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Tamanha era a sua angústia que apareceu-lhe um anjo do céu para fortalecê-lo

Anjo Jesus Getsâmani
Carl Heinrich Bloch - Domínio Público
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Contemplemos o extraordinário momento em que Jesus experimenta com brutal intensidade todo o horror e peso dos pecados da humanidade

No Jardim do Getsêmani contemplamos Jesus que sofre tão dolorosamente a ponto de derramar suor de sangue – e que, ao mesmo tempo, embora sinta como verdadeiro homem todo o pavor da morte horrenda que O espera, também aceita decididamente o sacrifício que o Pai lhe pede e que somente Ele, como verdadeiro Deus, poderia realizar. Verdadeiro Deus e verdadeiro homem: Jesus Cristo, Deus encarnado para nos remir daquilo que nós próprios jamais poderíamos.

Terminada a Última Ceia, Jesus saiu e, como de costume, foi até o Monte das Oliveiras (Lc 22, 39), do outro lado da torrente do Cedron (Jo 18, 1), e chegou com os Apóstolos ao sopé do monte, onde se localiza um jardim chamado Getsêmani (Mt 26, 36; Mc 14, 32), termo que, de origem aramaica, significa “prensa de azeite”. Era um horto, portanto, em que se extraía o azeite a partir do fruto das oliveiras abundantes na área, situada fora das muralhas de Jerusalém, a leste da cidade, no caminho para Betânia.

É nesse jardim do monte das Oliveiras que, diante da iminência da Paixão, nosso Senhor sente a necessidade de rezar:

“Sentai-vos aqui, enquanto vou orar”.

Levou consigo Pedro, Tiago e João e começou a sentir pavor e angústia. Jesus, então, lhes disse:

“Sinto uma tristeza mortal! Ficai aqui e vigiai”.

Jesus foi um pouco mais adiante, caiu por terra e orava para que aquela hora, se fosse possível, passasse dele. Dizia:

“Abbá! Pai! Tudo é possível para ti. Afasta de mim este cálice! Mas seja feito não o que eu quero, mas o que tu queres” (Mc 14, 32-36).

Tamanha era a sua angústia que apareceu-lhe um anjo do céu para fortalecê-lo.

Entrando em agonia, Jesus orava com mais insistência. Seu suor tornou-se como gotas de sangue que caíam no chão (Lc 22, 43-44).

A oração de Cristo contrasta com a atitude dos Apóstolos, que dormiam.

“Levantando-se da oração, Jesus foi para junto dos discípulos e encontrou-os dormindo, de tanta tristeza. E perguntou-lhes: Por que estais dormindo? Levantai-vos e orai, para não cairdes em tentação” (Mc 14, 37-42).

Carl Heinrich Bloch - Domínio Público

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