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Istambul e o brutal desafio desta quarta-feira: orar pelos… terroristas

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Para que conheçam a Verdade, a recebam e sejam libertados por ela

Faz apenas alguns dias, o Papa Francisco falou da cumplicidade da comunidade internacional com os três grandes genocídios do século XX.

O século XX foi, muito provavelmente, o mais mortífero da história da humanidade. Nada de bom pode ser dito sobre suas guerras, seus campos de concentração, suas carnificinas genocidas na Armênia e em Ruanda – mas, pelo menos, a maioria das pessoas que foram obrigadas a encarar tais horrores sabiam quem eram os seus inimigos. Sabiam quando havia soldados diante delas. Sabiam quando o perigo estava no meio delas.

No século XXI, não sabemos identificar quem são os destruidores presentes entre nós.

Os terroristas não usam uniforme; não “discriminam” ao impor a morte, não poupam mulheres nem crianças e não a evitam sequer para seus concidadãos e para os fiéis da sua própria crença.

Oremos por Istambul, como oramos por Orlando, por Paris, por Bruxelas, pela Nigéria e pelo Paquistão, pela Síria e pelo Iraque, pela Líbia e pelo Quênia e por cada pedaço do nosso mundo manchado por sangue inocente derramado por profetas do terror.

Oremos pelos feridos, pelos mortos, pelas suas famílias e pelas pessoas em missão de liderança – que parecem não ter ideia do que fazer, já que é tão difícil combater um inimigo que age nas sombras, quase invisível.

Oremos por nós mesmos, para que não percamos a fé; para que não percamos o coração; para que não desistamos de defender a Verdade da mensagem de Cristo: o próprio Cristo, que é a própria Verdade, Caminho e Vida.

E aqui vem a mais difícil e a mais cristã de todas as orações que somos convidados a fazer:

Oremos pelos próprios inimigos, para que conheçam a Verdade, a recebam e sejam libertados por ela.