
Em meio à euforia popular, Leão XIV emociona Malabo
Quilômetros de multidões jubilantes, rios de bandeiras, gritos… A Guiné Equatorial tomou as ruas de Malabo em 21 de abril para dar uma recepção incrível a Leão XIV.

"Os idosos não devem apenas ser ajudados, mas sobretudo devem ser ouvidos", declarou o Papa Leão XIV durante uma visita a um lar de idosos em Saurimo, Angola, no oitavo dia de sua viagem pela África, em 20 de abril de 2026.

Viagem a Camarões revela o lado de combativo orador do Leão XIV em nome da paz!

A viagem de Leão XIV à África nestes dias destaca as muitas línguas que compõem o mosaico dos 54 países do continente… mas também os talentos linguísticos do Papa Leão XIV.

“No dia de sua eleição como Sumo Pontífice, o senhor proferiu palavras que fizeram o povo argelino, e especialmente os de Annaba, tremerem: ‘Eu sou o filho de Agostinho’… E a partir daquele dia, ficou claro para todos que o senhor viria.”

O exército nigeriano libertou 31 fiéis no domingo, 5 de abril, que haviam sido sequestrados durante as celebrações da Páscoa no estado de Kaduna, no noroeste do país. Cinco pessoas foram mortas pelos agressores. Este incidente é mais uma ilustração da situação complexa enfrentada pelos cristãos na Nigéria.

Papa Leão visitará quatro países africanos levando uma mensagem de proximidade da Igreja

A aldeia de Débé, situada no noroeste do país, tem estado na mira de terroristas de inspiração islâmica. Em meados de Outubro, dois escuteiros foram assassinados a tiro em plena igreja. Mais tarde, os cristãos seriam forçados a abandonar as suas casas. A denúncia, à Fundação AIS, é do bispo de Débougou

No Gana e em certas regiões de África, as crianças que nascem com algum tipo de deficiência são consideradas como sendo malignas e frequentemente são abandonadas e mesmo sacrificadas. Só nos últimos 15 anos, as Irmãs Marianas do Amor Eucarístico já resgataram mais de uma centena de meninos e meninas rejeitados pelas famílias e pela sociedade. Uma obra essencial lançada pela Irmã Terese e que tem o apoio da Fundação AIS

Um jovem monge beneditino, Godwin Eze, foi assassinado na noite de 17 de Outubro, após ter sido raptado por homens armados juntamente com mais dois religiosos, entretanto libertados no mosteiro de Eruku, no estado de Kwara, na região centro-norte da Nigéria. Este crime é mais um sinal da insegurança que se vive neste país de África, em que se sucedem os casos de violência contra elementos da Igreja

Três irmãs, que pertencem à congregação das Filhas Missionárias de Mater Ecclesiae, foram libertadas na sexta-feira, dia 13, após terem sido raptadas oito dias antes, quando iam a caminho de um funeral no estado de Imo, no sul do país. Na ocasião foram também raptados um seminarista e o motorista que conduzia o grupo

Foi há seis anos que começou a violência terrorista em Cabo Delgado, a província mais a norte de Moçambique. A data não foi esquecida pela Diocese de Pemba, situada precisamente naquela região, e numa mensagem enviada para a Fundação AIS denuncia que no corrente ano de 2023 têm ocorrido “constantemente novos ataques”, e que isso deixa “a população aterrorizada”

Bispos dizem que intervenção militar para acabar com o golpe só pioraria a situação

"Estou particularmente feliz por estar aqui, porque tendo trabalhado em ambientes onde há muitos jovens em dificuldades, ver tantos jovens me dá esperança"

O contraste não podia ser maior. Os que esgravatam o solo à procura de minerais preciosos vivem na maior pobreza na República Democrática do Congo. Exploram a terra, mas são explorados pelos homens, os negociantes que lhes compram o fruto do trabalho com preços de miséria. A Igreja está empenhada em mudar este estado de coisas
É na Diocese de Pemba, em Cabo Delgado, a região mais pobre de um dos mais pobres países do mundo, que vamos encontrar a paróquia de Santa Cecília de Ocua. Testemunho:

“Há imensa gente na fronteira”, descreve a Irmã Beta Almendra, uma comboniana na Diocese de Wau, Sudão do Sul. A Igreja deste país está a preparar o acolhimento dos milhares de refugiados vindos do vizinho Sudão, vítimas da guerra que começou a 15 de Abril

Foi há precisamente 29 anos. Por estes dias, o Ruanda estava transformado num quase matadouro. Viveram-se situações brutais de violência étnica. De violência dos hutus contra os tutsis. Houve cerca de 1 milhão de mortos




