Aleteia
Terça-feira 27 Outubro |
São Fulco
Curiosidades

Quando falamos sobre “raça” nas redes sociais

AFP PHOTO / KENA BETANCUR

A woman holds a banner during a protest in support of the Black lives matter movement in New York on July 09, 2016. The gunman behind a sniper-style attack in Dallas was an Army veteran and loner driven to exact revenge on white officers after the recent deaths of two black men at the hands of police, authorities have said. Micah Johnson, 25, had no criminal history, Dallas police said in a statement. / AFP PHOTO / KENA BETANCUR

Daniel R. Esparza - publicado em 01/09/16

Como compartilhamos e discutimos nas redes temas relacionados ao racismo

Os americanos, diz um recente estudo realizado pelo Pew Research Center, usam as redes sociais como sua principal fonte de notícias e informações, especialmente sobre questões políticas.

Mas também, cada vez mais, essas mesmas redes são usadas por ativistas para dar maior visibilidade aos seus movimentos, ou simplesmente para formar grupos unidos em torno de uma causa ou ideia específica.

É interessante recordar que, em 1998, os americanos brancos tinham quase o dobro de acesso à Internet que os americanos negros.

Foi Bill Clinton, em uma conferência no MIT (Massachusetts Institute of Technology), nesse mesmo ano, que impulsionou a ideia de utilizar a Internet como espaço de diálogo em favor da democracia e contra as divisões sociais.

Recentemente, duas das hashtags mais utilizadas na história do Twitter correspondem a questões de assuntos raciais e justiça criminal: #Ferguson (cidade no Missouri) e #BlackLivesMatter (a vida dos negros importa).

Segundo a Pew Research Center, eventos relacionados com estas questões têm servido de catalisadores de conversações nas redes sociais: os usuários negros compartilham 50% a mais que os brancos questões raciais.

Entre os usuários negros das redes sociais, 28% consideram que suas interações e conteúdos têm a ver com temáticas raciais.

Quase dois terços da população branca que é usuária das redes sociais (67%) afirmou que seus temas principais têm a ver com questões raciais.

Apoiar a Aleteia

Se você está lendo este artigo, é exatamente graças a sua generosidade e a de muitas outras pessoas como você, que tornam possível o projeto de evangelização da Aleteia. Aqui estão alguns números:

  • 20 milhões de usuários no mundo leem a Aleteia.org todos os meses.
  • A Aleteia é publicada em 8 idiomas: Português, Francês, Inglês, Árabe, Italiano, Espanhol, Polonês e Esloveno.
  • Todo mês, nossos leitores acessam mais de 50 milhões de páginas na Aleteia.
  • 4 milhões de pessoas seguem a Aleteia nas redes sociais.
  • A cada mês, nós publicamos 2.450 artigos e cerca de 40 vídeos.
  • Todo esse trabalho é realizado por 60 pessoas que trabalham em tempo integral, além de aproximadamente 400 outros colaboradores (articulistas, jornalistas, tradutores, fotógrafos…).

Como você pode imaginar, por trás desses números há um grande esforço. Precisamos do seu apoio para que possamos continuar oferecendo este serviço de evangelização a todos, independentemente de onde eles moram ou do quanto possam pagar.

Apoie Aleteia a partir de apenas $ 1 - leva apenas um minuto. Obrigado!

Tags:
InternetPecadoRedes sociais
Oração do dia
Festividade do dia





Top 10
Philip Kosloski
3 poderosos sacramentais para ter na sua casa
Aleteia Brasil
Quer dormir tranquilo? Reze esta oração da no...
TRIGEMELAS
Esteban Pittaro
A imagem de Nossa Senhora que acompanhou uma ...
Aleteia Brasil
O milagre que levou a casa da Virgem Maria de...
No colo de Maria
Como rezar o terço? Um guia ilustrado
SAINT MICHAEL
Philip Kosloski
Oração a São Miguel por proteção contra inimi...
São Padre Pio de Pietrelcina
Oração de cura e libertação indicada pelo exo...
Ver mais
Boletim
Receba Aleteia todo dia