Como fez com o cego, Jesus nos pega pela mão e nos conduz, aos poucos nos cura daquilo que esconde a visão do nosso verdadeiro destino
No Evangelho de hoje (Mc 8, 22-26) não consigo tirar os olhos do aperto de mãos que Jesus dá ao cego:
Acredito que se tivéssemos consciência de que Jesus nos pega pela mão e nos conduz, não lhe pediríamos mais nada.
Na verdade, você pode enfrentar todos os problemas do mundo se souber que Ele está segurando sua mão. Nesse sentido, já nem é tão importante recuperar a vista, resolver os problemas, cair de pé, porque só a Sua presença basta e torna tudo suportável.
Cura
Mas o Evangelho acrescenta que Jesus não se limita apenas a estar presente: Sua presença é como uma viagem, um caminho de cura. Talvez seja exatamente por isso que o cego se cura em duas fases e não em uma, porque cada um de nós precisa de tempo para se acostumar com a luz.
Muitas vezes só vemos o que está à nossa frente. Mas ter fé significa aprender a ver as coisas com uma profundidade diferente, com uma distância diferente. E quando as coisas adquirem profundidade, elas também se tornam significativas.



![[VÍDEO] Aniversário de Papa Leão XIV: A extraordinária jornada de um Papa americano](https://wp.pt.aleteia.org/wp-content/uploads/sites/5/2025/05/Robert-Prevost-with-Pope-John-Paul-II-01.jpg?resize=150,150&q=75)








