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O rosário não desceu pronto do céu: foi aprimorado ao longo dos séculos

ROSARY
Pascal Deloche | Godong
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Pe. Gabriel Vila Verde responde a quem contesta a “legitimidade” dos mistérios luminosos, propostos por São João Paulo II

O pe. Gabriel Vila Verde escreveu em seu Facebook a respeito do aprimoramento da oração do rosário ao longo dos séculos, contextualizando os fundamentos da proposta de São João Paulo II de se acrescentarem os mistérios luminosos:

São João Paulo II foi extremamente sábio ao pedir a meditação dos mistérios luminosos. Afinal de contas, o rosário não é uma simples repetição de orações, mas a contemplação da Vida de Cristo. Antigamente se meditava Jesus no templo com 12 anos e já se pulava para a agonia no Horto das Oliveiras. Iluminado pelo Espírito Santo, o Papa nos deu a oportunidade de meditar também a vida pública de Jesus. Seus milagres, Sua pregação, os sinais de Sua divindade etc. Assim, o rosário ficou completo. É verdadeiramente a Bíblia nas mãos do povo simples.

O rosário, assim como a Bíblia, não desceu pronto do céu. Foi uma oração aprimorada ao longo dos séculos.

Começou com a primeira parte da Ave-Maria; depois, no século XIV, foi acrescentada a segunda. Com São Beda (+735), veio a ideia de colocar sementes num cordão. Depois, com São Domingos, um cordão cheio de nós, onde ele rezava mil Ave-Marias diariamente. Em 1408, um monge cartuxo dividiu o saltério em 15 dezenas, precedidas por um Pai-Nosso. Posteriormente, o beato Alano de La Roche compôs a contemplação dos mistérios.

Não se sabe ao certo quando foi acrescentada a Salve Rainha. Os franciscanos rezavam um rosário de 7 mistérios, meditando as alegrias de Maria. Em suas aparições, Nossa Senhora pediu a oração do rosário. Com o Papa São João Paulo II, veio a RECOMENDAÇÃO de se rezar os mistérios luminosos. É uma história, construída aos poucos, sob o comando do Espírito Santo, o qual não dorme, nem abandona a Igreja. Quem fala em Tradição deveria também se aprimorar nos estudos.

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