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Santa Inês de Montepulciano

Prioresa Dominicana (†1317)

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Inês de Montepulciano nasceu no dia 28 de Janeiro de 1268 em Gracciano, Montepulciano (Itália). Pertencia à nobre família dos Segni.

Aos nove anos, obteve permissão dos pais para entrar num mosteiro feminino franciscano da cidade, aos cuidados das “Irmãs de Saco”, uma referência ao tecido rude com que era feito o hábito que vestiam. Foi necessária uma autorização do papa para que ela fosse aceita tão jovem, uma exceção às normas canônicas. A partir daí, passou a viver uma vida simples e contemplativa.

Em 1281, o senhor do castelo de Proceno, um feudo de Orvieto, propôs às freiras de Montepulciano que enviassem algumas irmãs até lá para que fundassem um novo mosteiro e Inês estava entre elas. Com apenas quatorze anos, foi nomeada tesoureira da nova comunidade.

Após sete anos, com apenas 20 anos de idade, Inês já conhecida por sua devoção à Eucaristia e pela profunda vida de oração, foi eleita prioresa da comunidade. Depois disso, começou a ganhar a reputação de realizar milagres, de modo que várias pessoas sofrendo de enfermidades físicas e mentais passaram a procurá-la em busca de cura. Em algumas ocasiões de pobreza e fome, para matar a fome dos pobres, a tradição oral narra que ela teria “multiplicado pães”, criando muitos a partir de poucos em várias ocasiões. Ela própria, porém, sofria frequentemente por causa da sua saúde e ficava doente por longos períodos.

Em 1306, Inês foi chamada de volta para o mosteiro de Montepulciano, onde se aprofundou em suas orações e, conta-se, que passou a ter visões. Depois de retornar, Inês comandou a construção da igreja de Santa Maria Novella, para homenagear a Virgem Maria, pois se sentiu compelida a fazê-lo após uma visão. Ela também experimentou uma visão de São Domingos, o que a levou a conduzir as freiras de seu mosteiro a abraçarem a Regra de Santo Agostinho. Além disso, Inês era frequentemente chamada para apaziguar as rixas das famílias da cidade.

Dez anos depois, a saúde de Inês se deteriorou tanto que seu médico sugeriu que fosse buscar alívio nas fontes termais da cidade vizinha de Chianciano. Suas irmãs conseguiram convencê-la a seguir a recomendação médica. Apesar dos muitos relatos de curas no local, a situação de Inês não melhorou em nada nas fontes. Sua saúde piorou de tal forma que ela teve que ser carregada de volta ao mosteiro numa maca.

Inês morreu no dia 20 de abril de 1327, aos quarenta e nove anos. Os frades dominicanos tentaram conseguir um bálsamo (ou mirra) para embalsamar seu corpo, mas descobriu-se que o cadáver estava exalando naturalmente um odor adocicado e que seus membros permaneceram flexíveis. Quando seu corpo foi transladado, anos depois de sua morte, para a igreja do mosteiro, ele estava incorrupto. A partir de então, seu túmulo tornou-se o destino de peregrinações.

Inês foi canonizada pelo Papa Bento XIII em 1726.

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