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3 dicas para uma boa conexão com os filhos

FAMILY
Bbernard - Shutterstock
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Conselhos simples, mas que podem melhorar o relacionamento entre pais e filhos

Há alguns dias, comentamos sobre a importância de nossos filhos confiarem em nós, pais. Para eles, o trato cotidiano, em que cada criança se sinta querida e valorizada como é, contribuirá com o desenvolvimento de uma autoestima saudável e uma relação forte com os pais.

Para conseguir essa conexão desejável entre pais e filhos, Javier Fiz, psicólogo colaborador da Aleteia, dá três conselhos bem simples, mas que funcionam:

  1. Observá-los para conhecê-los. A forma de agir e o comportamento dos filhos dizem muito sobre os sentimentos que eles têm diante das diferentes situações que eles vivem no dia a dia. Não se trata apenas de ver o que eles fazem, mas sim de entender o que eles estão querendo nos dizer com o que fazem. Se conseguirmos ler seus sentimentos, poderemos ajudá-los a desenvolver o autocontrole emocional. Neste sentido, é importe que aceitemos e ensinemos a eles que todas as emoções são válidas. Não são boas nem más, mas agradáveis ou desagradáveis.

 

  1. Ouvi-los. Precisamos ficar atentos e compreendermos o que nossos filhos estão nos dizendo com palavras, expressões, gestos e estados de ânimo. Isso requer que prestemos toda a nossa atenção neles, que deixemos de pensar ou de fazer outras coisas e que olhemos nos olhos deles. Ouvi-los não implica, necessariamente, dar conselhos ou dizer o que eles devem fazer. Muitas vezes, eles só querem que entendamos como eles estão se sentindo. Assim, poderemos saber o que eles estão vivendo, sem corrigir, dirigir ou julgar.

 

  1. Compartilhar momentos. É importante fazer coisas juntos. Ser uma equipe para, por exemplo, realizar as tarefas do lar, as atividades escolares ou simplesmente, passar o tempo juntos em uma viagem, ouvindo músicas ou passeando. Também convém que estejamos presentes nos principais momentos da vida deles: uma partida de futebol, um dia no parque, um aniversário. Quando compartilhamos momentos, desenvolvemos o sentimento de pertinência e ensinamos aos nossos filhos a importância de dar e receber afeto. As experiências criam memórias profundas, que vão ficar com eles para o resto da vida. E mais uma coisa: não dá para trocar a necessidade de passar o tempo com os pais por outras atividades ou por compensações materiais.

 

Artigo realizado em colaboração com Javier Fiz Pérez, psicólogo, professor de Psicologia da Universidade Europeia de Roma, delegado para o Desenvolvimento Científico Internacional e responsável pelo Departamento de Desenvolvimento Científico do Instituto Europeu de Psicologia Positiva. Texto traduzido e adaptado ao português.

 

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