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Festividade do dia

terça-feira 15 outubro
Santa Teresa de Jesus (Teresa de Ávila)

Virgem e doutora da Igreja (†1582)

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Santa Teresa nasceu no dia 28 de março de 1515, na cidade espanhola de Ávila. Dois anos após seu nascimento, um monge agostiniano alemão fixava suas 95 teses contra a venda das indulgências na porta de uma igreja em Wittenberg: seu nome era Martinho Lutero, o iniciador do movimento que ficaria conhecido como “Reforma protestante”. Teresa nasceu, portanto, num dos períodos mais difíceis da história da Igreja católica. De fato, quando ela entra no mosteiro carmelita em Ávila, a Regra que as monjas seguiam havia sofrido mudanças negativas, que levaram a um relaxamento na vida da comunidade monástica: havia um elevado número de irmãs, encontros em demasia no parlatório e uma desorganização na distribuição das tarefas do dia a dia, tornavam muito difícil a vida contemplativa. Foi assim que Teresa teve a intuição de fundar um mosteiro de clausura stricta. Em 1562, sua reforma tomou corpo numa pequena comunidade. Teresa, talvez a maior mística espanhola, compreendeu que diante das rupturas que a Igreja de seu tempo enfrentava a sua maior resposta devia consistir no ser filha e esposa fiel de Deus através da maior adesão possível à Regra religiosa à qual ela própria havia se submetido. Sua visão mística lhe permitiu viver a fé em grande plenitude: ela, de algum modo, havia intuído que estando continuamente ligada ao Senhor teria obtido dons de graça para a Igreja, que naquele momento sofria em seu corpo pela corrupção, pelas infidelidades, pelas traições e divisões provocadas pelos seus filhos. Teresa havia percebido que, assim como todo gesto de amor oferecido ao próximo sobe até o Senhor, da mesma maneira, todo gesto de amor oferecido ao Senhor recairia sobre o próximo. A pequena comunidade fundada por Teresa – chamadas de Carmelitas descalças – deram um tal testemunho que muitas jovens pediram para abraçar essa vida equilibrada de austeridade e alegria, rigor e suavidade, solidão e cordialidade. Aos poucos outros mosteiros são fundados sob a mesma inspiração: com 52 anos Teresa percorre as estradas de Castela, faça frio, chuva ou sol… em sua biografia narra os esforços que emprega na fundação de novos mosteiros: discute o preço dos terrenos, mantém relações políticas com autoridade locais para obter as necessárias autorizações, procura por válidos colaboradores… uma luta sem fim. Em 1567 encontra um jovem que estuda em Salamanca; havia sido ordenado presbítero há pouco e se preparava para se tornar monge. Era João de São Matias, o futuro São João da Cruz. Ao conhecer a proposta de Santa Teresa, ele decide tomar o hábito dos carmelitas descalços e acompanha a fundadora em suas viagens. Infelizmente, ao longo do caminho de Teresa, nem tudo são flores… Fortes perseguições se desencadeiam sobre os reformadores do Carmelo: Teresa se encontrará no olho do furacão. Apenas mediante a intercessão do Rei Felipe II e o apoio por parte do papa Gregório XIII, a reforma de Teresa tem continuidade. Ao morrer, Santa Teresa pode exclamar com alegria: “morro filha da Igreja”. Sua intuição e sua resistência foram impressionantes e imprescindíveis para a Igreja de seu tempo. Também hoje a Igreja aguarda por almas corajosas, capazes de amar e de enfrentar os desafios que a história atual propõe.
Em 1622 o papa Gregório XV a canonizou: apenas 40 anos haviam se passado desde sua morte. No dia 27 de setembro de 1970, o papa Paulo VI a proclamou Doutora da Igreja, uma das primeiras mulheres na Igreja a receber esse título.

Descubra outros santos clicando aqui


Vinde, povo do Senhor e rebanho que ele guia;
vinde todos, adoremos!
Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo,
como era no princípio, agora e sempre.
Amém
Hino
Eis que da noite já foge a sombra
e a luz da aurora refulge, ardente.
Nós, reunidos, a Deus oremos
e invoquemos o Onipotente.

Deus, compassivo, nos salve a todos
e nos afaste de todo o mal.
O Pai bondoso, por sua graça,
nos dê o reino celestial.

Assim nos ouça o Deus Uno e Trino,
Pai, Filho e Espírito Consolador.
Por toda a terra vibram acordes
dum canto novo em seu louvor.
Salmo 150

Salmodiai com o espírito e salmodiai com a mente, isto é: glorificai a Deus com a alma e o corpo (Hesíquio).

Louvai o Senhor Deus no santuário,
louvai-o no alto céu de seu poder!
Louvai-o por seus feitos grandiosos,
louvai-o em sua grandeza majestosa!

Louvai-o com o toque da trombeta,
louvai-o com a harpa e com a cítara!
Louvai-o com a dança e o tambor,
louvai-o com as cordas e as flautas!

Louvai-o com os címbalos sonoros,
louvai-o com os címbalos de júbilo!
Louve a Deus tudo o que vive e que respira,
tudo cante os louvores do Senhor!

Glória ao Pai...

Leitura breve .................. ...............2Tm 2,8.11-13

Lembra-te de Jesus Cristo, da descendência de Davi,ressuscitado dentre os mortos. Merece fé esta palavra: se com ele morremos, com ele viveremos. Se com ele ficamos firmes, com ele reinaremos. Se nós o negamos, também ele nos negará. Se lhe somos infiéis, ele permanece fiel, pois não pode negar-se a si mesmo.

Nós vos louvamos, dando graças, ó Senhor, dando graças, invocamos vosso nome.
E publicamos os prodígios que fizestes.

BENEDICTUS

Dizei aos convidados:
Preparai o meu banquete, vinde à festa nupcial!

Bendito seja o Senhor Deus de Israel,
porque a seu povo visitou e libertou;

e fez surgir um poderoso Salvador
na casa de Davi, seu servidor,

como falara pela boca de seus santos,
os profetas desde os tempos mais antigos,

para salvar-nos do poder dos inimigos
e da mão de todos quantos nos odeiam.

Assim mostrou misericórdia a nossos pais,
recordando a sua santa Aliança

e o juramento a Abraão, o nosso pai,
de conceder-nos que, libertos do inimigo,

a ele nós sirvamos sem temor
em santidade e em justiça diante dele,
enquanto perdurarem nossos dias.

Serás profeta do Altíssimo, ó menino,
pois irás andando à frente do Senhor
para aplainar e preparar os seus caminhos,

anunciando ao seu povo a salvação,
que está na remissão de seus pecados;

pela bondade e compaixão de nosso Deus,
que sobre nós fará brilhar o Sol nascente,

para iluminar a quantos jazem entre as trevas
e na sombra da morte estão sentados

e para dirigir os nossos passos,
guiando-os no caminho da paz.

Glória ao Pai...

Preces
Ao Deus de todo poder e bondade, que nos ama e sabe do que temos necessidade, abramos o coração com alegria; e o aclamemos com louvores, dizendo:

R. Nós vos louvamos, Senhor, e em vós confiamos!

Nós vos bendizemos, Deus todo-poderoso e Rei do universo, porque, mesmo sendo pecadores, viestes à nossa procura,
– para conhecermos vossa verdade e servirmos à vossa majestade. R.

Deus, que abristes para nós as portas da vossa misericórdia,
– não nos deixeis jamais afastar do caminho da vida. R.

Ao celebrar a ressurreição do vosso amado Filho,
– fazei que este dia transcorra para nós cheio de alegria espiritual. R.

Dai, Senhor, a vossos fiéis o espírito de oração e de louvor,
– para que vos demos graças sempre e em todas as coisas. R.

(Intenções livres)

Pai nosso ...

Oração
Ó Deus, sempre nos preceda e acompanhe a vossa graça para que estejamos sempre atentos ao bem que devemos fazer. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Dai esmola do que vós possuís e tudo ficará puro para vós
Como escreve o Apóstolo São João “se dissermos que não temos pecado, enganamo-nos a nós próprios e a verdade não está em nós. Se confessarmos os nossos pecados, Ele que é fiel e justo perdoar-nos-á os pecados’. Estas palavras inspiradas, escritas nos alvores da Igreja, introduzem melhor do que qualquer outra expressão humana a reflexão sobre o pecado, que está intimamente relacionada com o discurso sobre a reconciliação. Elas apreendem o problema do pecado no seu horizonte antropológico, enquanto parte integrante da verdade acerca do homem, mas inserem-no imediatamente no horizonte divino, no qual o pecado é confrontado com a verdade do amor de Deus, justo, generoso e fiel, que se manifesta sobretudo pelo perdão e pela redenção. Por isso, o próprio São João escreve pouco depois que “se (o nosso coração) de alguma coisa nos acusa, Deus é maior do que o nosso coração”. Reconhecer o próprio pecado, ou melhor, reconhecer-se pecador, capaz de pecar e de ser induzido ao pecado, é o princípio indispensável do retorno a Deus.

São João Paulo II
Exortação Pós-Sinodal Reconciliatio et Paenitentia, 13 s
Primeiro Papa polonês da história (1920-2005).

Louvai o nome do Senhor, ó servos do Senhor!
Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo,
como era no princípio, agora e sempre.
Amém.

Hino
Ó luz, ó Deus Trindade,
ó Unidade e fonte:
na luz do sol que morre,
a vossa em nós desponte.

A vós de madrugada,
de tarde vos cantamos;
a vós na eternidade,
louvar sem fim possamos.

Ao Pai e ao Filho glória,
ao Espírito também,
louvor, honra e vitória
agora e sempre. Amém.
Cântico Cf. Ap 19,1-2.5-7

As núpcias do Cordeiro

Ao nosso Deus a salvação,
honra, glória e poder!
Pois são verdade e justiça
os juízos do Senhor.

Celebrai o nosso Deus,
servidores do Senhor!
E vós todos que o temeis,
vós os grandes e os pequenos!

De seu reino tomou posse
nosso Deus onipotente!
Exultemos de alegria,
demos glória ao nosso Deus!

Eis que as núpcias do Cordeiro
redivivo se aproximam!
Sua Esposa se enfeitou,
se vestiu de linho puro.

Glória ao Pai...

Leitura .Hb 12,22-24

Vós vos aproximastes do monte Sião e da cidade do Deus vivo, a Jerusalém celeste; da reunião festiva de milhões de anjos; da assembleia dos primogênitos, cujos nomes estão escritos nos céus; de Deus, o Juiz de todos; dos espíritos dos justos, que chegaram à perfeição; de Jesus, mediador da nova aliança, e da aspersão do sangue mais eloquente que o de Abel.

É grande o Senhor, e é grande o seu poder.
Seu saber é sem limites.

MAGNIFICAT
Dai esmola de tudo o que possuís e tudo ficará puro para vós

A minha alma engrandece ao Senhor
e se alegrou o meu espírito em Deus, meu Salvador;
pois ele viu a pequenez de sua serva,
desde agora as gerações hão de chamar-me de bendita.

O Poderoso fez por mim maravilhas
e Santo é o seu nome!
Seu amor, de geração em geração,
chega a todos que o respeitam;

demonstrou o poder de seu braço,
dispersou os orgulhosos;
derrubou os poderosos de seus tronos
e os humildes exaltou;

De bens saciou os famintos,
e despediu, sem nada, os ricos.
Acolheu Israel, seu servidor,
fiel ao seu amor,

como havia prometido aos nossos pais,
em favor de Abraão e de seus filhos, para sempre.

Glória ao Pai...

Preces
Alegramo-nos no Senhor, de quem procede todo bem. Por isso, peçamos de coração sincero:

R. Ouvi, Senhor, a nossa oração!

Pai e Senhor do universo, que enviastes vosso Filho ao mundo para que em toda parte fosse glorificado o vosso nome,
– confirmai o testemunho da vossa Igreja entre os povos. R.

Fazei-nos dóceis à pregação dos apóstolos,
– para vivermos de acordo com a verdade da nossa fé. R.

Vós, que amais os justos,
– fazei justiça aos oprimidos. R.

Libertai os prisioneiros e abri os olhos aos cegos,
– levantai os que caíram e protegei os estrangeiros. R.

(Intenções livres)

Realizai a promessa feita aos que adormeceram na vossa paz,
– e fazei que alcancem, por vosso Filho, a santa ressurreição. R.

Pai nosso...

ANTÍFONA MARIANA
Salve, Regina, mater misericordiae
Vita, dulcedo, et spes nostra, salve.
Ad te clamamus, exsules, filii evae.
Ad te suspiramus, gementes et flentes
in hac lacrimarum valle.

Eia ergo, Advocata nostra,
illos tuos misericordes oculos
ad nos converte.
Et Iesum, benedictum fructum ventris tui,
nobis post hoc exsilium ostende.
O clemens, O pia, O dulcis Virgo Maria.

Ora pro nobis sancta Dei Genetrix.
Ut digni efficiamur promissionibus Christi. Amen.
(Tradução)
Salve Rainha, Mãe de Misericórdia, vida e doçura esperança nossa salve! A vós bradamos degredados filhos de Eva.
A vós suspiramos gemendo e chorando neste vale de lágrimas.
Eia, pois advogada nossa, esses vossos olhos misericordiosos a nós volvei, e depois deste desterro, mostrai-nos Jesus, bendito fruto do vosso ventre, ó clemente, ó piedosa ó doce e sempre Virgem Maria.
Rogai por nós Santa Mãe de Deus, para que sejamos dignos das promessas de Cristo. Amém

SEJAM SANTOS!
Na escola da santidade.

Evangelho segundo São Lucas 11,37-41.

Naquele tempo, depois de Jesus ter falado, um fariseu convidou-O para comer em sua casa. Jesus entrou e tomou lugar à mesa.
O fariseu admirou-se, ao ver que Ele não tinha feito as abluções antes de comer.
Disse-lhe o Senhor: «Vós, os fariseus, limpais o exterior do copo e do prato, mas o vosso interior está cheio de rapina e perversidade.
Insensatos! Quem fez o interior não fez também o exterior?
Dai antes de esmola o que está dentro e tudo para vós ficará limpo».

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