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Os benefícios da OMS reconhecer o burnout como síndrome

STRESS
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Aqueles que sofrem de exaustão ocupacional contam agora com mais rigor no diagnóstico

O estresse da vida cotidiana deixa muitos de nós esgotados e incapazes de funcionar adequadamente. Alguns podem chegar ao burnout, termo cunhado nos anos 70 pelo psicólogo americano Herbert Freudenberger para descrever o impacto das condições estressantes de trabalho nas profissões da área da saúde.

Hoje em dia, o termo tem se tornado cada vez mais popular, pois os efeitos do estresse e do esgotamento são sentidos e relatados em diferentes profissões e ocupações.

Tem sido difícil identificar exatamente o que é burnout, mas recentemente a Organização Mundial da Saúde finalmente reconheceu-o como síndrome em seu manual ICD-11, o que deve facilitar o diagnóstico e o tratamento. Veja como a OMS define:

Burnout é uma síndrome conceituada como resultante do estresse crônico no local de trabalho que não foi gerenciado com sucesso. É caracterizada por três dimensões: sentimentos de exaustão ou esgotamento de energia; aumento do distanciamento mental do próprio trabalho, ou sentimentos de negativismo ou cinismo relacionados ao próprio trabalho; e redução da eficácia profissional. A burnout se refere especificamente a fenômenos no contexto ocupacional e não deve ser aplicada para descrever experiências em outras áreas da vida

O que é realmente benéfico neste reconhecimento é que agora não só estamos mais informados sobre os efeitos debilitantes do burnout. Saberemos também identificar por que nossos entes queridos não parecem melhorar nem mesmo depois de um fim de semana relaxante ou um período de férias. Também permite que aqueles que sofrem dessa síndrome saibam que seus sintomas são clínicos, algo que é crucial para o tratamento e uma recuperação saudável.

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