arcabuz na igreja e desfere um disparo contra São Carlos Borromeu. Após o susto inicial e a fuga do bandido, todos em volta ficam estarrecidos: a bala havia ficado presa na sobrepeliz de São Carlos, sem causar mal algum ao arcebispo. Suas visitas pastorais também ficaram na história e na memória do povo: enfrentando perigos sem fim, São Carlos Borromeu chegou a visitar toda a sua diocese – ainda hoje considerada uma das maiores do mundo. Até hoje é possível encontrar alguma memória relativa à visita do santo nos lugares mais remotos das montanhas do norte da Itália e da Suíça. Após uma de suas visitas pastorais e uma vida totalmente dedicada à Igreja, São Carlos Borromeu morre no ano de 1584, com apenas 46 anos de idade.

São Carlos nasceu em Arona, no norte da Itália, no ano de 1538. Era filho de Gilberto e Margherita, dois membros de famílias da nobreza italiana. Infelizmente, a mãe de São Carlos morreu quando ele tinha apenas nove anos de idade. Conforme o costume da época, São Carlos foi endereçado pelo pai à vida eclesiástica. Embora tenha cumprido a vontade paterna, o jovem Carlos Borromeu desenvolveu realmente uma verdadeira vocação ao ministério sacerdotal. De fato, em 1559, com apenas 21 anos se tornou doutor em direito civil e eclesiástico. Nesse mesmo ano, seu tio materno – Gian Angelo de Medici – é eleito papa, assumindo o nome de Pio IV. Logo em seguida, papa Pio IV chama Carlos e seu irmão Frederico para a cidade de Roma. Carlos será nomeado cardeal vigário – o equivalente ao atual Cardeal Secretário de Estado – e seu irmão, Frederico, receberá o título militar de Capitão geral da Igreja. Numa visão meramente humana, tudo parecia ir pelas mil maravilhas: os dois irmãos coroados com cargos importantíssimos pelo tio papa. O sucesso mundano parecia estar assegurado… No entanto, Frederico, a quem Carlos era muito ligado, inesperadamente contrai uma febre e acaba morrendo ainda na flor da idade. Esse fato calou fundo no coração de Carlos Borromeu, que a partir daí, começa a enxergar vida com outros olhos: dá adeus aos divertimentos, às pompas da corte papal e começa a se entregar a uma vida de oração e penitências. Até seu tio, o papa Pio IV fica preocupado: seu sobrinho vive em companhia de outras personagens daquela mesmíssima época, preocupadas com vida da Igreja. Efetivamente, Carlos conhece e, por vezes, se entretém com um espanhol chamado Inácio de Loyola; também alguns italianos são seus companheiros de conversas: Caetano de Thiene, Felipe Neri… Como se sabe, todos personagens que seriam proclamados santos pela Igreja dali a alguns anos. Essa quantidade de santos na cidade de Roma não era um acaso: a Igreja vivia um dos períodos mais difíceis de sua história: a reforma protestante. De fato, Carlos Borromeu terá um papel importantíssimo na retomada da Igreja que ficou conhecida também pelo nome de Contrarreforma e que tem, como seu maior emblema, o concílio de Trento. De fato, procurando cumprir os decretos desse concílio, São Carlos deixa todas as pompas da corte do papa – não sem grandes reclamações do papa – e vai assumir sua diocese, no norte da Itália, na cidade de Milão. Ali, na fronteira com os países do norte da Europa inicia uma obra sem igual na moralização e na modernização da Igreja. Sua ação é tão desafiadora que chegam até mesmo a atentar contra sua vida: em certa ocasião, um membro de uma congregação religiosa, desgostoso pela intervenção moralizadora do Borromeu, arquiteta uma emboscada: enquanto o santo arcebispo rezava o ofício, o criminoso entra com um arcabuz na igreja e desfere um disparo contra São Carlos Borromeu. Após o susto inicial e a fuga do bandido, todos em volta ficam estarrecidos: a bala havia ficado presa na sobrepeliz de São Carlos, sem causar mal algum ao arcebispo. Suas visitas pastorais também ficaram na história e na memória do povo: enfrentando perigos sem fim, São Carlos Borromeu chegou a visitar toda a sua diocese – ainda hoje considerada uma das maiores do mundo. Até hoje é possível encontrar alguma memória relativa à visita do santo nos lugares mais remotos das montanhas do norte da Itália e da Suíça. Após uma de suas visitas pastorais e uma vida totalmente dedicada à Igreja, São Carlos Borromeu morre no ano de 1584, com apenas 46 anos de idade.

São Carlos nasceu em Arona, no norte da Itália, no ano de 1538. Era filho de Gilberto e Margherita, dois membros de famílias da nobreza italiana. Infelizmente, a mãe de São Carlos morreu quando ele tinha apenas nove anos de idade. Conforme o costume da época, São Carlos foi endereçado pelo pai à vida eclesiástica. Embora tenha cumprido a vontade paterna, o jovem Carlos Borromeu desenvolveu realmente uma verdadeira vocação ao ministério sacerdotal. De fato, em 1559, com apenas 21 anos se tornou doutor em direito civil e eclesiástico. Nesse mesmo ano, seu tio materno – Gian Angelo de Medici – é eleito papa, assumindo o nome de Pio IV. Logo em seguida, papa Pio IV chama Carlos e seu irmão Frederico para a cidade de Roma. Carlos será nomeado cardeal vigário – o equivalente ao atual Cardeal Secretário de Estado – e seu irmão, Frederico, receberá o título militar de Capitão geral da Igreja. Numa visão meramente humana, tudo parecia ir pelas mil maravilhas: os dois irmãos coroados com cargos importantíssimos pelo tio papa. O sucesso mundano parecia estar assegurado… No entanto, Frederico, a quem Carlos era muito ligado, inesperadamente contrai uma febre e acaba morrendo ainda na flor da idade. Esse fato calou fundo no coração de Carlos Borromeu, que a partir daí, começa a enxergar vida com outros olhos: dá adeus aos divertimentos, às pompas da corte papal e começa a se entregar a uma vida de oração e penitências. Até seu tio, o papa Pio IV fica preocupado: seu sobrinho vive em companhia de outras personagens daquela mesmíssima época, preocupadas com vida da Igreja. Efetivamente, Carlos conhece e, por vezes, se entretém com um espanhol chamado Inácio de Loyola; também alguns italianos são seus companheiros de conversas: Caetano de Thiene, Felipe Neri… Como se sabe, todos personagens que seriam proclamados santos pela Igreja dali a alguns anos. Essa quantidade de santos na cidade de Roma não era um acaso: a Igreja vivia um dos períodos mais difíceis de sua história: a reforma protestante. De fato, Carlos Borromeu terá um papel importantíssimo na retomada da Igreja que ficou conhecida também pelo nome de Contrarreforma e que tem, como seu maior emblema, o concílio de Trento. De fato, procurando cumprir os decretos desse concílio, São Carlos deixa todas as pompas da corte do papa – não sem grandes reclamações do papa – e vai assumir sua diocese, no norte da Itália, na cidade de Milão. Ali, na fronteira com os países do norte da Europa inicia uma obra sem igual na moralização e na modernização da Igreja. Sua ação é tão desafiadora que chegam até mesmo a atentar contra sua vida: em certa ocasião, um membro de uma congregação religiosa, desgostoso pela intervenção moralizadora do Borromeu, arquiteta uma emboscada: enquanto o santo arcebispo rezava o ofício, o criminoso entra com um arcabuz na igreja e desfere um disparo contra São Carlos Borromeu. Após o susto inicial e a fuga do bandido, todos em volta ficam estarrecidos: a bala havia ficado presa na sobrepeliz de São Carlos, sem causar mal algum ao arcebispo. Suas visitas pastorais também ficaram na história e na memória do povo: enfrentando perigos sem fim, São Carlos Borromeu chegou a visitar toda a sua diocese – ainda hoje considerada uma das maiores do mundo. Até hoje é possível encontrar alguma memória relativa à visita do santo nos lugares mais remotos das montanhas do norte da Itália e da Suíça. Após uma de suas visitas pastorais e uma vida totalmente dedicada à Igreja, São Carlos Borromeu morre no ano de 1584, com apenas 46 anos de idade.

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