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Festividade do dia

sexta-feira 24 janeiro
Beata Maria Poussepin

Religiosa dominicana († 1744)

FLOWER
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Maria nasceu na cidade de Dourdan, França, em 14 de outubro de 1653.
Seu pai, Claude Poussepin, era proprietário de terras e dono de uma fábrica de agulhas de seda, em Dourdan, e sua esposa servia como tesoureira da Confraria da Caridade local.
Maria passou a maior parte de sua infância cuidando de sua mãe doente. Quando tinha 22 anos, sua mãe faleceu e seu pai contraiu muitas dívidas, num esforço para manter seu status social. À beira da falência, ele abandonou a família. Foi nessa ocasião que houve a reação de Maria: ela colocou-se à frente da ameaça de falência e assumiu a administração dos negócios da família, um passo altamente incomum para uma mulher na época. No entanto, Maria rapidamente demonstrou uma incrível intuição empresarial e um forte senso comercial.
Maria observou que o futuro estava na fabricação de máquinas de produtos de lã, em vez do tricô manual. Tomou a corajosa decisão de abandonar as formas obsoletas de artesanato da guilda e investiu no tear industrial de lã. Aprendeu sozinha como operar o equipamento e treinou seus funcionários para operar com o novo método de produção. Ao mesmo tempo, Maria fez questão de recrutar e treinar aprendizes com idades entre 15 e 22 anos. Assim, ela não apenas promoveu o crescimento econômico de sua cidade, mas também proporcionou novos empregos aos jovens que de outra forma poderiam ter enfrentado futuros econômicos sombrios.
Durante todo esse tempo, Maria continuou uma intensa vida de oração e realizou obras de caridade, educando simultaneamente seu irmão mais novo, Charles.
Em 1690, quando seu pai morreu, seu irmão já estava mais maduro e Maria entregou a administração dos negócios da família a ele. Seguiu os passos de sua falecida mãe ao tornar-se presidente da Confraria da Caridade, adjunta da Sociedade de São Vicente de Paulo.
Cinco anos depois, Maria fundou uma comunidade feminina de dominicanas da Ordem Terceira – as Irmãs da Apresentação da Virgem Maria – comunidade que ajudava jovens doentes e em sua educação, especialmente nas áreas rurais.
Em 1725, sua comunidade já era responsável por 20 instituições de ensino e saúde.
Maria faleceu em 24 de janeiro de 1744, aos 90 anos. Naquela época, havia 20 comunidades adicionais a seu encargo.
Após tantos anos de serviços prestados, em 1897, finalmente, foram formalmente reconhecidas e tornaram-se oficialmente as Irmãs Dominicanas de Caridade da Apresentação da Santíssima Virgem Maria. Após sua morte, vários retratos de Poussepin foram pintados por Gwen John para vários ramos da ordem dominicana.
Nas palavras de Pinard Legry, Maria ilustra que “os mundos dos negócios e da caridade” e o “espírito do capitalismo e da ética católica” não precisam estar em oposição. A isso, podemos acrescentar que a Beata Maria Poussepin mostra que as mulheres cristãs são capazes de viver vidas santas e, ao mesmo tempo, ser empreendedoras e líderes empresariais de sucesso.
Em 20 de novembro de 1994, Maria Poussepin foi formalmente beatificada pelo papa São João Paulo II.

Descubra outros santos clicando aqui

O meu Deus e meu Senhor é minha força
e me faz ágil como a corça
Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo,
como era no princípio, agora e sempre.
Amém
Hino
Hoje cantemos o triunfo
do guia sábio e bom pastor;
que já reina entre os eleitos
a testemunha do Senhor.
Foi guia e mestre mui brilhante,
da vida santa deu lição;
buscou a Deus ser agradável,
mantendo puro o coração.
Oremos para que, bondoso,
peça perdão para os faltosos,
e sua prece nos conduza
do céu aos cumes luminosos.

Poder, louvor, honra e glória
ao Deus eterno e verdadeiro,
que, em suas leis, rege e sustenta,
governa e guia o mundo inteiro.

Cântico Hab 3,2-4.13a.15-19
Erguei a cabeça, porque a vossa libertação está próxima (Lc 21,28).

Eu ouvi vossa mensagem, ó Senhor,
e enchi-me de temor.
Manifestai a vossa obra pelos tempos
e tornai-a conhecida.

Ó Senhor, mesmo na cólera, lembrai-vos
de ter misericórdia!
Deus virá lá das montanhas de Temã,
e o Santo, de Farã.

O céu se enche com a sua majestade,
e a terra, com sua glória.
Seu esplendor é fulgurante como o sol,
saem raios de suas mãos.

Nelas se oculta o seu poder como num véu,
seu poder vitorioso.
Para salvar o vosso povo vós saístes,
para salvar o vosso Ungido.

E lançastes pelo mar vossos cavalos
no turbilhão das grandes águas.
Ao ouvi-lo estremeceram-me as entranhas
e tremeram os meus lábios.

A cárie penetrou-me até os ossos,
e meus passos vacilaram.
Confiante espero o dia da aflição,
que virá contra o opressor.

Ainda que a figueira não floresça
nem a vinha dê seus frutos,
a oliveira não dê mais o seu azeite,
nem os campos, a comida;

mesmo que faltem as ovelhas nos apriscos
e o gado nos currais:
mesmo assim eu me alegro no Senhor,
exulto em Deus, meu Salvador!

O meu Deus e meu Senhor é minha força
e me faz ágil como a corça;
para as alturas me conduz com segurança
ao Cântico de salmos.

Glória ao Pai...

Leitura breve Hb 13,7-9a
Lembrai-vos de vossos dirigentes, que vos pregaram a palavra de Deus, e, considerando o fim de sua vida, imitai-lhes a fé. Jesus Cristo é o mesmo, ontem e hoje e por toda a eternidade. Não vos deixeis enganar por qualquer espécie de doutrina estranha.

Colocastes sentinelas vigiando vosso povo.
Anunciam, dia e noite, vosso nome, ó Senhor.

BENEDICTUS
Não sois vós que falareis, é o Espírito do Pai que em vós há de falar.

Bendito seja o Senhor Deus de Israel,
porque a seu povo visitou e libertou;

e fez surgir um poderoso Salvador
na casa de Davi, seu servidor,

como falara pela boca de seus santos,
os profetas desde os tempos mais antigos,

para salvar-nos do poder dos inimigos
e da mão de todos quantos nos odeiam.

Assim mostrou misericórdia a nossos pais,
recordando a sua santa Aliança

e o juramento a Abraão, o nosso pai,
de conceder-nos que, libertos do inimigo,

a ele nós sirvamos sem temor
em santidade e em justiça diante dele,
enquanto perdurarem nossos dias.

Serás profeta do Altíssimo, ó menino,
pois irás andando à frente do Senhor
para aplainar e preparar os seus caminhos,

anunciando ao seu povo a salvação,
que está na remissão de seus pecados;

pela bondade e compaixão de nosso Deus,
que sobre nós fará brilhar o Sol nascente,

para iluminar a quantos jazem entre as trevas
e na sombra da morte estão sentados

e para dirigir os nossos passos,
guiando-os no caminho da paz.

Glória ao Pai...

Preces
Agradeçamos a Cristo, o bom Pastor que deu a vida por suas ovelhas; e lhe peçamos:

R. Apascentai, Senhor, o vosso rebanho!

Cristo, quisestes mostrar vosso amor e misericórdia nos santos pastores;
– por meio deles, sede sempre misericordioso para conosco. R.

Através dos vossos representantes na terra, continuais a ser o Pastor das nossas almas;
– não vos canseis de nos dirigir por intermédio de nossos pastores. R.

Em vossos santos, que guiamos povos, sois o médico dos corpos e das almas;
– não cesseis de exercer para conosco o ministério da vida e da santidade. R.

Pela sabedoria e caridade dos santos, instruístes o vosso rebanho;
– guiados pelos nossos pastores, fazei-nos crescer na santidade. R.

(Intenções livres)

Pai nosso...

Oração
Ó Deus, para a salvação da humanidade, quisestes que São Francisco de Sales se fizesse tudo para todos, concedei que, a seu exemplo, manifestemos sempre a mansidão do vosso amor no serviço a nossos irmãos. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Cada Apóstolo produz um fruto diferente

Na criação, Deus Criador mandou às plantas que cada uma produzisse fruto conforme sua espécie. Do mesmo modo, ele ordenou aos cristãos, plantas vivas de sua Igreja, que produzissem frutos de devoção, cada qual de acordo com sua categoria, estado e vocação.
A devoção deve ser praticada de modos diferentes pelo nobre e pelo operário, pelo servo e pelo príncipe, pela viúva, pela solteira ou pela casada. E isto ainda não basta. A prática da devoção deve adaptar-se às forças, aos trabalhos e aos deveres particulares de cada um.
Seria conveniente que os bispos quisessem viver na solidão como os cartuxos? Que os casados não se preocupassem em aumentar seus ganhos mais que os capuchinhos? Que o operário passasse o dia todo na Igreja como o religioso e que o religioso estivesse sempre disponível para todo tipo de encontros a serviço do próximo, como o bispo? Não seria ridícula, confusa e intolerável esta devoção?
Contudo, este erro absurdo acontece muitíssimas vezes. E, no entanto, a devoção quando é verdadeira não prejudica a ninguém. Pelo contrário, aperfeiçoa e consuma tudo. E, quando se torna contrária à legítima ocupação de alguém, ela é falsa, sem dúvida alguma. A abelha extrai seu mel das flores sem lhes causar dano algum, deixando-as intactas e frescas como encontrou. Todavia, a verdadeira devoção age melhor ainda, porque não somente não prejudica a qualquer espécie de vocação ou tarefa, mas ainda as engrandece e embeleza.
Qualquer pedra preciosa em contacto com o mel, torna-se mais brilhante, cada qual conforme sua cor. Assim também cada um se torna mais agradável e perfeito em sua vocação quando esta for conjugada com a devoção: o cuidado da família se torna tranquilo, o amor mútuo entre marido e mulher, mais sincero, o serviço que se presta ao governante, mais fiel, e mais suave e agradável o desempenho de todas as ocupações.
É um erro, senão até mesmo uma heresia, querer excluir a vida devota dos quartéis de soldados, das oficinas dos operários, dos palácios dos príncipes, do lar das pessoas casadas. Confesso, porém, que a devoção puramente contemplativa, monástica e religiosa de modo algum pode ser praticada em tais ocupações ou condições. Mas, para além destas três espécies de devoção, existem muitas outras, próprias para o aperfeiçoamento daqueles que vivem no estado secular.
Portanto, onde quer que estejamos, devemos e podemos aspirar à vida perfeita.

São Francisco de Sales
Da Introdução à Vida Devota (Pars 1, cap. 3)
Bispo de Genebra († 1622)

O Senhor te guardará de todo o mal,
ele mesmo vai cuidar da tua vida!
Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo,
como era no princípio, agora e sempre.
Amém.

Hino
Eterno Sol, que envolveis
a criação de esplendor,
a vós, Luz pura das mentes,
dos corações o louvor.

Pelo poder do Espírito,
lâmpadas vivas brilharam.
Da salvação os caminhos
a todo o mundo apontaram.

Por estes servos da graça
fulgiu com novo esplendor
o que a palavra proclama
e que a razão demonstrou.

Tem parte em suas coroas,
pela doutrina mais pura,
este varão que louvamos
e como estrela fulgura.

Por seu auxílio pedimos:
dai-nos, ó Deus, caminhar
na direção da verdade
e assim a vós alcançar.

Ouvi-nos, Pai piedoso,
e vós, ó Filho, também,
com o Espírito Santo,
Rei para sempre. Amém.

Salmo 120(121)
Nunca mais terão fome nem sede. Nem os molestará o sol nem algum calor ardente (Ap 7,16).

Eu levanto os meus olhos para os montes:
de onde pode vir o meu socorro?
"Do Senhor é que me vem o meu socorro,
do Senhor que fez o céu e fez a terra!

Ele não deixa tropeçarem os meus pés,
e não dorme quem te guarda e te vigia.
Oh! não! ele não dorme nem cochila,
aquele que é o guarda de Israel!

O Senhor é o teu guarda, o teu vigia,
é uma sombra protetora à tua direita.
Não vai ferir-te o sol durante o dia,
nem a lua através de toda a noite.

O Senhor te guardará de todo o mal,
ele mesmo vai cuidar da tua vida!
Deus te guarda na partida e na chegada.
Ele te guarda desde agora e para sempre!

Glória ao Pai...

Leitura breve 1Pd 5,1-4
Exorto aos presbíteros que estão entre vós, eu, presbítero como eles, testemunha dos
sofrimentos de Cristo e participante da glória que será revelada: Sede pastores do
rebanho de Deus, confiado a vós; cuidai dele, não por coação, mas de coração generoso;
não por torpe ganância, mas livremente; não como dominadores daqueles que vos foram confiados, mas antes, como modelos do rebanho. Assim, quando aparecer o pastor supremo, recebereis a coroa permanente da glória.

Eis o amigo dos irmãos, que intercede pelo povo.
Dedicou sua vida em favor de seus irmãos.

MAGNIFICAT
Eu te dou graças, ó Cristo, Bom Pastor, que me guiaste à glória do teu Reino! O rebanho que a mim confiaste esteja aqui onde estou na tua glória!

A minha alma engrandece ao Senhor
e se alegrou o meu espírito em Deus, meu Salvador;
pois ele viu a pequenez de sua serva,
desde agora as gerações hão de chamar-me de bendita.

O Poderoso fez por mim maravilhas
e Santo é o seu nome!
Seu amor, de geração em geração,
chega a todos que o respeitam;

demonstrou o poder de seu braço,
dispersou os orgulhosos;
derrubou os poderosos de seus tronos
e os humildes exaltou;

De bens saciou os famintos,
e despediu, sem nada, os ricos.
Acolheu Israel, seu servidor,
fiel ao seu amor,

como havia prometido aos nossos pais,
em favor de Abraão e de seus filhos, para sempre.

Glória ao Pai...

Preces
Rendamos a devida glória a Cristo, constituído Pontífice em favor dos homens nas suas
relações com Deus; e lhe peçamos humildemente:

R. Senhor, salvai o vosso povo!

Fizestes resplandecer admiravelmente a vossa Igreja por meio de santos e insignes
Pastores;
– que os cristãos se alegrem sempre com o mesmo esplendor. R.

Quando os santos Pastores vos suplicavam, a exemplo de Moisés, perdoastes os pecados
do povo;
– por intercessão deles, santificai a vossa Igreja mediante uma contínua purificação. R.

Tendo-os escolhido entre seus irmãos, consagrastes vossos santos, enviando sobre eles o
vosso Espírito;
– que o mesmo Espírito Santo inspire aqueles que governam vosso povo. R.

Sois vós a herança dos santos Pastores;
– concedei que nenhum daqueles que foram resgatados pelo vosso sangue fique longe
de vós. R.

(Intenções livres)

Por meio dos Pastores da Igreja, dais a vida eterna a vossas ovelhas, e não permitis que
ninguém as arrebate de vossas mãos;
– salvai os que adormeceram em vós, pelos quais destes a vida. R.

Pai nosso...

ANTÍFONA MARIANA
Salve, Regina, mater misericordiae
Vita, dulcedo, et spes nostra, salve.
Ad te clamamus, exsules, filii evae.
Ad te suspiramus, gementes et flentes
in hac lacrimarum valle.

Eia ergo, Advocata nostra,
illos tuos misericordes oculos
ad nos converte.
Et Iesum, benedictum fructum ventris tui,
nobis post hoc exsilium ostende.
O clemens, O pia, O dulcis Virgo Maria.

Ora pro nobis sancta Dei Genetrix.
Ut digni efficiamur promissionibus Christi. Amen.
(Tradução)

Salve Rainha, Mãe de Misericórdia, vida e doçura esperança nossa salve! A vós bradamos os degredados filhos de Eva.
A vós suspiramos gemendo e chorando neste vale de lágrimas.
Eia, pois advogada nossa, esses vossos olhos misericordiosos a nós volvei, e depois deste desterro, mostrai-nos Jesus, bendito fruto do vosso ventre, ó clemente, ó piedosa ó doce e sempre Virgem Maria.
Rogai por nós Santa Mãe de Deus, para que sejamos dignos das promessas de Cristo. Amém

SEJAM SANTOS!
Na escola da santidade.

Evangelho segundo São Marcos 3,13-19.
Naquele tempo, Jesus subiu a um monte. Chamou à sua presença aqueles que entendeu e eles aproximaram-se.
Escolheu doze, para andarem com Ele e para os enviar a pregar,
com poder de expulsar demónios.
Escolheu estes doze: Simão, a quem pôs o nome de Pedro;
Tiago, filho de Zebedeu, e João, irmão de Tiago, aos quais pôs o nome de Boanerges, isto é, «Filhos do trovão»;
André, Filipe, Bartolomeu, Mateus, Tomé, Tiago de Alfeu, Tadeu, Simão o Cananeu
e Judas Iscariotes, que depois O traiu.

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