
O que nos sustenta quando tudo parece vazio?
Há dores que chegam fazendo barulho. Outras chegam em silêncio.

O Caminho entre o apego ansioso, a dependência emocional e a redescoberta de si mesmo.

No papel, tudo vai bem: trabalho, família, reconhecimento. No entanto, um mal-estar pode surgir, como se o sucesso não fosse mais suficiente para tranquilizar plenamente. É o que alguns chamam de "síndrome do sucesso vazio": atingir todos os critérios de sucesso social e, ao mesmo tempo, deparar-se com um vazio interior ou uma insatisfação difusa

"A resposta ao sofrimento não é oferecer a morte, mas garantir formas de apoio social, cuidados de saúde contínuos e cuidados de saúde domiciliares, para que o paciente não se sinta sozinho..."

Entre o mal e o bem. A predisposição e a escolha. Um artigo que nos ajuda a esclarecer, escolher e discernir

Ela se manifesta de muitas formas: em pensamentos repetitivos, no coração acelerado, na falta de ar, na dificuldade de dormir ou simplesmente na sensação de que algo ruim está prestes a acontecer — mesmo sem motivo aparente.

Quando a vida apaga o brilho: redescobrindo a centelha que resiste

Setembro é um mês em que somos convidados a refletir sobre o valor da vida. O Setembro Amarelo nasceu como um movimento de conscientização sobre a prevenção do suicídio, mas, para além das campanhas e dos números, ele nos conduz a uma reflexão profunda: o que fazemos quando a vida parece não ter mais sentido?

Existem momentos na vida em que todas as certezas parecem desmoronar. Aquelas bases que nos sustentavam, de repente, já não seguram mais o peso da nossa dor.

Parece clichê dizer que a solidão nos ensina. Mas, na verdade, ela é uma das grandes mestras da vida.

Quantas vezes ouvimos frases como: “deixa que o tempo cura” ou “com o tempo você vai esquecer”… Mas a verdade é que o tempo, por si só, não tem esse poder. O tempo apenas passa. Ele não é médico, não é terapeuta, não é remédio

Existem ciclos na vida emocional que, se não forem observados com profundidade e coragem, tendem a se repetir como um eco silencioso da dor que ainda não foi curada.

Quantas vezes já nos pegamos presos em perguntas sem resposta? “Por quê isso aconteceu comigo?”,“O que eu poderia ter feito diferente?”, “E se…?”

A solidão no mundo conectado: Nunca estivemos tão conectados, e ao mesmo tempo, nunca nos sentimos tão sozinhos

O testemunho de Talita Rodrigues, que mesmo com o conhecimento profunda da ciência psicológica, nos conta como a fé a ajudou a superar momentos difíceis.

Há dores que não gritam. Elas apenas se instalam. Lentamente, como uma névoa densa que cobre a alma e esconde o horizonte

Sacerdote do interior do Pará conta como a fé e o bom humor ajudaram no tratamento

Pesquisas da Dra. Kelly Lambert da Universidade Johns Hopkins mostram que essas atividades impactam positivamente na saúde mental




