Brasil aparece em 22º lugar no ranking das nações com maiores índices de felicidade
Brasil aparece em 22º lugar no ranking das nações com maiores índices de felicidadeO que torna um país mais feliz do que o outro? Acesso de sua população à saúde? Renda? Belezas naturais?
Para a Rede de Solução em Desenvolvimento Sustentável, que todos os anos elabora o relatório sobre os países mais felizes do mundo, são seis os itens que devem ser estudados para estabelecer o ranking da felicidade: PIB per capita, expectativa de vida saudável, generosidade, exposição da corrupção, liberdade para fazer escolhas e apoio social. O estudo é feito a pedido da ONU (Organização das Nações Unidas)
Estes critérios foram analisados pela Rede com base em indicadores e em entrevistas feitas com os moradores de 155 países. Neste ano, a Noruega foi considerada o país mais feliz do mundo, desbancando a Dinamarca, que, no ano passado, ficou em primeiro lugar na classificação geral. O top 4 da lista ainda conta com outros países nórdicos: a Islândia ocupa o terceiro lugar e a Suíça, o quarto.
No outro extremo da lista, estão os países tidos como os “menos felizes do mundo”: República Centro-Africana, Burundi, Tanzânia e Síria.
América Latina
A Costa Rica é o país mais feliz da América Latina e ocupa o 11º lugar na classificação global. A nação é seguida pelo Chile (20º lugar no ranking mundial), Brasil (22º lugar do mundo), Argentina (24º lugar) e México (25º).
Brasil
O Brasil caiu 5 posições no ranking global do ano passado para cá. Em 2016, o país ocupava o 17º lugar na classificação mundial. Este ano, ficou em 22º. As notícias de corrupção, alta no desemprego e a crise econômica podem explicar este desempenho.
Tomada de decisão
De acordo com a UNU, o relatório, o quinto a ser publicado desde 2012, continua a ganhando reconhecimento global à medida que governos, organizações e sociedade civil usam cada vez mais indicadores de felicidade basear suas tomadas de decisão. Além do ranking, o relatório deste ano inclui uma análise da felicidade no local de trabalho e uma visão mais profunda da China e da África.
Para ver a íntegra do relatório, clique aqui.












