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São Francisco Marto e Santa Jacinta Marto

Videntes de Fátima (†1919, †1920)

BLESSED JACINTA

Public Domain

São Francisco Marto e Santa Jacinta Marto

Francisco de Jesus Marto e Jacinta de Jesus Marto eram irmãos e nasceram respectivamente nos dias 11 de junho de 1908 e 11 de março de 1910. Eram filhos do casal católico Manuel Pedro Marto e Olímpia de Jesus dos Santos que criaram ao todo nove filhos em Aljustrel, Fátima, Portugal. Eram crianças típicas da zona rural de Portugal e trabalhavam como pastores juntamente com sua prima Lúcia dos Santos, um ano mais velha que Francisco.

Em 1916, os três pequenos pastores testemunharam três aparições do “Anjo de Portugal” ou “Anjo da Paz”. Provavelmente tais aparições os preparariam para as aparições que testemunhariam no ano seguinte.

No dia 13 de maio de 1917, Lúcia (10 anos), Francisco (9 anos) e Jacinta (7 anos), afirmaram terem visto ‘… uma senhora mais brilhante do que o Sol’ sobre uma azinheira de um metro ou pouco mais de altura, quando apascentavam um pequeno rebanho na Cova da Iria, perto de Aljustrel. Lúcia viu, ouviu e falou com a aparição, Jacinta viu e ouviu e Francisco apenas viu, mas não a ouvia.

A aparição mariana repetiu-se nos cinco meses seguintes, sempre no dia 13 de cada mês e seria portadora de uma importante mensagem ao mundo.

Na última aparição, dia 13 de outubro de 1917, Maria apresentou-se como “Nossa Senhora do Rosário”. Neste dia cerca de 50 mil pessoas presentes ao local observaram o chamado “Milagre do Sol”. O Sol começou a girar vertiginosamente sobre si mesmo como uma roda de fogo. O fenômeno durou cerca de dez minutos. Tal fenômeno foi testemunhado até mesmo por outras pessoas que estavam a quilômetros do local. O relato foi publicado na imprensa por diversos jornalistas que para lá se deslocaram e que foram também eles, testemunhas do acontecimento.

Após as aparições, Francisco e Jacinta ficaram impressionados por terem visto o inferno, durante a terceira aparição (em julho de 1917). Desolados com a triste sorte dos pecadores, na sua simplicidade, Jacinta decidiu responder ao apelo da Virgem Maria e fazer penitência e sacrifício pela conversão dos pecadores e Francisco passou a preferir rezar sozinho. Marcado pelas palavras de Nossa Senhora para “que não ofendam mais a Deus”, ele retirava-se na solidão “para consolar Jesus pelos pecados do mundo”. Jacinta e Francisco praticaram tantas mortificações e penitências que Nossa Senhora, numa das suas aparições, pediu moderação, pois Francisco deixara de ir à escola e escondia-se para fazer reparação pelos pecadores.

É possível que prolongados jejuns os tenham enfraquecido ao ponto de terem sucumbido à epidemia de gripe espanhola que varreu a Europa, em 1918, em consequência da Primeira Guerra Mundial. Francisco acabou por falecer em casa, no ano de 1919. Jacinta, que foi acometida por uma pleurisia, não pôde ser anestesiada devido à fraqueza de seu coração. Foi assistida em vários hospitais, esteve acolhida temporariamente no Orfanato de Nossa Senhora dos Milagres, em Lisboa, acabando por falecer no dia 20 de fevereiro de 1920, no Hospital de Dona Estefânia, situado também na mesma cidade.

Francisco e Jacinta Marto foram beatificados pelo Papa João Paulo II no dia 13 de maio de 2000, tornando-se Jacinta a mais nova cristã, não mártir, a ser beatificada.

A canonização dos dois irmãos foi realizada pelo Papa Francisco, por ocasião das celebrações do Centenário das aparições, no dia 13 de maio de 1917.

Francisco de Jesus Marto e Jacinta de Jesus Marto eram irmãos e nasceram respectivamente nos dias 11 de junho de 1908 e 11 de março de 1910. Eram filhos do casal católico Manuel Pedro Marto e Olímpia de Jesus dos Santos que criaram ao todo nove filhos em Aljustrel, Fátima, Portugal. Eram crianças típicas da zona rural de Portugal e trabalhavam como pastores juntamente com sua prima Lúcia dos Santos, um ano mais velha que Francisco.

Em 1916, os três pequenos pastores testemunharam três aparições do “Anjo de Portugal” ou “Anjo da Paz”. Provavelmente tais aparições os preparariam para as aparições que testemunhariam no ano seguinte.

No dia 13 de maio de 1917, Lúcia (10 anos), Francisco (9 anos) e Jacinta (7 anos), afirmaram terem visto ‘… uma senhora mais brilhante do que o Sol’ sobre uma azinheira de um metro ou pouco mais de altura, quando apascentavam um pequeno rebanho na Cova da Iria, perto de Aljustrel. Lúcia viu, ouviu e falou com a aparição, Jacinta viu e ouviu e Francisco apenas viu, mas não a ouvia.

A aparição mariana repetiu-se nos cinco meses seguintes, sempre no dia 13 de cada mês e seria portadora de uma importante mensagem ao mundo.

Na última aparição, dia 13 de outubro de 1917, Maria apresentou-se como “Nossa Senhora do Rosário”. Neste dia cerca de 50 mil pessoas presentes ao local observaram o chamado “Milagre do Sol”. O Sol começou a girar vertiginosamente sobre si mesmo como uma roda de fogo. O fenômeno durou cerca de dez minutos. Tal fenômeno foi testemunhado até mesmo por outras pessoas que estavam a quilômetros do local. O relato foi publicado na imprensa por diversos jornalistas que para lá se deslocaram e que foram também eles, testemunhas do acontecimento.

Após as aparições, Francisco e Jacinta ficaram impressionados por terem visto o inferno, durante a terceira aparição (em julho de 1917). Desolados com a triste sorte dos pecadores, na sua simplicidade, Jacinta decidiu responder ao apelo da Virgem Maria e fazer penitência e sacrifício pela conversão dos pecadores e Francisco passou a preferir rezar sozinho. Marcado pelas palavras de Nossa Senhora para “que não ofendam mais a Deus”, ele retirava-se na solidão “para consolar Jesus pelos pecados do mundo”. Jacinta e Francisco praticaram tantas mortificações e penitências que Nossa Senhora, numa das suas aparições, pediu moderação, pois Francisco deixara de ir à escola e escondia-se para fazer reparação pelos pecadores.

É possível que prolongados jejuns os tenham enfraquecido ao ponto de terem sucumbido à epidemia de gripe espanhola que varreu a Europa, em 1918, em consequência da Primeira Guerra Mundial. Francisco acabou por falecer em casa, no ano de 1919. Jacinta, que foi acometida por uma pleurisia, não pôde ser anestesiada devido à fraqueza de seu coração. Foi assistida em vários hospitais, esteve acolhida temporariamente no Orfanato de Nossa Senhora dos Milagres, em Lisboa, acabando por falecer no dia 20 de fevereiro de 1920, no Hospital de Dona Estefânia, situado também na mesma cidade.

Francisco e Jacinta Marto foram beatificados pelo Papa João Paulo II no dia 13 de maio de 2000, tornando-se Jacinta a mais nova cristã, não mártir, a ser beatificada.

A canonização dos dois irmãos foi realizada pelo Papa Francisco, por ocasião das celebrações do Centenário das aparições, no dia 13 de maio de 1917.

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