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Santa Sabina: a mais antiga basílica existente em Roma

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Visitar este importante local cristão primitivo é como retroceder no tempo

A Igreja Católica é abundante em locais de culto gigantescos, com arquitetura impressionante e obras de arte, especialmente em Roma.

Com cerca de 900 igrejas na Cidade Eterna, os peregrinos e os fieis podem encontrar exemplos de igrejas católicas de quase todas as épocas de nossa religião de 2.000 anos.

Embora os edifícios da igreja da época renascentista tendam a atrair mais visitantes com seus afrescos e esculturas incomparáveis, são poucos os que podem desafiar a beleza e o significado histórico da mais antiga basílica existente em Roma: a Basílica de Santa Sabina.

Construída no século IV, a Basílica de Santa Sabina se destaca como um monumento à arquitetura cristã primitiva, grande parte da qual foi extraída do mundo romano antigo.

Quando Roma ainda era pagã, uma basílica (do grego para “salão do rei”) era um prédio do governo, usado como fórum ou até uma corte. Mas com a ascensão do cristianismo, o estilo de uma grande estrutura abobadada com um amplo espaço para acomodar grandes multidões foi reaproveitado para uso religioso.

Acredita-se que a igreja de Santa Sabina tenha seu design inspirado na velha Basílica de São Pedro, que fora construída cerca de 100 anos antes. Isso aumenta o valor histórico de Santa Sabina, já que visitar esta antiga igreja é o mais próximo que podemos chegar de experimentar a primeira versão da Basílica de São Pedro, que foi substituída no século XVI pela monumental basílica que conhecemos hoje.

O local onde fica a igreja de Santa Sabina era propriedade da mártir cristã Sabina, que foi morta por sua fé cristã. A basílica foi erguida não muito longe do local de um templo de Juno, cujas partes foram recicladas para sua construção. De fato, a nave da basílica possui 24 colunas de mármore com capiteis coríntios perfeitamente compatíveis com o templo de Juno.

Outro aspecto importante desta antiga basílica é a obra de arte esculpida nas grandes portas de madeira de cipreste.

Enquanto 10 das 28 esculturas originais foram perdidas, entre as esculturas restantes está a mais antiga representação conhecida da crucificação. A cruz não está presente, mas permanece uma figura de Cristo com os braços estendidos, mostrando as feridas da Paixão. Nos dois lados de Jesus há duas outras figuras parecidas, que se acredita serem os ladrões junto aos quais Cristo foi crucificado.

Os jardins da Basílica de Santa Sabina também abrigam um convento onde muitos católicos famosos viveram, incluindo: São Domingos, Papa Pio V, Beato Ceslaus, São Jacinto e São Tomás de Aquino. No século 13, enquanto Domingos ali residia, o Papa Honório III confirmou a Ordem dos Pregadores, hoje conhecidos como dominicanos.

Mais tarde no mesmo século, São Tomás de Aquino reestruturou a escola e iniciou um programa de educação conhecido como studium provinciale. Nessas lições, Tomás de Aquino ensinava filosofia.

Santa Sabina ainda está nos surpreendendo com seus tesouros. Em 2010, foi revelado um afresco inicial que parece ser uma representação da Virgem Maria, juntamente com alguns dos apóstolos.

Para mais informações sobre este importante local histórico católico, dê uma olhada no vídeo de Smart History apresentado acima.

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