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Os 3 níveis de estrago da pornografia

Houdoken
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A pornografia é como uma droga: o mais preocupante é que o acesso a ela é muito mais fácil, basta um clique

Estragos no cérebro
 
A pornografia é como uma droga. À primeira vista, a cocaína e a pornografia podem parecer ter muito em comum; estudos demonstraram que o uso da pornografia faz que seu cérebro libere os mesmos elementos químicos de prazer que as drogas. Porém, o mais preocupante nessa nova “droga” é que seu acesso é muito mais fácil, basta alguns cliques.
 
A pornografia danifica seu cérebro: assim como um dependente químico, o consumidor de pornografia precisará cada vez de uma dose maior para satisfazer seus desejos de prazer. A pornografia pode inclusive afetar a forma como a pessoa soluciona os problemas do dia a dia. Quanto mais pornografia uma pessoa consome, mais grave é o dano ao seu cérebro e mais difícil libertar-se do vício. A boa notícia é que este processo pode ser revertido quando a pessoa abandona esse tipo de comportamento.
 
A pornografia é aditiva: o cigarro, o álcool e as demais drogas têm mais em comum do que você imagina; quando entram no corpo, seu efeito no cérebro é muito parecido, pois ativam a dopamina, e é precisamente esta substância que torna a pessoa dependente. A pornografia faz exatamente a mesma coisa.
 
A pornografia afeta o comportamento: muitos consumidores de pornografia buscam formas de excitar-se por meio de coisas das quais antes não gostavam ou inclusive lhes causava repulsa, ou de aspectos que antes consideravam pouco éticos e moralmente incorretos. Quando começam a ver atos sexuais extremos e perigosos, seu cérebro começa a normalizar esse tipo de atos, considerando-os comuns e sem maior relevância em aspectos morais.
 
A adição à pornografia se intensifica cada vez mais: devido à sua natureza aditiva e com o fim de sentir simplesmente uma sensação de normalidade, o indivíduo tende a aumentar a dose de pornografia. Portanto, quanto mais tempo passa, é mais difícil alcançar o mesmo nível de satisfação.
 
Estragos nos relacionamentos
 
A pornografia mata o amor: na vida real, o amor requer uma pessoa real. Estudos recentes descobriram que, depois de estar expostos à pornografia, os indivíduos acabam se qualificando como se tivessem uma capacidade menor de amar em comparação com pessoas que não tiveram contato com a pornografia. Além disso, outros estudos afirmam que os indivíduos expostos a imagens pornográficas tendem a ser mais críticos quanto à aparência física do seu parceiro (buscando uma pessoa perfeita).
 
A pornografia é uma mentira: neste tipo de material, tudo é mentira, dos olhares às supostas razões do ato sexual. Os consumidores de pornografia ficam obcecados na busca de algo que não é real.
 
A pornografia afeta seu cônjuge: as pessoas que consomem pornografia frequentemente demonstram perda do sentimento pelo cônjuge, manifestam maior desconfiança, raiva e inclusive sintomas físicos de ansiedade e depressão.
 
A pornografia o deixa sozinho: quanto mais é consumida, mais difícil se torna estabelecer relacionamentos reais. Como resultado, muitos consumidores começam a sentir que algo está mal com eles; não sabem como voltar a ser como antes.
 
Estragos na sociedade
 
O sujo segredo da pornografia: diante dos espectadores, a pornografia pode parecer um mundo de fantasia, prazer e emoções. No entanto, para os que são partícipes e protagonistas na produção do mundo pornográfico, as experiências costumam estar acompanhadas de drogas, doenças, escravidão, tráfico de pessoas, estupros e abusos.
 
A pornografia leva à violência: não é nenhum segredo que a pornografia é violenta; inclusive a mais simples está repleta de mulheres que são física e verbalmente maltratadas.
 
A pornografia distorce o conceito de sexo: os adolescentes estão recebendo educação sexual através da pornografia. As pessoas que consomem pornografia tendem a iniciar a vida sexual antes do casamento e com diversos parceiros, o que pode ter consequências como doenças, gravidez na adolescência, abortos e métodos anticoncepcionais que colocam a vida dos adolescentes em risco.
 
Depois de tudo isso, você ainda acha que vale a pena consumir material pornográfico?

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