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China e Japão querem estabelecer linha de comunicação militar

congress china

WANG Zhao I AFP

Delegates attend the opening session of the Chinese Communist Party's five-yearly Congress at the Great Hall of the People in Beijing on October 18, 2017.

Agências de Notícias - publicado em 28/01/18 - atualizado em 28/01/18

China e Japão pretendem estabelecer uma linha de comunicação militar para apaziguar as tensões sobre as disputadas ilhas do Mar da China Oriental, informou o ministério chinês das Relações Exteriores após um encontro em Pequim entre os chanceleres dos dois países.

O chinês Wang Yi recebeu neste domingo em Pequim o colega japonês Taro Kono. O objetivo do encontro era melhorar as relações entre os dois países, afetadas por divergências sobre as zonas marítimas.

Esta foi a primeira visita de um chanceler japonês a China em quase dois anos.

Os dois países se comprometeram a assinar um acordo “o mais rápido possível” para estabelecer uma linha de comunicação militar e evitar incidentes no Mar da China Oriental, anunciou o ministério em um comunicado.

As relações entre China e Japão estão em uma “fase crucial”, declarou Wang, antes de destacar que “apesar de uma evolução positiva, ainda existem muitos obstáculos”.

As pequenas ilhas controladas pelo Japão com o nome de Senkaku, e reivindicadas pela China como Diaoyu, são objetos de disputa há muito tempo entre Tóquio e Pequim.

Em 2012 as relações pioraram quando Tóquio “nacionalizou” algumas destas ilhas. Desde então, o cenário melhorou, mas persistem algumas tensões, especialmente por conta das patrulhas marítimas regulares dos dois países ao redor das ilhas.

Neste domingo, o japonês Taro Kono pediu que a China pressione ainda mais a Coreia do Norte para que o país acabe com seu programa nuclear.

Apesar da nova aproximação entre Tóquio e Pequim, o presidente chinês, Xi Jinping, e o primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, ainda não se reuniram em seus respectivos territórios.

(AFP)

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