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Esta cerveja trapista é tão boa que os monges não conseguem suprir a demanda

TRAPPIST BEER
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A cervejaria no Mount Saint Bernard Abbey, em Leicestershire, está fazendo um sucesso surpreendente

Existem cerca de 175 mosteiros trapistas no mundo. Ou seja, mosteiros que pertencem à Ordem dos Cistercienses da Estrita Observância, um ramo da Ordem de Cister, que por sua vez é um ramo da Ordem Beneditina. Apenas 14 desses mosteiros têm a licença concedida pela Associação Internacional Trapista para fabricar cerveja.

Um deles é a cervejaria Mount Saint Bernard Abbey, perto de Coalville, Leicestershire, que foi criada há um ano. É o único mosteiro no Reino Unido autorizado a fabricar a cerveja oficial trapista.

Desde então, o Abbey produziu cerca de 30.000 garrafas de Tynt Meadow, sua distinta Trappist Ale. Mas pedidos de todas as partes do mundo estão colocando os monges em uma situação difícil: eles agora não conseguem mais suprir a demanda.

De acordo com um artigo publicado pela BBC, essa cerveja (batizada em homenagem ao prado onde os monges se estabeleceram em 1835) é vendida na loja da abadia e por alguns varejistas locais. E cerca de um terço de sua produção é vendida por uma empresa de distribuição. A bebida está se tornando particularmente popular na Bélgica, país considerado a capital mundial da boa cerveja.

De fato, os monges da Abadia Norbertina Belga recentemente se debruçaram sobre uma coleção de livros de 200 anos que quase foram destruídos por um incêndio. Os monges não tinham a menor ideia de que estavam prestes a redescobrir uma arte perdida de preparar cervejas, a Grimbergen, que não era praticada desde o final do século XVIII.

O nome Grimbergen sobreviveu aos séculos, graças à gigante de cerveja dinamarquesa Carlsberg, que licenciou o nome de uma bebida de renome internacional, mas cujas cervejas são feitas usando técnicas modernas. A verdadeira arte antiga ainda está reservada aos monges.

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