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Católico apoia, sim, a Polícia!

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Marcelo Camargo-Agência Brasil-CC

Vanderlei de Lima - publicado em 26/09/17

Qualquer homem e mulher de fé pode agir no dia a dia na valorização dos (das) policiais militares

Um policial militar, leitor de nossos artigos aqui na Aleteia, dirigiu-nos uma pergunta forte: “Por que alguns católicos não apoiam a Polícia Militar e até parecem odiá-la”.

Mais: reclamava ele, ainda, que seu quartel recebe, com frequência, visita de outros grupos cristãos para levar uma palavra de estímulo e fazer oração com os PMs, mas – infelizmente – da Igreja Católica nunca foi ninguém.

“Parece até que católicos não gostam da Polícia de modo algum, a não ser quando precisam chamar para um problema de trânsito em cerimônia religiosa ou algum furto na igreja” – completava o policial.

A questão é séria e deve despertar reflexão e ação em quem atua, pastoralmente, em uma área onde há quartel da Polícia Militar. Todavia, qualquer homem e mulher de fé pode agir no dia a dia na valorização dos (das) policiais militares, como diremos ao final desta reflexão.

Afinal, se para todo ser humano a legítima defesa, ainda que inclua a morte do injusto agressor, é um direito (que pode, ou não, ser exercido), para o agente de segurança pública (policial militar, por ex.) ela se constitui em um dever (precisa ser colocada em prática pelo bem de todos. Ele não pode, sem mais, fugir ao enfrentamento com criminosos).

Sim, o policial tem como missão preservar o bem comum, conter a difusão de comportamentos prejudiciais aos direitos humanos e à boa convivência social. No exercício de tal função, deve haver contenção do transgressor da lei para que ele não prejudique ninguém, ainda que, no exercício de sua missão, tal policial tenha de se valer de armas letais (cf. Catecismo da Igreja Católica n. 2265-2266).

Diante disso, é certo que o verdadeiro católico se opõe, é claro, à paz armada, deplora a guerra injusta e denuncia a corrida armamentística, mas também não deixa de manifestar para com a classe militar, honrada e honesta, todo apreço pelo nobre trabalho prestado à população.

Eis, no entanto, uma questão prática: Como demonstrar esse apreço? – Três pontos vêm ao caso, de imediato:

1) Para o Estado de São Paulo, preencher e divulgar ao máximo uma campanha em favor da PM. Você pode preencher de qualquer lugar onde mora, no Brasil ou no Exterior. Vai o link: http://www.citizengo.org/pt-pt/signit/83725/view.  

2) Para todos os Estados, ao encontrar um(a) policial, parabenize-o(a) pelo trabalho e prometa orações por ele (ela). É algo que cada um(a) pode fazer e chamar outros a também fazerem. Por que não?

3) Ao saber da morte de um(a) policial próximo(a), dê apoio à família, como puder. Peça para celebrar Missa pela alma dele (dela) e pelo conforto da família. É dever de caridade cristã. Faça a diferença!

Deus o (a) ajude em sua nova, simples, mas importante missão! A Igreja é mãe carinhosa e acolhe a cada filho(a) que a Ela se achega de coração aberto… Ou melhor: vai a procura desse(a) filho(a) onde quer que esteja…




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Vanderlei de Lima é eremita na Diocese de Amparo.

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