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Arqueólogos continuam fazendo descobertas na cidade natal de Maria Madalena

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Novas descobertas dão indícios de que Magdala era um importante centro religioso

Há cerca de um ano, os arqueólogos anunciaram a descoberta do que foi chamado de “Pedra Magdala”: um banco de pedra que fazia parte de uma sinagoga do século I, uma entre as sete que existiram durante o período do Segundo Templo – e a primeira encontrada na Galileia.  Considerando que algumas moedas locais datadas do ano 29 também foram encontradas na mesma sinagoga, é provável que Jesus tenha pregado neste local durante o seu ministério.

A sinagoga em que a Pedra Magdala foi encontrada funcionou até o ano 67, e certamente alguns dos discípulos de Jesus devem ter frequentado o lugar no início do século I.

Hanay CC | Wikipedia

A Pedra Magdala visitará a Europa entre 15 de maio e 23 de julho de 2017, como parte de uma exposição do Museu Judeu de Roma co-patrocinada pelo Vaticano. A pedra é decorada com esculturas que retratam o mais antigo menorah (candelabro judeu de sete velas) encontrado até hoje e o único merkabah (um símbolo místico judeu também conhecido como o trono  ou carro de fogo) encontrado na arqueologia israelense.

Mais recentemente, quatro piscinas usadas em rituais de banho de purificação (mikvot) também foram descobertas em Magdala, graças aos esforços do Projeto Arqueológico de Magdala e da Universidade Anáhuac do México. Como explicado pela Arqueologia Bíblica, a presença das sinagogas, a Pedra Magdala, e agora estes quatro vestígios de rituais de purificação, nos ajudam a entender que Magdala era realmente uma cidade judaica movimentada com uma vida religiosa ativa e não apenas um importante centro comercial da costa ocidental do Mar da Galileia, mais conhecido por seu comércio ativo de peixe fresco e salgado.

Shutterstock

 

 

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