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Os gigantes de “Noé”

AP Photo/Paramount Pictures/Niko Tavernise
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Os gigantes que lutam contra Noé no novo filme de Darren Aronofsky têm base bíblica: entenda

 

 
O poeta de Beowulf, assim, precede Darren Aronofsky na criativa elaboração dos gigantes inspirada pelas informações escassas das Escrituras. Junto com os gigantes, o poeta nos diz que as uniões entre descendentes de Caim e de Seth incluem "ogros e elfos e fantasmas do mal". O original, em inglês antigo, menciona os "ogros" com o termo “orcnēas”, transliterado como “orcs”, o mesmo nome dado aos monstros asseclas de Sauron e Saruman no épico “O Senhor dos Anéis”, de J.R.R. Tolkien. Embora o mito de Tolkien não faça nenhuma referência explícita ao Gênesis, seu empréstimo do nome "orc" vincula a sua obra, imaginativa e moralmente, à história do Gênesis através de Beowulf (os estudiosos de Tolkien poderão me corrigir, mas eu presumo que os "elfos" mencionados em Beowulf como parte do clã de Caim fossem "elfos caídos").
 
Ao desenvolver o papel dos gigantes em seu “Noé”, Darren Aronofsky só está fazendo o que alguns escritores católicos imensamente célebres já fizeram: usar criativamente os gigantes do Gênesis como antagonistas fisicamente monstruosos e como metáfora daqueles que, não tendo sabedoria, perecem na sua estupidez.

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