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UE reforça compromisso da luta contra o EI após nova decapitação

A UE reforçou seu compromisso na luta contra a ameaça do grupo jihadista Estado Islâmico (EI) após a decapitação do refém americano Peter Kassig e de soldados sírios.

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O assassinato brutal do americano Peter Kassig e de soldados sírios ilustra mais uma vez a determinação do EI a seguir com seu programa de terror

A União Europeia (UE) reforçou nesta segunda-feira seu compromisso na luta contra a ameaça do grupo jihadista Estado Islâmico (EI), após a decapitação no domingo de mais um refém americano.

"O assassinato brutal do americano Peter Kassig e de soldados sírios ilustra mais uma vez a determinação do EI a seguir com seu programa de terror", afirma um comunicado da chefe da diplomacia europeia, Federica Mogherini.

"Todos os responsáveis por violar os direitos humanos deverão prestar contas. A União Europeia não poupará esforços para alcançar o objetivo", completa a nota.

"Estamos plenamente comprometidos na luta contra a ameaça que representam o EI e outras organizações terroristas na Síria e Iraque, ao lado de nossos aliados regionais e internacionais".

O EI divulgou no domingo um vídeo que mostra a execução do refém americano Peter Kassig, voluntário humanitário e ex-soldado sequestrado na Síria em 2013, assim como a decapitação simultânea de pelo menos 18 soldados sírios.

A gravação afirma que a execução de Kassig foi uma represália pelo envio de conselheiros militares americanos ao Iraque.

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, chamou o crime de um ato de "pura maldade".

(AFP)