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Papa Francisco não gosta particularmente de ficar longe de casa

© VINCENZO PINTO / AFP
Pope Francis (R) listens as Georgian President Giorgi Margvelashvili delivers a speech at the Presidential Palace in Tbilisi on September 30, 2016. Pope Francis set off on September 30 for Georgia and Azerbaijan on what Vatican officials billed as a mission to promote peace in a troubled part of the world, three months after he visited neighbouring Armenia. / AFP PHOTO / VINCENZO PINTO
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Por Andrea Tornielli

Uma brevíssima saudação, antes da aguardada coletiva de imprensa, durante o voo de retorno no próximo domingo. Mas, também, uma frase que indica que o Papa Francisco não gosta particularmente de viajar. Antes de cumprimentar, um a um, os 70 jornalistas que viajavam com ele, Bergoglio pegou o microfone e saudou, primeiramente, o novo diretor da Sala de Imprensa vaticana, Greg Burke, que viaja pela primeira vez com o Papa, nesta função.

Em seguida, Francisco agradeceu aos cronistas: “Bem-vindos, obrigado por seu trabalho. Esta viagem será breve, graças a Deus, em três dias retornaremos para casa…”. Esta frase confirma que o Papa argentino, apesar de já ter feito 16 viagens ao estrangeiro, em três anos de Pontificado, não gosta particularmente de ficar longe de casa e prefere as viagens curtas.

Enquanto ia passando entre os jornalistas, alguém lhe perguntou se iria ver as vítimas do terremoto no centro da Itália. Francisco, que quer realizar uma visita privada, sem nada oficial e sem cerimônias, respondeu que há três hipóteses para a data, e indicou que poderá ser no primeiro domingo do Advento. Ainda que muitos estejam convencidos que poderá ir antes, mas sem avisos prévios.

Entre as coisas curiosas que Francisco disse, destaca-se uma frase direcionada à jornalista Cristina Caricato, enviada da TV2000. A jornalista ficou cercada, enquanto outros dois colegas fotografavam, fazendo com o que o Papa quase passasse sem cumprimentá-la. Ela brincou dizendo que as mulheres são sempre penalizadas. E Bergoglio respondeu: “Precisam fazer a revolução”.

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