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Festividade do dia

sexta-feira 27 março
Bem-aventurado Francisco Faà di Bruno

Presbítero (†1888)

OFFICE
fizkes | Shutterstock
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Francisco Faà di Bruno, o caçula dos 12 filhos do Marquês Luigi Faà di Bruno e Carolina Sappa de Milanesi, nasceu em Alexandria, então parte do Reino da Sardenha, em 29 de março de 1825. Sua mãe foi um exemplo de caridade, especialmente na ajuda aos pobres da região. Dois irmãos de Francisco se tornaram religiosos (um deles se tornou Palotino e foi o primeiro sucessor de São Vicente Palloti à frente da Congregação, após a morte do santo) e duas de suas irmãs tornaram-se monjas.
Quando jovem, Francisco entrou no Exército Real e atingiu o posto de Oficial de Estado Maior. Seus dons e excelente caráter convenceram Vitório Emanuel II, que subiu ao trono após a abdicação de Carlo Alberto, a nomeá-lo tutor de seus filhos. Para aperfeiçoar seus estudos, mudou-se para Paris e na Sorbonne obteve a Licenciatura em Ciências Matemáticas e Astronomia. Estudou sob a orientação de Augustin Cauchy (ilustre expoente do mundo católico parisiense) e Urbain Le Verrier, que participaram da descoberta do planeta Netuno. Teve contato próximo com os famosos matemáticos François-Napoléon-Marie Moigno e Charles Hermite.
Ao voltar para Turim, a Universidade da cidade não o nomeou como professor titular, mas apenas como substituto e/ou temporário, apesar de ter o reconhecimento de seu nome como renomado matemático por toda a Europa.
Anos mais tarde, em reconhecimento às suas realizações como cientista, o grau de Doutor em Ciências lhe foi conferido pelas universidades de Paris e Turim.
No desempenho de suas responsabilidades profissionais, Faà di Bruno também se envolveu ativamente n aluta pelos pobres, trabalho já desenvolvido por personalidades da Igreja Católica em Turim. Tornou-se amigo íntimo de Dom Bosco e o ajudou a estabelecer refúgios para idosos e pobres. Supervisionou a construção da igreja de Nossa Senhora do Sufrágio em Turim.
Um pouco tarde em sua vida, Faà di Bruno sentiu o desejo de se tornar sacerdote, já que cumpria intensa atividade religiosa e iniciou os estudos necessários em Teologia. Mais tarde veio a descobrir, no entanto, que o arcebispo de Turim na época não aceitaria um homem mais velho para ordenação, pois Faà di Bruno tinha mais de 40 anos. Fez apelo ao papa Pio IX e recebeu seu apoio, sendo finalmente ordenado aos 51 anos.
Fundou as Irmãs Menores de Nossa Senhora do Sufrágio, em 1881, para ajudar empregadas domésticas, que posteriormente incluiu outras pessoas, como mães solteiras. Com a ajuda delas, ele também estabeleceu outro refúgio dedicado a receber prostitutas. Francesco promoveu a figura feminina em todos os aspectos.
Dois trabalhos teológicos também são apontados como de sua autoria: um sobre a Eucaristia (1872) e um Catecismo (1875). Mesmo como sacerdote continuou seus estudos científicos. Seus artigos foram publicados em periódicos científicos internacionais famosos, pois sabia escrever em inglês, alemão e francês. Suas “invenções” ganharam inúmeros prêmios. Dizia: “educar e ser útil aos outros são as pedras angulares da porta da minha felicidade”. Traduziu também algumas obras de devoção do inglês e do alemão e organizou “noites científicas” para financiar a realização dos afrescos de “sua” igreja. Embora fosse em origem rico e nobre, Francisco viveu como um homem pobre, para ajudar os pobres.
Francisco faleceu em Turim após apenas cinco dias de doença, talvez uma infecção intestinal, em 27 de março de 1888, dois meses depois de seu amigo Dom Bosco.
Sua causa de canonização foi aberta no início do século XX pela Arquidiocese de Turim e ele foi declarado Servo de Deus.
Foi declarado Venerável pelo Papa Paulo VI, em 1971 e foi beatificado em 25 de setembro de 1988, no centenário de sua morte, pelo Papa São João Paulo II que, durante uma visita a Turim. Suas relíquias são reverenciadas na Igreja de Nossa Senhora do Sufrágio, anexa à Casa Mãe do Instituto das Irmãs Menores.

Descubra outros santos clicando aqui

Hoje não fecheis o vosso coração, mas ouvi a voz do Senhor!.
Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo,
como era no princípio, agora e sempre.
Amém
Hino
Ó Cristo, sol de justiça,
brilhai nas trevas da mente.
Com força e luz, reparai
a criação novamente.

Dai-nos, no tempo aceitável,
um coração penitente,
que se converta e acolha
o vosso amor paciente.

A penitência transforme
tudo o que em nós há de mal.
É bem maior que o pecado
o vosso dom sem igual.

Um dia vem, vosso dia,
e tudo então refloresce.
Nós, renascidos na graça,
exultaremos em prece.

A vós, Trindade clemente,
com toda a terra adoramos,
e no perdão renovados
um canto novo cantamos.

Cântico Tb 13,8-11.13-14ab.15-16ab
Mostrou-me a cidade santa, Jerusalém. brilhando com a glória de Deus (Ap 21,10-11).

Dai graças ao Senhor, vós todos, seus eleitos;
celebrai dias de festa e rendei-lhe homenagem.

Jerusalém, cidade santa, o Senhor te castigou,
por teu mau procedimento, pelo mal que praticaste.

Dá louvor ao teu Senhor, pelas tuas boas obras,
para que ele, novamente, arme, em ti, a sua tenda.

Reúna em ti os deportados, alegrando-os, sem fim!
ame em ti todo infeliz pelos séculos sem fim!

Resplenderás, qual luz brilhante, até os extremos desta terra;
virão a ti nações de longe, dos lugares mais distantes,
invocando o santo nome, trazendo dons ao Rei do céu.

Em ti se alegrarão as gerações das gerações
e o nome da Eleita durará por todo o sempre.

Então, te alegrarás pelos filhos dos teus justos,
todos unidos, bendizendo ao Senhor, o Rei eterno.

Haverão de ser ditosos todos quantos que te amam,
encontrando em tua paz sua grande alegria.

Ó minh ’alma, vem, bendize ao Senhor, o grande Rei,
pois será reconstruída sua casa em Sião,
que para sempre há de ficar pelos séculos sem fim.

Glória ao Pai...

Leitura breve Is 53,11b-12
Meu Servo, o justo, fará justos inúmeros homens, carregando sobre si suas culpas. Por isso, compartilharei com ele multidões e ele repartirá suas riquezas com os valentes seguidores, pois entregou o corpo à morte, sendo contado como um malfeitor; ele, na verdade, resgatava o pecado de todos e intercedia em favor dos pecadores.

Vós nos resgatastes, ó Senhor, para Deus o vosso sangue nos remiu.
Dentre todas as tribos e línguas, dentre os povos da terra e nações.

BENEDICTUS
Sabeis quem eu sou e de onde eu vim; não vim de mim mesmo: meu Pai me enviou.

Bendito seja o Senhor Deus de Israel,
porque a seu povo visitou e libertou;

e fez surgir um poderoso Salvador
na casa de Davi, seu servidor,

como falara pela boca de seus santos,
os profetas desde os tempos mais antigos,

para salvar-nos do poder dos inimigos
e da mão de todos quantos nos odeiam.

Assim mostrou misericórdia a nossos pais,
recordando a sua santa Aliança

e o juramento a Abraão, o nosso pai,
de conceder-nos que, libertos do inimigo,

a ele nós sirvamos sem temor
em santidade e em justiça diante dele,
enquanto perdurarem nossos dias.

Serás profeta do Altíssimo, ó menino,
pois irás andando à frente do Senhor
para aplainar e preparar os seus caminhos,

anunciando ao seu povo a salvação,
que está na remissão de seus pecados;

pela bondade e compaixão de nosso Deus,
que sobre nós fará brilhar o Sol nascente,

para iluminar a quantos jazem entre as trevas
e na sombra da morte estão sentados

e para dirigir os nossos passos,
guiando-os no caminho da paz.

Glória ao Pai...

Preces
Imploremos a Cristo Salvador, que nos remiu por sua morte e ressurreição; e digamos:

R. Senhor, tende piedade de nós!

Vós, que subistes a Jerusalém para sofrer a Paixão, e assim entrar na glória,
– conduzi vossa Igreja à Páscoa da eternidade. R.

Vós, que, elevado na cruz, deixastes a lança do soldado vos traspassar,
– curai as nossas feridas. R.

Vós, que transformastes o madeiro da cruz em árvore da vida,
– concedei os frutos dessa árvore aos que renasceram pelo batismo. R.

Vós, que, pregado na cruz, perdoastes o ladrão arrependido,
– perdoai-nos também a nós pecadores. R.

(Intenções livres)

Pai nosso...

Oração
Ó Deus, que preparastes para a nossa fraqueza os auxílios necessários à nossa renovação, dai-nos recebê-los com alegria e vê-los frutificar em nossa vida. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

A Palavra de Deus divide, sempre!

O trecho do Evangelho de hoje apresenta-nos uma cena ambientada no templo de Jerusalém, no ápice da festa judaica das Tendas, depois de Jesus ter proclamado uma grande profecia revelando-se como fonte da “água viva”, isto é, o Espírito Santo. As pessoas muito impressionadas começam a discutir sobre Ele. [...]
A palavra do Senhor, ontem como hoje, provoca sempre uma divisão: a palavra de Deus divide, sempre! Provoca uma divisão entre quem a aceita e quem a rejeita. Às vezes acende-se um contraste interior também no nosso coração; isto acontece quando nos damos conta do fascínio, da beleza e da verdade das palavras de Jesus, mas ao mesmo tempo rejeitamo-las porque nos põem em questão, põem-nos em dificuldade e custa-nos demasiado observá-las. [...] A palavra de Cristo é poderosa: não existe o poder do mundo, mas o de Deus, que é forte na humildade e na fragilidade. O seu poder é o Amor: é o poder da palavra de Deus! Um amor que não conhece confins, que nos faz amar os outros, mais do que a nós mesmos. A palavra de Jesus, o Evangelho sagrado, ensina que os verdadeiros bem-aventurados são os pobres de espírito, os não violentos, os mansos, os artífices de paz e justiça. Esta é a força que transforma o mundo! Esta é a palavra que dá força e é capaz de mudar o mundo. Não há outro caminho para transformar o mundo. [...]
Vai, acolhe! Vai, procura! Vai, leva amor, misericórdia e ternura. Quando os corações se abrem ao Evangelho o mundo começa a mudar e a humanidade ressurge! Se acolhermos e vivermos diariamente a Palavra de Jesus, ressurgiremos com ele.
A Quaresma que estamos a viver faz ressoar esta mensagem na Igreja enquanto caminhamos para a Páscoa: em todo o povo de Deus reacende-se a esperança de ressurgir com Cristo, nosso Salvador. [...] A esperança: “Espaço à esperança”, diz o lema desta Visita. Digo-o a todos, de modo particular aos jovens: abri-vos ao poder de Jesus Ressuscitado e produzireis frutos de vida nova nesta cidade: frutos de partilha, de reconciliação, de serviço, de fraternidade. Deixai-vos abranger, abraçar, pela sua misericórdia, pela misericórdia de Jesus, a misericórdia que só ele nos dá.

Papa Francisco
Praça do Plebiscito, Nápoles, Sábado, 21 de Março de 2015.
266° Papa da Igreja Católica (2013-).

Vinde, adoremos o Senhor que se entregou por nós!
Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo,
como era no princípio, agora e sempre.
Amém.

Hino
A abstinência quaresmal
vós consagrastes, ó Jesus;
pelo jejum e pela prece,
nos conduzis da treva à luz.

Ficai presente agora à Igreja,
ficai presente à penitência,
pela qual vos suplicamos
para os pecados indulgência.

Por vossa graça, perdoai
as nossas culpas do passado;
contra as futuras protegei-nos,
manso Jesus, Pastor amado,

Para que nós, purificados
por esses ritos anuais,
nos preparemos, reverentes,
para gozar os dons pascais.

Todo o universo vos adore,
Trindade Santa, Sumo Bem.
Novos, por graça, vos cantemos
um canto novo e belo. Amém.

Salmo 143 (II)
As suas mãos foram treinadas para a luta, quando venceu o mundo conforme disse: eu venci o mundo ( Santo Hilário).

Um canto novo, meu Deus, vou cantar-vos,
nas dez cordas da harpa louvar-vos,
a vós que dais a vitória aos reis
e salvais vosso servo Davi.

Da espada maligna livrai-me
e salvai-me da mão dos estranhos;
sua boca só tem falsidade,
sua mão jura falso e engana.

Que nossos filhos, quais plantas viçosas,
cresçam sadios, e fortes floresçam!
As nossas filhas, colunas robustas,
que um artista esculpiu para o templo.

Nossos celeiros transbordem de cheios,
abastecidos de todos os frutos!
Nossas ovelhas em muitos milhares
se multipliquem nas nossas campinas!

O nosso gado também seja gordo!
Não haja brechas em nossas muralhas,
nem desterro ou gemido nas praças!

Feliz o povo a quem isto acontece,
e que tem o Senhor por seu Deus!
.

Glória ao Pai...

Leitura breve Tg 4,7-8.10
Obedecei a Deus, mas resisti ao diabo, e ele fugirá de vós. Aproximai-vos de Deus, e ele se aproximará de vós. Purificai as mãos, ó pecadores, e santificai os corações, homens dúbios. Humilhai-vos diante do Senhor, e ele vos exaltará.

Senhor, atendei minha prece, meu clamor chegue a vós!
Escutai-me, no dia em que chamo.

MAGNIFICAT
As obras que eu faço é que dão testemunho que o Pai me enviou.

A minha alma engrandece ao Senhor
e se alegrou o meu espírito em Deus, meu Salvador;
pois ele viu a pequenez de sua serva,
desde agora as gerações hão de chamar-me de bendita.

O Poderoso fez por mim maravilhas
e Santo é o seu nome!
Seu amor, de geração em geração,
chega a todos que o respeitam;

demonstrou o poder de seu braço,
dispersou os orgulhosos;
derrubou os poderosos de seus tronos
e os humildes exaltou;

De bens saciou os famintos,
e despediu, sem nada, os ricos.
Acolheu Israel, seu servidor,
fiel ao seu amor,

como havia prometido aos nossos pais,
em favor de Abraão e de seus filhos, para sempre.

Glória ao Pai...

Preces
Proclamemos a misericórdia de Deus, que nos ilumina com a graça do Espírito Santo, para que resplandeçam em nossas obras a justiça e a santidade; e supliquemos:

R. Dai a vida, Senhor, ao povo que Cristo redimiu!

Senhor, fonte e autor de toda santidade, fortalecei os bispos, os sacerdotes e os diáconos em sua união com Cristo por meio do mistério eucarístico,
– para que se renove sempre mais a graça que receberam pela imposição das mãos. R.

Ensinai os vossos fiéis a participarem de modo mais digno e ativo na mesa da Palavra e do Corpo de Cristo,
– para que mantenham na vida e nos costumes o que receberam pela fé e pelos sacramentos. R.

Ensinai-nos a reconhecer a dignidade de cada pessoa humana, redimida pelo Sangue de vosso Filho,
– e a respeitarmos a liberdade e a consciência de nossos irmãos e irmãs. R.

Fazei que todos os seres humanos saibam moderar seus desejos de bens temporais,
– e atendam às necessidades do próximo. R.

(Intenções livres)

Tende piedade dos fiéis que hoje chamastes desta vida para vós,
– e concedei-lhes o dom da eterna bem-aventurança. R.
Pai nosso...

ANTÍFONA MARIANA
Ave Maria, gratia plena; Dominus tecum: benedicta tu in mulieribus, et benedictus fructus ventris tui Iesus. Sancta Maria, Mater Dei ora pro nobis peccatoribus, nunc et in hora mortis nostrae. Amen.
(Tradução)
Ave Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco, Bendita sois Vós entre as mulheres, e Bendito é o fruto de vosso ventre, Jesus. Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós pecadores, agora e na hora de nossa morte. Amém

SEJAM SANTOS!
Na escola da santidade.

Evangelho segundo São João 7,1-2.10.25-30.
Naquele tempo, Jesus percorria a Galileia, evitando andar pela Judeia, porque os judeus procuravam dar-Lhe a morte.
Estava próxima a festa dos Tabernáculos.
Quando os seus parentes subiram a Jerusalém, para irem à festa, Ele subiu também, não às claras, mas em segredo.
Diziam então algumas pessoas de Jerusalém: «Não é este homem que procuram matar?
Vede como fala abertamente e não Lhe dizem nada. Teriam os chefes reconhecido que Ele é o Messias?
Mas nós sabemos de onde é este homem, e, quando o Messias vier, ninguém sabe de onde Ele é».
Então, em alta voz, Jesus ensinava no Templo, dizendo: «Vós Me conheceis e sabeis de onde Eu sou! No entanto, Eu não vim por minha própria vontade e é verdadeiro Aquele que Me enviou e que vós não conheceis.
Mas Eu conheço-O, porque dele venho e foi Ele que Me enviou».
Procuravam então prender Jesus, mas ninguém Lhe deitou a mão, porque ainda não chegara a sua hora.

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