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Como é ser capelão em um dos maiores aeroportos do mundo?

OUR LADY OF THE SKIES
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Conheça o importante trabalho do padre Chris Piasta, capelão no aeroporto JFK, em Nova York

Na correria do embarque ou em meio à procura portão para o voo de conexão, a maioria dos passageiros nem nota a pequena capela de Nossa Senhora dos Céus no aeroporto JFK, em Nova York.  Mas, para quem tem fé, este é um local inestimável para uma pausa antes de um longo voo internacional.

Na pequena sala, o padre Chris Piasta, capelão do JFK, pode ser encontrado pelos 60 milhões de passageiros que passam pelo aeroporto todos os anos. “Não perguntamos: ‘Qual é a sua religião?’ Perguntamos como podemos ajudar”, disse o padre Piasta ao NY1.

Embora seja apenas uma capela, em uma cidade-miniatura como é o JFK – com restaurantes, departamentos de polícia, agências dos correios e acomodações – a Nossa Senhora dos Céus funciona como uma igreja. O padre Piasta celebra cinco vezes por semana. A frequência média é de apenas três ou quatro fiéis, mas feriados como a Quarta-feira de Cinzas podem atrair mais de 100 pessoas. O padre Piasta explicou que eles  também celebram todos os sacramentos no JFK.

Mas os deveres do sacerdote polonês não terminam na capela. Em uma entrevista ao The Tablet, o padre Piasta disse que seu ministério o leva por todo o aeroporto:

“Nós chamamos isso de Ministério da Presença. Não é necessariamente o que eu faço na capela real ou no escritório, mas o que eu posso fazer enquanto percorro os quase 2.000 hectares do aeroporto JFK ”, disse o padre Piasta.

Ele disse que perambula pelo local, conversando com os funcionários do aeroporto. Ele explicou também que desenvolveu um relacionamento próximo com muitos funcionários que agora o conhecem melhor do que os seus próprios párocos.

“Este trabalho permite que essas pessoas experimentem a Igreja em um bom momento para elas, durante seus intervalos para almoço e coffee breaks, e me permite responder às suas necessidades de forma rápida e eficaz, exatamente onde estão sem compromisso”, disse ele.

O padre Piasta diz que gosta do trabalho porque não há dois dias iguais. Os capelães dos aeroportos são treinados para fornecer apoio durante grandes crises, como um acidente de avião ou um desastre natural. Mas com tantas pessoas passando pelo terminal internacional diariamente, não há como saber quais problemas individuais vão aparecer. 

Em 2010, por exemplo, grande parte do espaço aéreo europeu foi fechado por causa de uma erupção vulcânica. Com centenas de passageiros presos no aeroporto de NY por quase uma semana, o padre Piasta organizou um grupo de voluntários para fornecer comida, roupas limpas, laptops para checar e-mails e até ajudou a reabastecer os medicamentos.

“Esse tipo de coisa não é tão frequentemente visto pelos párocos”, afirmou o padre Piasta ao The Tablet. “Todo dia, quando vou ao aeroporto, não sei quem vou ver ou o que vou ver, o que é muito desafiador. Fico muito feliz por poder ajudar essas pessoas. Isso me humilha em termos do que Deus fornece e como Deus usa cada um de nós para difundir o Evangelho e viver a missão de Cristo ”.

Padre Piasta é o capelão de Nossa Senhora dos Céus desde 2010, mas também é pároco da Igreja Católica Romana de São José, no sul da Jamaica, onde reside na reitoria. Ele disse ao NY1 que os dois deveres são completamente diferentes: “É como duas vidas, basicamente. Lá, eu tenho a comunidade ”, disse Piasta. “Mas aqui, gosto do desconhecido porque todo dia traz algo completamente novo.”

 

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