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Santo Anastásio Sinaíta

Abade ortodoxo (†700, aprox.)

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A vida de Anastásio, sacerdote e abade ortodoxo, polemista e exegeta, é quase que completamente desconhecida e qualquer dado sobre sua vida deve ser aceito com muito cuidado, devido à confusão frequente com os numerosos “Anastásios” da história da Igreja, alguns deles também sinaítas que viveram, como ele, entre os séculos VII e VIII.
Sabe-se, com certeza, que Anastásio foi para Alexandria antes de 640, e depois permaneceu na cidade entre 678 e 689, no tempo do patriarca monofisita João III.
Sabe-se que ele ainda estava vivo vinte anos depois do III Concílio de Constantinopla (680-681).
Em sua árdua luta contra todas as heresias da época (nestorianismo, monofisismo e monotelismo) Anastácio escreveu numerosos trabalhos, dentre os quais o mais importante é o Guia Viae dux adversus acephalos, de 24 capítulos, em defesa da ortodoxia contra o monofisismo. Esta obra, escrita no meio do deserto por volta de 685, é rica em citações patrísticas que, contudo, não são muitas vezes confiáveis, já que são citadas apenas de memória. No Guia, Anastásio cita outras obras, das quais, no entanto, só conhecemos o título: Sintagma contra Nestório (um livro apologético dirigido ao povo), o Tomo Dogmático e Sintagma contra os judeus.
Na qualidade de exegeta, Anastásio escreveu um comentário sobre o Hexameron, em 12 livros, dos quais apenas o último foi publicado no texto original. Essa obra visava interpretar alegoricamente todo o Gênesis em função do Cristo e da Igreja.
Anastásio também escreveu no estilo de perguntas e respostas. Das 154 perguntas que são respondidas e fundamentadas nas Escrituras Sagradas e nas citações Patrísticas, deve-se dizer que o núcleo principal pertence a Anastásio, mesmo que a coleção, na forma em que chegou até nós, não lhe deva ser atribuída em sua totalidade.
Dos sermões que Anastásio escreveu, cinco foram publicados, a saber: Sobre o Salmo VI, dos quais também existe as versões siríaca e árabe; Em torno da missa e da comunhão; Sobre os mortos; Sobre a blasfêmia, do qual nos resta apenas um fragmento deixado por Papadopoulos Kerameus; Para a sexta-feira Santa, do qual também há uma tradução para o árabe e que foi publicada em alemão por Scheicho. Ainda não foi publicado, nem traduzido o sermão Sobre a Descida da Alma de Cristo no Inferno, do qual existe uma única versão siríaca.

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