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Estado Islâmico reivindica ataque que deixou 32 mortos no Iraque

© Marwan Ibrahim /AFP
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O grupo Estado Islâmico (EI), através de sua agência de propaganda Amaq, reivindicou o atentado com carro bomba que matou 32 pessoas morreram e feriu mais de 60 em um bairro xiita de Bagdá.

O ataque, ocorrido em uma praça de Cidade Sadr, um bairro situado no nordeste de Bagdá, é o segundo na capital iraquiana em 48 horas.

Os extremistas sunitas do EI atacam de forma permanente os xiitas, majoritários no Iraque, por considerá-los hereges.

Atentado

Ao menos 32 pessoas morreram e várias dezenas ficaram feridas nesta segunda-feira em um atentado em um bairro xiita de Bagdá, cometido por um suicida ao volante de um carro-bomba, indicaram fontes policiais e de saúde.

As vítimas do atentado são em sua maioria trabalhadores que esperavam para ser contratados em uma praça de Cidade Sadr, um bairro situado no nordeste de Bagdá que já foi palco de vários atentados mortíferos no passado.

Em fotos do ataque divulgadas nas redes sociais era possível ver uma imensa coluna de fumaça preta e vários feridos, alguns visivelmente em estado muito grave, sendo retirados.

Segundo um coronel da polícia, ao menos 32 pessoas morreram e 61 ficaram feridas neste atentado, o segundo em 48 horas na capital iraquiana.

No sábado, véspera de Ano Novo, um duplo atentado reivindicado pelo grupo Estado Islâmico (EI) em um mercado muito movimentado do centro da cidade deixou 27 mortos e dezenas de feridos.

O ataque desta segunda-feira, que até o momento não foi reivindicado, ocorreu no dia da visita a Bagdá do presidente francês, François Hollande.

O Iraque continua sendo palco frequente de atentados com bomba. Geralmente, são reivindicados pelo grupo extremista sunita, que considera os xiitas, majoritários no Iraque, hereges.

O EI perdeu boa parte dos territórios que conquistou em 2014, mas conserva seu reduto de Mossul, no norte do país, que o exército iraquiano tenta tomar.

(AFP)