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Colômbia vive primeiro dia de silêncio definitivo dos fuzis das Farc

AFP PHOTO / UNMISS
SOUTH SUDAN, Juba : == RESTRICTED TO EDITORIAL USE - MANDATORY CREDIT "AFP PHOTO / UNMISS / / NO MARKETING NO ADVERTISING CAMPAIGNS - DISTRIBUTED AS A SERVICE TO CLIENTS ==

A handout photo released by UNMISS on December 20, 2013 shows Indian peacekeepers patrolling on a road in Juba, on December 16, 2013. South Sudan's fugitive former vice president denied on December 18 accusations he led a coup bid against his archrival President Salva Kiir after days of fierce fighting that has killed hundreds of people and sent thousands fleeing to UN bases. Three Indian peacekeepers were killed on December 19, 2013 in an attack on a UN base in South Sudan, as fighting between rebels and government forces increased fears the world's youngest state was sliding towards civil war. AFP PHOTO / UNMISS
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A Colômbia vive nesta segunda-feira o primeiro dia de silêncio definitivo dos fuzis das Farc após 52 anos de guerra contra o Estado, após o histórico acordo de paz alcançado entre o governo e esta guerrilha marxista.

“Neste 29 de agosto começa uma nova história para a Colômbia. Silenciamos os fuzis. “A GUERRA COM AS FARC ACABOU!”, escreveu o presidente Juan Manuel Santos no Twitter um minuto depois da entrada em vigor do cessar-fogo e do fim das hostilidades.

Desde as 00h00 (02h00 de Brasília) está em vigor em todo o país o cessar-fogo e de hostilidades bilateral e definitivo, ordenado conjuntamente por Santos à força pública e as suas tropas pelo líder das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), Timoleón Jiménez, “Timochenko”, no encerramento de quase quatro anos de negociações em Cuba.

“A partir deste momento começa o fim bilateral e definitivo”, indicaram nesta segunda-feira as Farc em sua conta no Twitter.

A medida, decretada na sexta-feira por Santos com evidente alegria, foi replicada no domingo a partir de Havana pelo chefe das Farc com igual emoção, colocando fim, assim, a uma conflagração fratricida de mais de meio século que deixou centenas de milhares de vítimas, entre mortos, desaparecidos e deslocados.

Embora as negociações em Cuba tenham transcorrido sem uma trégua na Colômbia, as Farc mantinham desde 20 de julho um cessar-fogo unilateral, à qual o governo respondeu com a suspensão dos bombardeios aéreos, embora sem deixar de perseguir grupos armados ilegais como esta guerrilha.

Segundo o decreto ao qual a AFP teve acesso, o Estado ordenou a “suspensão de operações militares e operações policiais contra os membros das Farc-EP que participam deste processo de paz”.

Por sua vez, no âmbito do acordo, as Farc se comprometeram, entre outros pontos, a abandonar o sequestro, a extorsão, o narcotráfico e a mineração ilegal.

“É muito bom, porque foram como 50 anos de guerra (…) e já, já Deus queira que se viva tranquilo e que tudo se normalize. É isso que queremos: uma Colômbia tranquila, saudável”, disse à AFP Luis Jiménez, um mecânico da zona rural do norte do Cauca, testemunha por toda a sua vida da violência do conflito armado.

A decisão se inclui no pacto de paz anunciado na quarta-feira passada em Havana, que para se tornar efetivo deverá ser aprovado em um referendo em 2 de outubro. Muitos colombianos, liderados pelo ex-presidente de direita e atual senador Álvaro Uribe, se opõem ao acordo por considerar que levará impunidade.

Outros não ocultam seu ceticismo.

“Não acredito que se possa acreditar (nas Farc). É provável que tenham decidido deixar as armas, mas não temos segurança de que não vão começar uma guerra política”, disse Felipe Giraldo, de 25 anos e desempregado, que vive em Bogotá.

(AFP)

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