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Beato John Hambley

Mártir (†1587) Comemoração: 29 de março

Public Domain

Santo do dia

John Hambley era frequentador da paróquia de São Mabyn, perto de Bodmin, na Cornualha.
Hambley se converteu ao catolicismo lendo um dos livros de Robert Persons, em 1582. Por volta do Natal daquele ano, ele deixou de frequentar a adoração estabelecida por lei, e temendo a penalidade acarretada pela ausência da igreja decidiu deixar o condado onde era conhecido. Viajou para Londres, onde ficou morando até maio de 1583. Durante esse tempo reconciliou-se com a fé católica através do Sr. Fortescue, padre de um seminário.
No início de maio de 1583, ele partiu de Rye, em Sussex, para Dieppe, chegando a Reims no final do mês. Estudou em Reims e foi ordenado sacerdote em 22 de setembro de 1584.
Disfarçado como leigo, partiu com Maurice Williams para a Missão Inglesa em 6 de abril de 1585. Chegando perto de Ipswich, eles seguiram para Londres, fixando residência em Longworth. Quinze dias depois voltou para o Londres colocando-se sob a direção espiritual do padre John Cornelius. Durante este tempo, ele assistiu alguns dos católicos clandestinos nas pensões da corte. Após cerca de cinco semanas, foi para Dorsetshire e trabalhou nos condados do Oeste por cerca de um ano.
Por volta da Páscoa de 1586, foi denunciado pelo criado de um cavalheiro que outrora fora seu companheiro de viagem. Foi capturado, depois julgado e condenado em Taunton, no entanto, ele negou sua fé por um indulto e depois fugiu da prisão.
Tendo fugido para Salisbury, ele continuou seus trabalhos até o mês de agosto seguinte. Na véspera da Festa da Assunção, o Bispo Protestante de Salisbury decidiu revistar as casas dos católicos locais, suspeitando que pudesse pegar um padre celebrando uma missa. Desta forma, Hambley foi recapturado. Agora mais do que nunca, ficou tão amedrontado que entregou os nomes da maioria de seus amigos católicos, assim como negou, de novo, sua fé. No entanto, os juízes não confiaram em suas declarações e ele permaneceu detido.
Na Páscoa seguinte, foi julgado novamente. Nesta terceira vez, porém, ele não negou sua fé, e foi executado perto de Salisbury, “enfrentando com coragem e dizendo que se arrependia de suas negligências anteriores”.
Ninguém sabe ao certo o que o levou a permanecer firme durante sua prisão final. Um contemporâneo seu, o padre Warford, acreditava que foi devido ao seu anjo da guarda, mas outro, padre Gerard, afirma que sua força veio, com grande probabilidade de um companheiro de prisão, Thomas Pilchard, que mais tarde se tornou um mártir.

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