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O que o Lobby Gay não quer que você saiba

Dale O’Leary - publicado em 14/06/13

O livro One Man, One Woman analisa os efeitos de se mudar a definição de casamento na sociedade, na liberdade de religião e de expressão, na infância e nos próprios casais do mesmo sexo. No passado, as pessoas que queriam ser, ou que pensavam ser realmente do outro sexo, ou que sofriam de ansiedade grave quando forçadas a vestir roupas consideradas adequadas para o seu sexo, ou que se consolavam vestindo roupas estereotipadas associadas ao outro sexo, foram consideradas como sofrendo de “transtorno de identidade de gênero” (GID, em inglês). Recentemente, esta designação foi abandonada em favor de “disforia de gênero”, refletindo a ideia de que não há nada de errado em querer ser do outro sexo, desde que isso não te faça infeliz.

Os defensores dos "direitos gays" afirmam que, se a sociedade não aceita que você pertença a outro sexo, então a sociedade tem de mudar. Aqueles que defendem a mudança argumentam que a atração pelo mesmo sexo (SSA, em inglês) é normal para algumas pessoas, e uma vez que a atração pelo mesmo sexo é muitas vezes (mas nem sempre) precedida pelo transtorno GID, então o GID deve ser também normal. Eles ignoram os numerosos estudos respeitados que mostram que pessoas com SSA (atração pelo mesmo sexo) são muito mais propensas a sofrer de distúrbios psicológicos, abuso de substâncias químicas, impulso suicida e compulsões sexuais. Eles ignoram as provas de que a SSA não é biologicamente determinada, mas associada a experiências negativas no início infância, e que as crianças com GID são muito mais propensas a sofrer de ansiedade e transtorno de apego, além de vir de famílias desestruturadas. O livro Sex, Cells, and Same-Sex Desire, de um editor pró-gay, busca uma causa biológica para a SSA mas conclui que "a pesquisa atual sobre as possíveis bases biológicas da preferência sexual não conseguiu produzir qualquer prova conclusiva" (John De Cecco , David Parker, Sex Cells and Same-sex Desire , (Harrington Park Press: NY, 1995) P.427).

Se a SSA fosse uma condição genética, seria de se esperar que gêmeos idênticos teriam sempre o mesmo padrão de atração sexual, mas uma pesquisa constatou que, em apenas 11% dos casos, onde uma criança tinha SSA a outra também tinha. Uma pesquisa mais recente sugere que esse percentual pode ser ainda menor.

Susan Bradley, que tem trabalhado intensivamente com crianças com GID, considera o GID como um dentre uma série de transtornos de apego. Ela afirma sobre os sintomas do GID: "os sintomas do GID são particularmente assumir o papel e o comportamento do sexo oposto; deve-se agir para apaziguar a ansiedade da criança e fazê-la se sentir mais valorizada, forte e segura". Bradley afirma que um tratamento precoce pode resolver esse transtorno.

Enquanto aqueles que promovem a teoria de gênero insistem em que a identidade de gênero é diferente de orientação sexual, as duas estão ligadas. A orientação sexual descreve as pessoas com base no sexo pelo qual elas são atraídas, quer seja o seu próprio (atração pelo mesmo sexo, ou SSA), o oposto, ou ambos (bissexuais). Pessoas com SSA estão entre os mais influentes porta-vozes das várias teorias de gênero. Muitos sentem que têm sido discriminados por não estar em conformidade com as normas de gênero. Eles também se opõem à "heteronormalidade" – a crença de que a heterossexualidade é a norma e qualquer outra orientação é anormal.

Não há razão para supor que exista uma única causa para todas as SSA. Terapeutas como Joseph Nicolosi, autor de Shame and Attachment Loss: The Practical Work of Reparative Therapy, e Janelle Hallman, autora de The Heart of Female Same-Sex Attraction, têm ajudado os clientes a compreender a gênese psicológica de sua SSA. No entanto, ninguém deve ter a impressão de que a mudança é fácil, que os resultados são garantidos, ou que uma pessoa que, embora se esforçando para viver a castidade, nunca terá outra tentação.

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CasamentoFilhoshomossexuais
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