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Casal adota 5 filhos para que os irmãos não se separem

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Adalberto e Veranilda viram neste gesto sua missão como casal

Dentre os muitos temores que podem acometer crianças e adolescentes vivendo em orfanatos, à espera de uma família que lhes possam acolher, uma preocupação permanece muitas vezes esquecida: que, ao ser adotado, acabe separado de seus irmãos ou irmãs, especialmente quando estes também vivem no orfanato.

Era o caso de Maria Vitória, Pedro Henrique, Miguel, Gabriel e Vitor, cinco irmãos que por um ano moraram no orfanato Rebecca Jenkins, em Cidade Ocidental, nos arredores do Distrito Federal.

Depois de maus tratos e abandonos por parte da mãe biológica, os irmãos foram enviados ao orfanato pelo conselho tutelar – e, apesar do sonho da adoção, o medo de acabarem separados era igualmente grande.

 

Foi quando entrou em cena o casal Veranilda de Oliveira Guimarães e Adalberto Franco Guimarães – ele, um ferramenteiro aposentado; ela, uma gestora social que justamente já trabalhava no abrigo para onde as crianças foram enviadas.

Depois que deu errado uma tentativa de que os cinco irmãos fossem morar com um tio – e das tantas vezes que, ao voltarem ao abrigo, as crianças corriam à Veranilda para lhe abraçar e pedir que não fossem separados – ela e Adalberto decidiram que essa era sua missão pessoal, e entraram com pedido de adoção dos cinco, juntos, de uma só vez.

Para que tal árdua tarefa fosse possível, algumas adaptações na vida do casal – que já possuía dois filhos biológicos adultos – foram necessárias: além de trocarem seus dois carros por um carro maior, de 8 lugares, Veranilda e Adalberto mudaram de casa, para oferecer mais conforto aos novos filhos.

Ainda faltam alguns passos burocráticos para que as crianças carreguem orgulhosos o sobrenome “Guimarães”, mas tal detalhe não altera em nada a verdade que se confirmou – de que Veranilda e Adalberto são, agora, simples e novamente uma mãe e um pai.

 

(via Hypeness/© fotos: arquivo pessoal/divulgação)