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São Porfírio de Gaza

Bispo (†420)

ALEXANDER-OF-ALEXANDRIA

Public Domain

São Porfírio de Gaza

Porfírio nasceu em Tessalônica, Grécia, no ano de 347, no seio de uma família abastada.

Aos 31 anos, em 378, abraçou a vida monástica no deserto da Cítia, no Egito.

Ele permaneceu cinco anos no Egito e após este período foi se estabelecer na Palestina, onde morou outros cinco anos numa gruta, perto do rio Jordão. O extenuante regime de austeridade ao qual se dedicou fez com que seu corpo ficasse num precário estado de saúde. Quis visitar os lugares santos em Jerusalém, mas teve de ser carregado até lá.

Em Jerusalém conheceu Marco que se estabeleceu ao seu lado para ajudá-lo. Tendo deixado na Grécia irmãos mais novos e preocupado que sua morte pudesse criar problemas de herança de patrimônio, enviou Marco à sua terra natal para resolver tais assuntos em seu nome. Ao retornar o discípulo o encontrou curado miraculosamente, cura que se deu durante a visita ao Calvário.

Porfírio distribuiu seus bens não apenas em Jerusalém e nas cidades vizinhas, dando uma boa parte de seus bens aos mosteiros egípcios que eram muito pobres.

Por causa de sua generosidade ficou completamente pobre e pôs-se a trabalhar num curtume para poder viver. Tinha 45 anos quando João, bispo de Jerusalém, em 392, ouvindo falar dele, o chamou e o ordenou sacerdote, confiando-lhe a custódia das relíquias da Santa Cruz.

Seu discípulo Marco ao descrevê-lo registrou: “Homem sem malícia, doce, piedoso, possui, além de outros dons, o dom de interpretar a Sagrada Escritura, de combater os hereges. Ama os pobres e comove-se facilmente até as lágrimas.” Em 395, após a morte de Ênio, bispo de Gaza, foi chamado para sucedê-lo, sendo consagrado bispo pelo Metropolita de Cesareia na Palestina.

A comunidade de Gaza era pequena, mas um pequeno prodígio, de ter evocado a chuva, fez aumentar seu rebanho com a conversão de mais de cem pagãos. No entanto, a prática da idolatria prosseguia e o contristava continuamente. Mandou Marco a Jerusalém, que com a ajuda de São João Crisóstomo, obteve permissão imperial para que os templos pagãos fossem fechados. Esta ordem não foi colocada inteiramente em prática, apesar das novas conversões que se deram por seu poder de taumaturgo.

Porfírio foi para Constantinopla, juntamente com o Metropolita de Cesareia, para pleitear pessoalmente a causa cristã no Palácio Imperial. A imperatriz Eudóxia, que recentemente havia dado à luz ao futuro Rei Teodósio II, sensibilizou-se pela causa deles. Depois de batizar o bebê, no dia 18 de abril de 402, voltaram levando consigo um novo decreto para a destruição do templo idólatra e a concessão de privilégios aos locais cristãos de culto.

Desta vez a ordem imperial foi respeitada e Porfírio pode construir igrejas sobre as ruínas dos templos pagãos. Neste ínterim sua fama se expande com milagres, como o das três crianças resgatadas e salvas de um poço.

Depois de estar à frente da diocese por muitos anos e de ter recomendado a Deus os membros de seu rebanho, faleceu tranquilamente no Senhor no dia 26 de fevereiro de 420, após 25 anos de episcopado e aos 73 anos de idade.

Porfírio nasceu em Tessalônica, Grécia, no ano de 347, no seio de uma família abastada.

Aos 31 anos, em 378, abraçou a vida monástica no deserto da Cítia, no Egito.

Ele permaneceu cinco anos no Egito e após este período foi se estabelecer na Palestina, onde morou outros cinco anos numa gruta, perto do rio Jordão. O extenuante regime de austeridade ao qual se dedicou fez com que seu corpo ficasse num precário estado de saúde. Quis visitar os lugares santos em Jerusalém, mas teve de ser carregado até lá.

Em Jerusalém conheceu Marco que se estabeleceu ao seu lado para ajudá-lo. Tendo deixado na Grécia irmãos mais novos e preocupado que sua morte pudesse criar problemas de herança de patrimônio, enviou Marco à sua terra natal para resolver tais assuntos em seu nome. Ao retornar o discípulo o encontrou curado miraculosamente, cura que se deu durante a visita ao Calvário.

Porfírio distribuiu seus bens não apenas em Jerusalém e nas cidades vizinhas, dando uma boa parte de seus bens aos mosteiros egípcios que eram muito pobres.

Por causa de sua generosidade ficou completamente pobre e pôs-se a trabalhar num curtume para poder viver. Tinha 45 anos quando João, bispo de Jerusalém, em 392, ouvindo falar dele, o chamou e o ordenou sacerdote, confiando-lhe a custódia das relíquias da Santa Cruz.

Seu discípulo Marco ao descrevê-lo registrou: “Homem sem malícia, doce, piedoso, possui, além de outros dons, o dom de interpretar a Sagrada Escritura, de combater os hereges. Ama os pobres e comove-se facilmente até as lágrimas.” Em 395, após a morte de Ênio, bispo de Gaza, foi chamado para sucedê-lo, sendo consagrado bispo pelo Metropolita de Cesareia na Palestina.

A comunidade de Gaza era pequena, mas um pequeno prodígio, de ter evocado a chuva, fez aumentar seu rebanho com a conversão de mais de cem pagãos. No entanto, a prática da idolatria prosseguia e o contristava continuamente. Mandou Marco a Jerusalém, que com a ajuda de São João Crisóstomo, obteve permissão imperial para que os templos pagãos fossem fechados. Esta ordem não foi colocada inteiramente em prática, apesar das novas conversões que se deram por seu poder de taumaturgo.

Porfírio foi para Constantinopla, juntamente com o Metropolita de Cesareia, para pleitear pessoalmente a causa cristã no Palácio Imperial. A imperatriz Eudóxia, que recentemente havia dado à luz ao futuro Rei Teodósio II, sensibilizou-se pela causa deles. Depois de batizar o bebê, no dia 18 de abril de 402, voltaram levando consigo um novo decreto para a destruição do templo idólatra e a concessão de privilégios aos locais cristãos de culto.

Desta vez a ordem imperial foi respeitada e Porfírio pode construir igrejas sobre as ruínas dos templos pagãos. Neste ínterim sua fama se expande com milagres, como o das três crianças resgatadas e salvas de um poço.

Depois de estar à frente da diocese por muitos anos e de ter recomendado a Deus os membros de seu rebanho, faleceu tranquilamente no Senhor no dia 26 de fevereiro de 420, após 25 anos de episcopado e aos 73 anos de idade.

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