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De policial a sacerdote

JOSE PEDRAZA
Gentileza
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A curiosa história de José Pedraza

José Pedraza era policial. Mas este diácono recém-ordenado na Argentina sentia que Deus lhe pedia algo mais. 

Quando criança, participava de um grupo de escoteiros. Depois, queria estudar culinária ou geografia. Mas ingressou na polícia. Ele serviu no Grupo de Apoio Departamental durante três anos. Neste período, recebeu o convite de um amigo para fazer um retiro. E foi lá que ele sentiu o chamado, sentiu que Cristo estava dentro dele. 

Por isso, ele deixou a polícia para entrar no Seminário de Mercedes, onde se formam os futuros sacerdotes da diocese 9 de Julho. José acredita que seus anos como policial foram um presente de Deus: “A polícia me ensinou muitas coisas. Compromisso, responsabilidade, trabalho, contato com as pessoas…Mas Deus me chamou para uma vocação especial, diferente, que me torna mais pleno”, disse à rádio Cadena Nueve.

Na cerimônia de ordenação, o bispo Ariel Torrado Mosconi disse que a experiência de José como policial poderá ser integrada ao serviço sacerdotal: “Parece incompreensível, mas, em essência, os dois [policial e sacerdote] cuidam. A função da polícia é proteger o cidadão e a comunidade; a do sacerdote é cuidar e velar pelos fiéis e pelos mais fracos”, disse o bispo. 

O diácono espera, em algum momento, poder trabalhar em conjunto com a polícia – agora a partir de sua nova missão. “Estive do lado de dentro e sei o que os policiais vivem e tenho os mesmo códigos. Gostaria de me aproximar deles com um olhar consolador e conciliador. Um olhar de fé e um olhar transcendental ajudaria muito a polícia”, concluiu. 

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