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Estudo revela potencial novo tratamento contra obesidade

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Agências de Notícias - publicado em 18/10/17 - atualizado em 19/10/17

Esta nova terapia poderia oferecer uma alternativa à cirurgia bariátrica

Um novo tratamento experimental que reduziu de maneira significativa o peso, a taxa de insulina e os níveis de colesterol ruim em ratos e primatas obesos foi divulgado nesta quarta-feira (18) na revista Science Translational Medicine.

Esta nova terapia poderia oferecer uma alternativa à cirurgia bariátrica para tratar a obesidade humana, cuja taxa triplicou no mundo desde 1975, avaliaram cientistas da sociedade de biotecnologia Amgen.

Os pesquisadores comprovaram que os roedores e os humanos obesos tinham uma concentração sanguínea elevada de uma proteína chamada GDF15, em comparação com um grupo de controle de peso normal, explicou Yumei Xiong, do serviço de transtornos cardiometabólicos da Amgen, que realizou o estudo.

Com esta molécula os cientistas criaram o tratamento “GDF15”, que reduz o peso, o apetite e o açúcar em animais de laboratório.

Este tratamento, que consiste em um coquetel de proteínas, foi eficaz para que os ratos e os macacos obesos perdessem peso, consideraram os pesquisadores.

Também apontaram que essas proteínas alteraram as preferências alimentares dos ratos para que selecionem alimentos menos ricos em calorias quando escolherem entre diferentes tipos de comida.

Os autores do trabalho determinaram que o tratamento experimental ativou um grupo de células nervosas entre os intestinos e o cérebro.

Eles também ressaltaram que são necessárias mais pesquisas para identificar o receptor celular dessas proteínas, a fim de obter um potencial tratamento terapêutico com aplicações clínicas.

A cirurgia gástrica, que consiste em reduzir o volume do estômago, é a intervenção mais eficaz para tratar a obesidade de forma duradoura.

Embora o procedimento permita a perda significativa de peso, ele é invasivo, complexo e deixa no paciente efeitos secundários permanentes, explicaram os pesquisadores.

Portanto, é preciso desenvolver os tratamentos farmacológicos seguros e efetivos e prevenir também que se possa administrar de modo duradoura, explicaram.

(AFP)

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