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A mesquita da Virgem Maria: um chamado à fraternidade na Síria

AFP PHOTO / SANA
A handout picture released by the Syrian Arab News Agency (SANA) on June 6, 2015 shows people outside the Virgin Mary Mosque during its the inauguration in the city of Tartus, northwest of Damascus. AFP PHOTO / HO / SANA
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A mesquita da cidade costeira de Tartous é dedicada à mãe de Cristo

É talvez pouco conhecido o fato de que a Virgem Maria é uma figura relevante, respeitada e honrada no Islã. Tanto que uma das suras do Alcorão, especificamente a 19, leva o seu nome: Maryam. É o único capítulo, de todo o Alcorão, que leva o nome de uma mulher.

Além disso, Maria é lembrada, ao longo do Alcorão, mais do que qualquer familiar de Maomé: um total de 34 vezes. No entanto, esta é a primeira mesquita que leva seu nome, estabelecendo um presente não só na religião islâmica, mas no mundo árabe em geral.

O anúncio da fundação da mesquita “Virgem Maria, Mãe de Jesus Cristo” na cidade síria costeira de Tartous, foi feito em junho do ano passado pelo Ministro de Bens Religiosos Mohammad Abdul-Sattar al-Sayyed, que enfatizou que este gesto “encarna a verdadeira mensagem da construção de mesquitas: um convite à fraternidade”, como lemos na agência de notícias Zenit. Este gesto contribui a rejeição da demolição de locais de culto cristãos pelos extremistas islâmicos, e destaca o fato de que o cristianismo está presente na Síria desde a sua fundação.

Este gesto “encarna a verdadeira mensagem da construção de mesquitas: um convite à fraternidade”