
Algumas histórias não terminam quando alguém vai embora
Existem histórias que terminam somente quando a gente decide não carregar mais a culpa por aquilo que nunca fez.

Sentir é humano — foi o próprio Deus quem nos criou capazes de amar, chorar, desejar e temer. As emoções nos orientam, mas tornam-se um problema quando ficam desordenadas — isto é, quando passam a governar nossas escolhas de forma impulsiva, desproporcional ou autodestrutiva.

Há uma verdade difícil, porém libertadora: o passado está cristalizado. Ele não pode ser refeito, editado ou apagado.

Enquanto conversava com a cliente, ele notou que o divórcio talvez não fosse a melhor solução para aquele casamento. E o que fez depois disso foi simplesmente incrível

Uma reflexão sobre matrimônio, divórcio e o princípio do tempos (Cf. Mt 19,1-9)

Leitor que se divorciou e depois se reconciliou com a esposa enviou sua dúvida ao sacerdote

Entre as necessárias manifestações de respeito à privacidade da família e à sua liberdade, é observável também a surpresa e a consternação de milhões de pessoas. Estará inscrito no coração humano, de modo natural, em algum grau, um espontâneo reconhecimento do casamento indissolúvel como um bem desejável e pelo qual se tende a torcer?

Conhecer esses motivos é importante porque permite que os cônjuges reajam a tempo de impedir que eles implodam o seu casamento

O anúncio do divórcio de um filho raramente é uma boa notícia. Que reações a separação pode provocar nos pais e no restante da família?

O pe. Cido Pereira responde que é preciso analisar uma série de variáveis

"Esta situação causava uma dor especial à avó dela. Ela queria que nos casássemos, mas não podíamos por causa de nossa situação", diz Mateusz. A avó morreu durante o período de Natal. Por acaso, no dia de sua morte, um padre veio fazer uma visita de Natal ao nosso apartamento...

"O que é que nós aprendemos quando não desistimos uns dos outros? Aprendemos o amor de Deus"

Boletim Direto do Vaticano, 18 de junho de 2022

"Só se eu experimentar que Cristo vive em mim, que já não sou eu que vivo, mas Ele que vive em mim, então posso dar a minha vida pelo outro. Porque no fundo só tenho vida se a der". Nossa entrevista com o padre Ricardo Reyes Castillo

Esses sapatinhos falantes contam um triste história...

"Ou ambos erraram feio", acrescenta o sacerdote

"Os efeitos do sacramento perduram além da separação e ainda dão origem a uma vocação para o amor", explica um sacerdote

O testemunho dilacerante de um adulto cuja infância foi destruída




